Mostrando postagens com marcador midia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador midia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de março de 2015

Millennials e uma nova forma de trabalhar


Na noite última segunda-feira, no SXSW (South by Southwest) em Austin, TX, a IBM anunciou uma competição destinada a Millennials. Cinco times foram selecionados e se mudaram temporariamente para uma casa, em Austin, onde competirão por diversos prêmios como software, mentorização e passagens para participar do TED@IBM, a ser realizado em São Francisco, em Outubro deste ano. 

O mais interessante é que a IBM vai documentar o trabalho sendo realizado em uma série de Webisodes. Ou seja, será possível acompanhar todo o desenrolar do processo de criação dos times. Será como um Big Brother para Inovação.


Quer saber como as novas tecnologias da IBM, entre as quais o IBM Verse e o IBM Watson Analytics, estão sendo utilizadas para, juntas, acelerar projetos? Clique neste link e acompanhe esse projeto inédito e inovador da IBM Social Business.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Política e Redes Sociais, postar ou não postar?


As redes sociais se transformaram, nas últimas semanas, em um grande palanque político. Basta abrir o Facebook, por exemplo, e notar que praticamente todos os posts falam sobre política. Definitivamente, este é o assunto mais quente do momento, por motivos óbvios. O tema, no entanto, está longe de ser uma unanimidade e diversos debates, ou polêmicas, surgem aqui e alí. A questão principal é, afinal quando e como devemos publicar no Facebook sobre nossas posições políticas? De forma mais ampla, como nos comportar com relação a temas polêmicos?

Apesar de não existirem regras formais de conduta nas redes sociais, existem, sim, recomendações e uma etiqueta de comportamento. Afinal, mesmo no mundo virtual, a terceira Lei de Newton, também conhecida como Lei da Ação e da Reação, se aplica diretamente. Um post vai, sempre, gerar reações que podem ser explícitas, com comentários ou curtidas, ou não. Já vi casos de amizades desfeitas, situações constrangedoras no trabalho ou no relacionamento com clientes.

Desta forma, no intuito e ajudar, relaciono, abaixo, algumas recomendações básicas. Tem alguma outra? Algum comentário? Contribua.

  1. Seu post = sua opinião: Parece óbvio, mas é importante deixar claro. Quando você compartilha algo, comenta um outro post ou escreve um novo, você está manifestando SUA opinião sobre um determinado candidato ou partido.

  2. Seja respeitoso: Nas últimas semanas, com o aumento do volume de posts sobre política no FB, vem aumentando, também, o número de reações mais emocionais, o que é natural pelo momento que vivemos. No entanto, deve ser observada uma regra básica de comportamento. Não use palavriado inadequado, não promova discriminação de qualquer forma, evite insultos. Em alguns momentos, é melhor esfriar a cabeça e pensar com calma antes de responder a um post.

  3. Seja factual: Apresente fatos concretos. Não crie situações para sustentar suas posições. Fatos e acontecimentos podem ser usados para sustentar sua posição. É um economista? Deixe clara sua formação. É muito ruim ler um comentário sobre política econômica, cheio de emoção e carga política, feito por um profissional de outra área. 

  4. Verifique a fonte e o escritor: A maioria absoluta dos veículos de imprensa defende uma corrente política. Infelizmente, esta é a grande verdade. Tenho conhecidos que compartilham frequentemente artigos de uma publicação online alinhada com um dos partidos políticos disputando a eleição. É claro que o seu conteúdo é tendencioso, natural. O mesmo vale para revistas e jornais de grande circulação. Ao compartilhar informação reconhecidamente tendenciosa, você pode perder credibilidade. Não precisa ser isento, mas saiba o que está compartilhando.

  5. Leia atentamente antes de comentar ou compartilhar: Leia toda a publicação e seus comentários. Muitas vezes o debate já vai longe e seu ponto pode já ter sido discutido e esclarecido. Existe algo mais que você possa acrescentar? Lembre-se das outras dicas acima.

  6. Adicione valor: Esta é uma dica importante. Se você tem conhecimento sobre um ou mais temas da campanha eleitoral, comparilhe sua opinião. Faça com que a discussão tenha mais valor para todos. O que promove a democracia é um debate baseado em fatos e informações. Contribua, compartilhe, sempre deixando claro o que sustenta seus argumentos.

