segunda-feira, 17 de setembro de 2012

IBM Connections 4 e as "Embedded Experiences"

A IBM acaba de lançar a versão 4 do Connections (O IBM Connections 4, IC4), a plataforma para Social Business, para o desenvolvimento de Redes Sociais Corporativas. O IC4 vem recheado de novidades que refletem um extenso trabalho em conjunto com clientes em todo o mundo, que participam do desenvolvimento do produto com sugestões extremamente ricas. Uma das grandes novidades é a implementação das Embedded Experiences (EE) diretamente no Activity Stream (AS). Trata-se de uma sacada super interessante que tem como objetivo simplificar a vida do usuário final e facilitar o desenvolvimento de interfaces para integração do produto com outros sistemas.

Quando falamos de Redes Sociais Corporativas é fundamental entender que uma solução deve ser capaz de se integrar com outros sistemas já em uso em um cliente. Redes Sociais abertas como o Facebook, por exemplo, não tem essa necessidade, nem mesmo compartilham do mesmo objetivo de se integrar com outros ambientes. No entanto, caso um cliente tenha um ERP como o da SAP, por exemplo, ele pode desejar que o Connections se comporte como a principal interface, onde o usuário possa executar sua ação, sem precisar mudar para o cliente do SAP. Com as EEs, isso é possível. Basta que se clique sobre a entrada publicada no mural (Activity Stream) e, na janela que se abre, tome a ação desejada, suportado por informações contextualizadas. Na figura abaixo, vemos a janela da EE aberta e um formulário do SAP apresentado para preenchimento pelo usuário. Sem ter que sair do Connections, o membro da rede pode resolver tudo alí mesmo. E, em tese, esse comportamento pode ser o mesmo para qualquer sistema ou aplicação (desde que, é claro, se respeitem as regras de desenvolvimento).


As EEs são uma forma extremamente elegante de organizar o trabalho no Connections, flexibilizando a solução, ao permitir integração com outros sistemas, e mantendo uma interface simples e limpa para o usuário final. Ao oferecer um formato único para a integração de outras aplicações, também facilita a vida do desenvolvedor. Ele conta com uma forma simplificada e, principalmente, bem estruturada para desenvolver a integração de outros sistemas com o Connections.

Uma forma de se entender melhor as EEs é fazer uma analogia com a ação "clicar no botão direito do mouse". Nos dois casos, o que aparece é um conjunto de ações e informações contextualizadas. Na prática, os dois modelos são bastante similares. As EEs, no entanto, ainda são mais poderosas pois são mais do que simplesmente um menu top-down. 

Embedded Experiences utilizam Open Authorization (OAuth) para autenticação. OAuth faz parte da especificação OpenSocial e, basicamente, permite que um widget tenha acesso a conteúdo seguro em outros sistemas, depois que um usuário tenha delegado acesso ao widget. Para entender mais sobre EEs e aprender a desenvolver widgets no padrão, visite Embedded Experiences.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Explora! Pesquisa: Que dispositivos você utiliza para acessar a Redes Sociais?

No início de março iniciei uma pesquisa aqui no Explora! para ter uma visão mais clara sobre quais seriam os dispositivos mais utilizados para acesso às Redes Sociais. Durante os últimos seis meses recebemos mais de 30 mil acessos e responderam a pesquisa 6.127 visitantes. Obviamente os resultados abaixo não podem ser encarados como sendo fruto de uma pesquisa com rigores acadêmicos formais mas é uma boa mostra dos caminhos que estão sendo utilizados para acesso às Redes Sociais Abertas. Vejam, abaixo, a fotografia final, tirada hoje, 31 de agosto.


Interessante notar que o acesso através de Notebooks ou Desktops ainda prevalece quando o comparamos de forma individual com outras alternativas, com 36% das respostas. No entanto, 64% dos usuários já acessam as RSs através de outros dispositivos, em sua maioria móveis. Em um distante segundo lugar vem o iPad (14%) e, logo na sequência, o iPhone (13%) e smartphones rodando Android (13%). Esta mudança no comportamento confirma solidamente os sinais que vem sendo apresentados pelo mercado de crescimento no uso de dispositivos móveis para acesso à Internet e às Redes Sociais.