  7. Quantidade de posts: Se você está em campanha por um candidato, é esperado um volume maior de posts. Se não está em campanha, cuidado com o excesso. Política não é um tema que agrada a todos e um número excessívo de publicações pode ter efeito contrário ao desejado. De qualquer forma, sempre cuidado e atenção especial ao conteúdo.

As Redes Sociais estão transformando a sociedade. Pela primeira vez na história da política brasileira, estão sendo utilizadas de forma mais ativa em uma campanha. E, seguramente, terão impacto nos resultados. Faça a sua parte, contribua para o debate, mas sempre de forma respeitosa e construtiva, mirando um Brasil melhor para todos.

Dois pontos adicionais:

  1. De uma amiga... apenas para ficar claro, emoção é tudo na vida! Mas em se tratando de um tema polêmico e um espaço aberto, público, penso que o melhor é ter conteúdo com uma dose de emoção sim, mas não precisa ser grande. Emoção boa é uma conversa sobre política com amigos, em uma mesa de bar.
  2. De um amigo... vale lembrar que, no Facebook, você pode (e deve) controlar quem vê suas publicações. Se é público, está disponível para ser lido por qualquer um.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Never Offline, the age of the wearable devices


Last week in Boston, for customer meetings, I had the opportunity to witness, on American soil, the release of the iPhone 6, the iOS 8 and the Apple Watch. Received with great enthusiasm by a legion of admirers, the arrival of the devices mark the beginning of a new era and were featured on the cover of numerous specialized magazines (or not). Tthe traditional Time magazine, for example, devoted its cover and six pages to the subject, treating it as a paradigm shift and a profound shift on lifestyle. According to the report, speaking directly about the new watch "Apple is not just reviving an old category, it's moving the boundary".

Apple Watch is something new

Wristwatches have been around for decades. They were important in the wars of the last century, in aviation, on sports and gained prominence with sophisticated and expensive models, often attaining the status of jewelry. However, in a large part of the story, its primary function was always tracking the time (and, of course, function as alarm clocks or timers). In the 70s we witnessed the arrival of the first modified model, which became known as "calculator watch". The model won the market and survives today and is easily found in retail stores for about $ 25.00. Since then, no significant advance.

Recently we saw a further shift with the arrival of smart watches. Samsung went ahead and produced more than one million units of the Galaxy line, the report said, without producing large commotion in the market and no signs that it will "catch". Google also launched its model, which so far has not sold half a million units. This is the scenario in which Apple hits the market. The big difference is that Apple comes with more than just a watch. When CEO Tim Cook made the speech launching, repeatedly used the "personal" and "intimate" words. Basically, what Apple is doing is "asking you to strap a computer to your arm".

Wearable devices

Apple Watch is the bet of the Cupertino company in the area of wearable devices. There are already numerous applications in this area, such as those applied to the area of fitness and health. Companies like Nike, Fitbit, Jawbone and many other already placed apps on the market that allow you to monitor the behavior of your body during physical activity. Apple's proposal is to control a number of personal indicators such as pressure, temperature, heart rate, blood sugar level and more. Definitely, we still lack a clear vision of the scope of what lies ahead.

In this first version, Apple offers adapted versions of famous applications for weather forecast, value of stocks, passbook, photos, maps and more. Everything, of course, connected with an iPhone within reach for functions that require an Internet connection. Furthermore, using the HomeKit app, you can control home devices like your television, house lights, thermostat and more.

One of the big news is "Apple Pay" payment system. The proposal here is to leave behind the current means of payment such as checks and credit cards. Paying with Apple Pay all you need is your Apple Watch. An antenna on the iPhone 6, using the NFC technology (Near Field Communication) and your personal digital allow a payment to be made in seconds.


However, there are challenges ahead. So far, according to Time, the adoption of wearable devices has been slow. The main reason would be the aesthetic issue and also a personal matter. The use of such devices, monitoring personal information and eventually making it available for use by another company, is opening new loopholes in legislative issues. New terms will be needed for personal information to be shared.

As for aesthetics, apparently there was great progress. The first Smart Watches were large and without a proper style. Apple Watches comes with a lot of care with respect to the design and is likely to become objects of desire and even became fashionable.