Impactos no mundo corporativo

Há bem pouco tempo, quando falavamos no uso de um aparelho celular para acesso a um sistema corporativo imaginavamos uma interface pobre e preparada para ser utilizada em ambientes com baixa velocidade de acesso e qualidade. Isto mudou e, atualmente, os dispositivos móveis, principalmente Smartphones e Tablets, transformaram-se em poderosas ferramentas de trabalho. Mais do que isso, ao serem utilizadas da forma correta podem contribuir para o aumento da produtividade, ao permitir acesso aos sistemas corporativos 24x7.


Na IBM, por exemplo, aproximadamente 100 mil funcionários (quase 25% da força de trabalho global) utilizam smartphones ou tablets para comunicar, colaborar e para se conectar. Para que se tenha uma força de trabalho realmente engajada e flexível, é fundamental definir uma estratégia, um roadmap, com ações que tratem de questões de Infraestrutura, Integração de Sistemas e Segurança, por exemplo. 

Os resultados apresentados na pesquisa apontam na mesma direção que outros estudos realizados recentemente. Este é um sinal de que mobilidade deve integrar a lista de projetos de qualquer CIO. Conhecer metodologias e tecnologias (como a IBM Mobile Enterprise) para suportar este novo ambiente de trabalho é, portanto, fundamental.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

FecomercioSP discute a formação de capital humano

Um dos temas mais importantes e discutidos atualmente no Brasil está relacionado com a qualidade da mão de obra. E todos sabemos da importância de uma boa formação acadêmica para que o mercado tenha os profissionais com o nível necessário de qualificação. Este é um dos nossos grandes desafios e mobiliza tanto o governo quanto entidades não-governamentais. 

O "Conselho de Criatividade e inovação" da FecomercioSP realizará no dia 4 de setembro um debate para discutir este tema. Fui convidado para participar apresentando como as Redes Sociais Corporativas podem ajudar no desenvolvimento profissional e, consequentemente, fomentar inovação e competitividade.

Participarei do debate junto com:

Adolfo Melito                  - Presidente do Conselho de Criatividade e Inovação
André Sacconato             - Diretor de Pesquisas da Brain
Luiz Felipe D’Avila          - Presidente do Centro de Liderança Pública
Luiz Edmundo Rosas      - Diretor de Educação da ABRH
Claudia Coelho Hardagh  - Professora doutora do Centro Universitário Senac

O uso de Redes Sociais Corporativas tem auxiliado muitas empresas no processo de formação profissional. Ao incentivar as conexões entre profissionais de áreas e, em alguns casos, até mesmo países distintos, a empresa faz com que conhecimento seja compartilhado aumentando a inteligência coletiva da empresa.

Uma das formas mais utilizadas de Redes Sociais Corporativas para formação profissional é atraves do coaching, onde profissionais mais experientes contribuem para o desenvolvimento daqueles que ainda estão em início de carreira. O coaching é feito via compartilhamento de documentos, discussões em fórums ou através de blogs temáticos. Pode ser formal ou informal, acontecendo de forma expontânea. 

Outra forma utilizada para desenvolvimento profissional acontece através da participação em comunidades especificamente criadas para este fim. É bastante comum em processos de onboarding, por exemplo, quando novos funcionários são convidados para participar de comunidades específicas para apresentá-los à empresa e a seus novos colegas de trabalho. Tipicamente, profissionais podem serguir um roteiro de atividades que vai acelerar seu processo de integração a nova empresa ou função. 

E na sua empresa, como você imagina que uma Rede Social Corporativa pode auxiliar no processo de formação de melhores profissionais?

Participe!

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

IBM anuncia intenção de adquirir a Kenexa, líder em soluções de RH


A IBM anunciou, segunda-feira, 27 de agosto, a intenção de adquirir a empresa Kenexa, líder em soluções para recrutamento e gerenciamento de talentos, por US$ 1.3 Bilhão. Com escritórios em 21 países e mais de 8900 clientes (entre eles, mais da metade das companhias listadas na Fortune 500), a empresa oferece uma ampla gama de serviços de RH como, por exemplo:
  • Recrutamento
  • Onboarding
  • Compensação
  • Gestão de Educação e Treinamento
  • Gestão de performance
  • Soluções governamentais
A aquisição fortalece o posicionamento da IBM na área de Social Business, um dos seus pilares estratégicos de crescimento, e vai suportar empresas em sua jornada social, conectando funcionários, parceiros de negócio e clientes de forma única. As soluções da Kenexa são oferecidas como uma combinação de serviços em nuvem e consultoria, para integrar pessoas e processos, permitindo que empresas utilizem métricas e ferramentas de business analytics para criar uma Smarter Workforce.

Segundo o último IBM CEO Study, 57% dos CEOs identificaram Social Business como uma prioridade e mais de 73% estão fazendo investimentos na área. Além disso, 70% dos entrevistados citaram "capital humano" como sendo o fator isolado mais importante para suportar valor economico. Empresas de todos os tamanhos e indústrias estão procurando formas de aumentar a eficiência de sua força de trabalho e, ao mesmo tempo, obter mais informações e insights sobre informações de negócio.

"The Kenexa acquisition will complement IBM's social business and HR business services leadership. More than 60 percent of Fortune 100 companies have licensed IBM's solutions for social business. Through its combination of social software, analytics, content management, and deep industry expertise, IBM is uniquely positioned to help organizations capture information, create insights and generate interactions that translate into real business value."

É importante entender este movimento da IBM como uma demonstração clara de que a empresa planeja posicionar-se como a principal fornecedora de soluções para Smarter Workforce no mundo. Para isso, integrará suas linhas de Social Business, Cloud e Business Analytics com as soluções da Kenexa e suas práticas de consultoria.

Mais informações em:

Obs.: A IBM espera que a transação seja efetivamente fechada no último trimestre deste ano, sujeita a aprovações de entidades reguladoras, dos acionistas da Kenexa. O atual anúncio é de Intenção de Compra e segue as regras da SEC sobre empresas com ações listadas nas bolsas de valores americanas.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Redes Sociais e Protetor Solar com FPS 100



Você está pronto para se expor no Facebook compartilhando informações sobre sua vida pessoal? Você publica fotografias de família? Fala sobre suas férias e os lugares que visitou? E em uma Rede Social Corporativa (RSC), também está disposto a mostrar quem você é compartilhando projetos e experiências profissionais? Você participaria de grupos de trabalho colaborando com seu conhecimento para o atingimento de objetivos de negócio? Parecem perguntas similares, mas no fundo são bem diferentes. As motivações em uma rede social aberta são distintas daquelas que sustentam uma RSC. E essa "pequena" diferença, faz com que o resultado da sua exposição ou não seja radicalmente diferente.

Um estudo realizado no ano passado por dois professores da Boston University identificou quais são os principais motivos pelos quais pessoas usam o Facebook (ou redes sociais abertas, de forma mais ampla). Sua conclusão mostrou que os usuários procuram atender a duas necessidades básicas do ser humano: (1) a necessidade de pertencer a um grupo e (2) a necessidade de auto-apresentação (entenda-se, por auto-apresentação, todo o processo por trás da criação de um profile, representando uma personalidade idealizada online). Basicamente, a característica agregadora do ser humano atrai as pessoas para as redes sociais abertas, onde buscam entretenimento, informação e amizades.

Já as principais motivações em uma Rede Social Corporativa são colaborar, inovar e aumentar a produtividade. Como se vê, o que atrai um profissional para uma RSC é a possibilidade de produzir de forma mais efetiva, mais rapidamente e gerando resultado para a sua empresa. Neste contexto, São motivações distintas.