Corporate Apps

One point not yet explored in this new frontier is the use of this type of device in the corporate world. During the launch, the focus was primarily on the end user. However, when we consider the use of an Apple Watch, or more broadly, of wearable devices, the applications are numerous. In fact, we can not even see all its possible uses.

A few weeks ago, IBM announced a major partnership with Apple to develop business applications for Apple devices. At the time, it was possible to visualize enterprise applications running on an iPad or an iPhone. Now, it opens a new window. For example, applications that allow the monitoring of equipment on an oil rig can gain agility. In addition, you can monitor the health of an employee, even in remote locations.

In conclusion, yes we are living one of those rare moments in which technology can transform our lifestyle and our work environment, just as happened with the advent of Personal Computers, Internet, Social Networks and the iPhone. The era of wearable devices arrived.

If we think of the universe of possibilities now available we cann't foresee wath is still to come around. Adding all this to Watson, we can see huge benefits in several areas such as health, telecommunications and many others.

Also according to Time, the great paradox of this new era is that wearable devices give you more control and, at the same time take away. We will, then, need to decide how much control we want, and how much we are willing to give away.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Never Offline, a era dos disposivitos "vestíveis"


Na semana passada, em Boston, para reuniões com clientes, tive a oportunidade de testemunhar, em solo americano, o lançamento do iPhone 6, do iOS 8 e do Apple Watch. Recebidos com grande entusiasmo por uma legião de admiradores, os dispositivos marcam o início de uma nova era e foram matéria de capa de inúmeras revistas especializadas (ou não). A tradicional Time, por exemplo, dedicou sua capa e 6 páginas ao tema, tratando-o como uma quebra de paradigma, de modelo, de estilo de vida. Segundo a matéria, falando diretamente sobre o novo relógio "Apple isn't just reviving an old category, it's moving a boundary".

O Apple Watch é novidade

Relógios de pulso existem a décadas. Foram importantes nas guerras do século passado, na aviação, nos esportes e ganharam destaque com modelos sofisticados e caros, muitas vezes alcançando o status de joia. No entanto, em grande parte da história tiveram como função básica marcar as horas (ou funcionar como cronômetros ou despertadores). Na década de 70 assistimos ao primeiro modelo "modificado", que ficou conhecido como "relógio calculadora". O modelo ganhou o mercado e sobrevive até hoje, sendo facilmente encontrado em lojas de varejo por cerca de US$ 25,00. De lá para cá, nenhum avanço significativo. 

Recentemente vimos mais uma mudança com a chegada dos smart watches. A Samsung saiu na frente e produziu mais de um milhão de unidades da linha Galaxy, segundo a reportagem, sem produzir grandes estardalhaços no mercado e sem dar sinais de que vai "pegar". A Google também lançou seu modelo, que até o momento não vendeu nem meio milhão de unidades. É neste cenário em que a Apple chega ao mercado. A grande diferença é que a Apple vem com mais do que simplesmente um relógio. Quando o CEO Tim Cook fez o discurso de lançamento, usou repetidas vezes as palavras "personal" e "intimate". No fundo, o que a Apple está fazendo é "asking you to strap a computer to your arm".

Wearable devices

O Apple Watch é a aposta da empresa de Cupertino na área de wearable devices, ou dispositivos vestiveis, se é que esta tradução é aceitável. Já existem inúmeras aplicações nesta área, como aquelas aplicadas a área de fitness e de saúde. Empresas como Nike, Fitbit, Jawbone e muitas outras já colocaram no mercado dispositivos que permitem monitorar o comportamento do seu corpo durante atividades físicas. A proposta da Apple é permitir o controle de um sem número de indicadores pessoais, como pressão, temperatura, batimentos cardíacos, nível de açúcar no sangue e muito mais. Definitivamente, ainda não temos uma visão clara do alcance do que vem pela frente.

Nesta primeira versão, a Apple disponibiliza versões adaptadas de famosos aplicativos como para previsão de tempo, valor de ações, o passbook, photos, mapas e muito mais. Tudo, é claro, conectado com um iPhone ao alcance para funções que necessitem de uma conexão com a Internet. Além disso, usando o app HomeKit, será possível controlar dispositivos domésticos como sua televisão, luzes da casa, termostato e muito mais. 