O problema é que em ambos os casos existe o fator "exposição". Ao produzir um texto, publicar uma foto ou até mesmo ao comentar uma publicação, a pessoa se expõe a críticas de terceiros. Minha experiência tem  mostrado exatamente isso nos últimos 4 ou 5 anos. Eu iniciei este blog em 8 de agosto de 2007, portanto há exatos 5 anos. Frequentemente recebo comentários para os posts que publico, ou por escrito ou pessoalmente. O mesmo se passa no Facebook, no Twitter e no Instagram. Para cada publicação, reações de terceiros são as mais variadas. Existem aqueles que elogiam e também aqueles que criticam.

Tanto no mundo corporativo quanto na vida pessoal, é fundamental estar preparado para este tipo de coisa. A "exposição" faz parte do processo e, mais importante ainda, faz com que saibam quem você é, qual sua proposta de trabalho, que valor pode agregar e muito mais. Atualmente, proteger-se desta exposição não é um comportamento valorizado. Profissionais que não compartilham seu conhecimento são cada vez menos procurados, como já discutimos aqui anteriormente no post "Informação é Poder X Compartilhar é Poder". No mundo virtual das redes sociais diferentes personalidades convivem, como vimos em "A Personalidade do seu Avatar". 

Já encontrei "avatares" de todos os tipos. No entanto, os que vejo ganhar mais destaque são os que sabem se posicionar, se promover e, principalmente, criar os relacionamentos adequados em uma RSC. Proteger-se, escondendo-se nos labirintos da sua RSC pode prejudicar sua carreira. Já pensou nisso? Você conhece seu potencial? Sabe posicionar-se da forma correta? Ou utiliza um protetor solar com FPS 100?

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Rowan Gibson, o Mr. Innovation, no IBM Forum 2012


Rowan Gibson tem o apelido de "Mr. Innovation". Ele escreveu dois livros que se transformaram em bestsellers, o primeiro em 1996, "Rethinking the Future" e o segundo em 2008, "Innovation to the Core", que Já foram traduzidos para 25 idiomas. Poucos profissionais chegaram ao seu nível de reconhecimento quando o assunto é inovação. Exatamente por causa disso, ele é um dos palestrantes mais disputados no mundo. Nos últimos quatro anos ele fez apresentações e participou de seminários e aulas em 51 países. Hoje, 15 de agosto, ele fez a palestra de abertuda do primeiro dia do IBM Forum 2012. O tema? Inovação.

Sua apresentação foi centrada em mostrar que para que uma empresa tenha crescimento sustentável, tem que inovar, sempre. A inovação é um processo contínuo e deve ser pervasivo, atingindo a todos e não ficar restrita ao departamento de Pesquisa & Desenvolvimento. Ele criou o modelo das "4 Lentes". Basicamente, sua idéia é que, para ser inovador, um profissional deve lançar mão deste modelo. Seus quatro pontos são:
  1. Seja questionador (challenging Orthodoxies) - A inovação está diretamente associada com aqueles que questionam, que desafiam o status quo, que aceitam os riscos de pensar diferente. Quantas vezes ouvimos "isso não vai dar certo"? Esta frase é a representação perfeita do momento em que a inovação é descartada, não incentivada.

    Como exemplos de empresas que souberam utilizar esta lente ele cita a Dyson (eletrodomésticos com design e funcionalidades inovadoras), a Swatch, a Southwest Airlines e a Pringle Prints. Este último merece destaque especial. Afinal, batata frita é batata frita. Quem iria pensar em literalmente imprimir textos em uma simples batata frita? Pois a P&G fez isso e lançou uma linha especial de batatas com textos impressos (records, piadas, curiosidades, etc).

  2. Estude e pegue carona nas tendências (harnessing trends) - Mais do que simplesmente identificar quais são as principais tendências no mercado, estude-as e entenda como é possível literalmente "pegar carona" nelas. Seu principal exemplo aqui é a eBay. Todos sabemos que guardamos objetos em casa que raramente são utilizados. Nos EUA, é bastante comum vermos as Garage Sales, onde estes objetos são vendidos alí mesmo, na garagem. Que tal se existisse um local, online, onde fosse possível vender estes objetos? A eBay trouxe o conceito para o mercado e se transformou em referência.