Uma das grandes novidades é o sistema de pagamento Apple Pay. A proposta aqui é deixar para trás os meios atuais de pagamento como cheques e cartões de crédito. Com o Apple Pay, basta usar o Apple Watch. Uma antena no iPhone 6, a tecnologia NFC (Near Field Communication) e a sua digital permitem que seja feito um pagamento sem questão de segundos.


Nem tudo são flores

No entanto, existem desafios pela frente. Até o momento, segundo a Time, a adoção dos wearables devices tem sido lenta. Os principais motivos seriam a questão estética e também uma questão pessoal. O uso de um dispositivo destes, monitorando informações pessoais e, evenvualmente as tornando disponíveis para uso por outra empresa, abre novas brechas em questões legislativas. Novos termos de uso serão necessários para que informações pessoais sejam compartilhadas.

Quanto a questão estética, aparentemente houve grande progresso. Os primeiros Smart Watches eram grandes e sem um estilo próprio. Os relógios da Apple vem com uma série de cuidados com relação ao design e tem grandes chances de tornarem-se objetos de desejo e até mesmo virar moda.

Aplicações no mundo corporativo

Um ponto ainda pouco explorado desta nova fronteira é o uso deste tipo de dispositivo no mundo corporativo. Durante o lançamento, o foco foi primordialmente o usuário final. No entanto, quando pensamos no uso de um Apple Watch, ou mais amplamente, em wearable devices, as aplicações são inúmeras. Na verdade, ainda nem conseguimos visualizar todas seus possíveis usos.

Faz poucas semanas, a IBM anunciou uma grande parceria com a Apple para o desenvolvimento de aplicações de negócio para os dispositivos da Apple. Na época, já era possível visualizar aplicações corporativas rodando em um iPad ou em um iPhone. Agora, abre-se uma nova janela. Por exemplo, aplicações que permitem o monitoramento de equipamentos em uma plataforma de petróleo podem ganhar em agilidade. Além disso, será possível monitorar as condições de saúde de um funcionário, mesmo em localidades remotas.

Concluindo, estamos sim vivendo um daqueles raros momentos em que a tecnologia pode transformar nosso estilo de vida e nosso ambiente de trabalho, da mesma forma como aconteceu com a chegada dos Computadores Pessoais, da Internet, das Redes Sociais e do iPhone. A era dos wearable devices chegou.

Se pensarmos no universo de possibilidades agora disponível vemos que muita coisa nova vem por aí. Somando tudo isso ao Watson, podemos ver enormes benefícios nas mais diversas áreas, como saúde, telecomunicações e muitas outras. 

Ainda segundo a Time, o grande paradoxo desta nova era está em que os dispositivos vestíveis te dão mais controle e, ao mesmo tempo, tiram. Será preciso, então, decidir quanto controle queremos, e quanto estamos dispostos a abrir mão.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Futebol, a paixão do povo, e big data, uma relação de amor e ódio


Em uma sala localizada no nono andar do edifício da IBM em Botafogo, no Rio de Janeiro, um grupo de pesquisadores e consultores acompanha atentamente os jogos da Copa do Mundo. Eles assistem a todos os jogos, alimentados por muita pizza e refrigerantes. Como todo brasileiro, vibram com os melhores lances e sofrem com a qualidade de alguns jogos. No entanto, mais do que torcer, eles estão ali trabalhando, em um projeto da IBM Research. O que eles fazem é "ouvir" tudo o que os torcedores "falam" no Twitter sobe os jogos e os jogadores e, a partir daí, tentam entender se estão gostando ou não. O objetivo é demonstrar uma tecnologia desenvolvida nos laboratórios da IBM, e transformada em serviço, que faz Análise de Sentimentos em Redes Sociais, e que foi batizada de FAMA.

O processo é complexo. São centenas de milhares de tweets a cada jogo. Apenas no jogo de ontem, entre Brasil e Camarões, um jogador, Neymar, teve seu nome mencionado em 409.971 posts. São 50 mil tweets a mais do que o jogo entre Estados Unidos e Portugal. Nada mal para um único jogador. Ao final do primero tempo, ele teve avaliação positiva em 43% das publicações. 

Durante o jogo o time do Brasil recebeu 1.563.387 menções e, o time de Camarões, 130.846. Dentre as menções ao nosso time, 45% foram positivas, 16% foram neutras e 39% negativas. Definitivamente, não temos unanimidade com relação a nossa seleção.

Termômetro Social,
no aplicativo Segunda Tela, da Globo
Como acompanhar:

Todos os resultados das análises sociais são publicados na mídia, atualmente no site da ESPN e, em uma parceria com a Globo, atraves do aplicativo "segunda tela". Veja abaixo como acompanhar:

  • O site da ESPN, Torcida nas Redes, apresenta as análises feitas pelo time da IBM.
  • O aplicativo "segunda tela da Globo" permite que torcedores participem de um chat, mostra estatisticas gerais sobre os jogos e possibilita acompanhar o sentimento nas rede sociais (este último em parceria com a IBM)

Infográfico do Torcida nas Redes, do site da ESPN
E como isso funciona?

O processo é bem interessante e acontece em tempo real. O FAMA monitora tudo o que é postado no Twitter sobre o tema "Copa do Mundo". Para fazer isso, ele precisa do suporte de um dicionário especial que, basicamente, permite ao sistema saber se o tweet é sobre futebol ou não (para outras aplicações devem ser utilizados outros dicionários). Cada tweet é analisado e se for identificado que ele tem aderência ao tema, ele é selecionado para ser estudado. A partir daí, acontecem 5 etapas:
  1. As palavras que compõem cada tweet são separadas umas das outras em um processo conhecido como parser (ou tokenization)
  2. Em seguida, as palavras são normalizadas, ou seja, erros são corrigidos e, eventualmente, sinônimos são empregados
  3. Depois disso, cada palavra é categorizada de acordo com as regras da gramática portuguesa. São identificados os adjetivos, substantivos, verbos, etc
  4. A seguir, é encontrado o lema de cada verbo. Esta é uma etapa particularmente difícil pois depende do contexto (não é simplesmente encontrar a raiz de uma palavra)
  5. Para finalizar, o sentimento de cada palavra é retornado. Ele pode ser positivo, negativo ou neutro.
O sentimento retornado para cada palavra foi previamente aprendido através de outras técnicas e da repetição (ele é, tecnicamente falando, ensinado ao algorítmo). Uma vez que tenhamos o sentimento de uma palavra, precisamos agora simplesmente calcular o do tweet inteiro. Finalizando, um analisador estatístico vai calcular as frequências com que os nomes dos jogadores são mencionados, com que os temas mais frequentes são usados, e por aí vai. O resultado é, então apresentado, de forma comparativa.

O processo é bastante complexo. Todos sabemos que palavras podem ter um sentido diferente dependendo da forma como são usadas. Por exemplo, o verbo "vamos" é, usualmente, neutro mas, no futebol, quando usado em "vamos Brasil", tem uma conotação positiva. Já quando é usado em "vamos embora, o jogo está péssimo", tem sentido negativo. Da mesma forma, o tratamento a ser dado a outras palavras passa pelo mesmo desafio. Para resolvê-lo, é necessário um processamento preliminar manual, onde analistas montam uma tabela de polaridade.

Onde mais o FAMA pode ser usado?

Aplicar toda esta tecnologia e metodologia em outros ambientes é a grande aposta da IBM. A computação cognitiva aparece como a nova grande promessa da indústria de tecnologia. Analisar as grandes quantidades de dados disponíveis nas redes sociais tem o potencial de oferecer insights extremamente valiosos para empresas de todas as indústrias e portes. Imagine poder analisar, em tempo real, o sentimento dos clientes de um banco com relação a um novo produto lançado no mercado e fazer ajustes nas campanhas de marketing imediatamente. Ou a possibilidade de oferecer serviços e produtos direferenciados, com base nos sentimentos de seus clientes. As aplicações são enormes e podem transformar várias indústrias como o varejo, serviços financeiros, e muitas outras.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Ted, the fridge

Imagine the following conversation:

- Good morning, Mr. Ted. We received a contact from you and would like to verify how we can serve you.
- Thank you for contacting. I'm with my milk supply close to the minimum limit.
- I understand. Would you like to order some more milk?
- Yes I would like to order 6 liters of whole milk.
- Perfectly. Your order is registered and the final price with taxes is $ 28.00. Delivery will be made within 12 hours. The tracking code for your order is 89634529. Anything else I can offer today?
- Not at the moment. Thank you very much.