  3. Conheça e utilize seus recursos (leveraging resources) - Quais são suas principais competências? Quais são seus assets estratégicos? Conhecendo-os bem, pergunte-se, você realmente está utilizando-os da melhor forma possível? Está subutilizando-os? 

    A Disney é citada como empresa que soube identificar bem suas competências e inovar abrindo outras áreas de negócio. Que tal participar de aulas de inglês com os personagens da Disney? Pois foi exatamente o que eles fizeram e abriram uma linha de negócio inteiramente nova. E não se limitando a aulas de inglês. Criaram um programa internacional, totalmente alavancado pelo mundo mágico que eles criaram.

  4. Conheça seu cliente (understand the client) - parece simples, mas será que todos conhecemos bem nossos clientes? Sejam eles internos, externos, diretos ou indiretos, será que sabemos exatamente o que ele quer? Existem muitas oportunidades ainda não exploradas aí. Alguem, algum dia, pediu para a Google inventar uma ferramenta de buscas? Quem pediu para a Apple inventar o iPad? E quem pediu para a IBM inventar o PC? Todos estes exemplos mostram empresas que inovaram com base no conhecimento que tem do mercado, com base em insights com objetivos claros.

    Os tempos mudaram. No passado, dizia-se que "o cliente é rei". A versão do século XXI desta frase é "o cliente é Deus".
As quatro lentes, quando bem utilizadas, podem ser uma ferramenta importante para auxiliar na inovação em empresas de qualquer porte, de qualquer segmento. E como fazer para que tudo isso aconteça e para que tenha valor para uma empresa?

Segundo Rowan Gibson, basicamente são necessárias três condições:
  1. Time and Space for Innovation - É preciso dar tempo, espaço, condições para que a inovação ocorra.
  2. Diversity of thinking - "se você pretende competir globalmente, precisa entender que 80% do mundo não é branca e que metade não é composta por homens".
  3. Connection and conversation -  De acordo com o Professor Ronald Burt, da Universidade de Chicado, "Employees who are better connected across the organization generate higher quality ideas than those with limited connections".
Não há como ignorar o enorme potencial que existe ao unirmos sua teoria com as redes sociais corporativas (RSC). Ao implementar uma RSC criamos as condições para que cada funcionário utilize as "quatro lentes" e transforme-se em um inovador, trazendo valor para a empresa.

O IBM Forum 2012

O primeiro dia do IBM Forum 2012 foi super interessante. Começou com a palestra de Rowan Gibson, seguiu com Bruno di Leo apresentando o CEO Study 2012 e encerrou a parte da manhã com um painel de CEOs. Participaram Edson Bueno, da Amil, Fabio Barbosa, do Grupo Abril, Horácio Lafer Piva, da Klabin, Pedro Wongtschowski, do Grupo Ultra e Thomaz Menezes, da Sul América.

Na parte da tarde, dentre inúmeras sessões, destaque especial para a Petrobras e a Cemex, que compartilharam suas experiências. Miguel Angel Lozano, Corporate Innovation Executive da Cemex apresentou seu Projeto Shift, um enorme sucesso em termos de Rede Social Corporativa suportado pela tecnologia IBM Connections. Um verdadeiro show mostrando como uma RSC pode influenciar diretamente na Inovação Corporativa.

E amanhã tem mais, com Jim De Piante - Executivo do IBM Research que participou da criação do Watson, um sistema de inteligência cognitiva que marca uma nova era no uso de inteligência artificial. Jim apresentará os bastidores de sua criação e seus impactos na forma como a tecnologia será usada pelas empresas e pela sociedade. Depois um painel com CIOs. E muito mais na parte da tarde, com clientes apresentando casos de sucesso.

Para quem não esteve presente, abaixo o vídeo apresentado na abertura do evento.