This is an absolutely natural conversation that occurs thousands of times every day around the world. The detail is that this one, in particular, is the communication between a refrigerator, called Ted, and the virtual attendant of a company that provides milk. The most optimistic forecasts indicate that this type of communication, which is already happening, will grow tremendously in the coming months and, before long, will be so natural that we will not find it strange to name a refrigerator Ted.

The IoT (Internet of Things) is the new frontier to be explored and promises to have a huge impact not only for businesses, but for each of us. The promise is big and points to a near future in which we will question deeply about "how could we live without all this communication?". To give an idea, I recently read an article and infographic prepared by the Best Computer Science Degrees, (an institution whose purpose is to advise interested in applying to something in the area of Computer Science) where they state that, in 2015, there will be around 25 billion devices and equipments connected to the Internet and communicating with each other.

The idea is simple. Today, our computers are connected to the Internet and each time they connect, they receive an IP address (I will not enter into the merits of static or dynamic IP, although this concept has a great impact on the subject). Going beyond our computers, the concept is that each device, like the radio of our cars, the refrigerator (both Ted as well as others), the television in our living room or the air conditioning in our room, each of them will be connected to the Internet. And all of them will provide services and resources not yet explored. The example of self-maintenance of stock is one of them, as well as the air conditioning in your home, that will automatically set themselves on the time and temperature that pleases you, a special selection of songs in your car, etc.. All of this will happen seamlessly. Example: your car could send a signal to the air conditioning system of your home when you are 2 miles away from your destination. Your alarm clock could send a signal to your coffee maker to prepare a coffee at a selected time. And many others that we can not even envision yet but, very soon, will be integral part of our lives.

The market is big. In 2012, it is estimated that the gross revenues of the segment, still in its early stages, was $4.8 trillion. This whole new world will generate even more information that somehow will need to be worked, reinforcing the concepts of Mobility, BigData and Analytics. We are very close to witness a major transformation in our lives in the coming years.

Check out the infographic prepared by them:


Ted, a Geladeira

Imagine a seguinte conversa:
- Bom dia, Sr. Ted. Recebemos um contato seu e gostariamos de verificar de que forma podemos atendê-lo.
- Obrigado pelo contato. Estou com meu estoque de leite próximo ao limite mínimo.
- Entendo. Gostaria de fazer um pedido?
- Sim. Gostaria de solicitar a compra de 6 litros de leite integral.
- Perfeitamente. Seu pedido já está registrado e o preço final, com impostos, é de R$ 28,00. A entrega será feita em 12 horas. O código de rastreamento para seu pedido é 89634529. Algo mais que possa oferecer hoje?
- No momento não. Muito obrigado.

Esta é uma conversa absolutamente natural, que ocorre milhares de vezes a cada dia, em todo o mundo. O detalhe é que esta, em especial, representa a comunicação entre uma Geladeira, chamada de Ted, e o atendente virtual da empresa fornecedora de leite. As previsões mais otimistas indicam que este tipo de comunicação, que já está acontecendo, vai crescer enormemente nos próximos meses e, em pouco tempo, será tão natural que nem acharemos estranho uma geladeira ter o nome de Ted.

A Internet das Coisas (Internet of Things, IoT) representa a nova fronteira a ser explorada e promete ter um enorme impacto não somente para as empresas, mas para cada um de nós. A promessa é grande e aponta para um futuro próximo em que nos questionaremos profundamente sobre "como podiamos viver sem toda essa comunicação?". Para que se tenha uma idéia, recentemente li um artigo e infográfico preparado pela Best Computer Science Degrees, (uma instituição que tem como finalidade aconselhar interessados em cursar algo na área de Ciência da Computação) no qual afirmam que, em 2015, teremos simplesmente 25 bilhões de dispositivos e equipamentos conectados a Internet e se comunicando entre si.

A idéia é simples. Hoje temos nossos computadores conectados a Internet e cada um deles recebe um endereço IP durante suas conexões (não vou entrar aqui no mérito de IP estático ou dinâmico, apesar deste conceito ter um impacto grande no tema). Indo além de nossos computadores, o conceito é que cada dispositivo, como o rádio de nossos carros, a geladeira (tanto o Ted quanto outras), a televisão em nossa sala de estar ou o ar condicionado de nossa sala, cada um deles estará conectado à Internet. E oferecerão serviços e recursos ainda pouco explorados. O exemplo da manutenção automática de estoque é um deles, assim como a climatização da sua residência, na hora e na temperatura que te agrada, uma seleção especial de músicas em seu carro, etc. Tudo isso aconteceria de forma integrada. Exemplo: seu carro poderia enviar um sinal para o sistema de ar condicionado de sua casa quando você estiver a 10 minutos do seu destino. Seu despertador poderia enviar um sinal para sua cafeteira preparar um café no horário selecionado. E muitos outros que nem conseguimos vislumbrar ainda mas que, muito em breve, farão parte integrante de nossas vidas.

O mercado é grande. Em 2012 estima-se que o faturamento bruto do segmento, ainda em sua fase inicial, foi de US$ 4,8 trilhões. Todo este novo mundo vai gerar ainda mais informações que, de alguma forma, precisarão ser trabalhadas, reforçando os conceitos de Mobilidade, BigData e de Analytics. Estamos próximos de assistir a uma grande transformação em nossas vidas, nos próximos anos.

Vejam o infográfico preparado por eles:


terça-feira, 18 de março de 2014

Information stored in the cloud, an Open Letter to IBM Customers

Much has been said about the security of information stored in the cloud. The recent case of leakage / espionage involving the NSA brought the topic to the main agenda of discussions of CEOs and CIOs worldwide. IBM has just published an Open Letter to our Customers about government access to stored information. Below you can find the original content, published last Friday, March 14th, signed by Robert Weber, IBM Senior Vice President, Legal and Regulatory Affairs, and General Counsel.

For decades, clients around the world have trusted IBM with their data. We believe we have earned that trust.
In view of the wide range of proposed government regulations around the world related to the handling and treatment of data, clients have asked us questions about their data – how best to secure it, where to locate it, and how we would respond should governments request access.
This is also a matter of interest to our employees, our partners, and our shareholders. Given the global discussion about data security and privacy, we wanted to communicate our view on these issues.
At the outset, we think it is important for IBM to clearly state some simple facts:
  • IBM has not provided client data to the National Security Agency (NSA) or any other government agency under the program known as PRISM.
  • IBM has not provided client data to the NSA or any other government agency under any surveillance program involving the bulk collection of content or metadata.
  • IBM has not provided client data stored outside the United States to the U.S. government under a national security order, such as a FISA order or a National Security Letter.
  • IBM does not put “backdoors” in its products for the NSA or any other government agency, nor does IBM provide software source code or encryption keys to the NSA or any other government agency for the purpose of accessing client data.
  • IBM has and will continue to comply with the local laws, including data privacy laws, in all countries in which it operates.
IBM is fundamentally an enterprise company, meaning our customers are typically other companies and organizations rather than individual consumers. We serve some of the world’s most successful global corporations, helping them achieve their business goals.
Our business model sets us apart from many of the companies that have been associated with the surveillance programs that have been disclosed. Unlike those companies, IBM’s primary business does not involve providing telephone or Internet-based communication services to the general public. Rather, because the vast majority of our customers are other companies and organizations, we deal mainly with business data. Our client relationships are governed by contract, with clear roles and responsibilities assigned and clearly understood by all parties. To the extent our clients provide us access within their infrastructure to the type of individual communications that reportedly have been the target of the disclosed intelligence programs, such information belongs to our clients.
For these reasons, it has long been our (and our clients’) expectation that if a governmentdid have an interest in our clients’ data, the government would approach that client, not IBM.
Our Commitment to Clients and Recommendations to Governments
We understand that clients are concerned about the security and privacy of their data. Therefore, we want to offer the following assurances:
  • In general, if a government wants access to data held by IBM on behalf of an enterprise client, we would expect that government to deal directly with that client.
  • If the U.S. government were to serve a national security order on IBM to obtain data from an enterprise client and impose a gag order that prohibits IBM from notifying that client, IBM will take appropriate steps to challenge the gag order through judicial action or other means.
  • For enterprise clients’ data stored outside of the United States, IBM believes that any U.S. government effort to obtain such data should go through internationally recognized legal channels, such as requests for assistance under international treaties.
  • If the U.S. government instead were to serve a national security order on IBM to obtain data stored outside the United States from an enterprise client, IBM will take appropriate steps to challenge the order through judicial action or other means.
  • IBM will continue to invest in world-class security technologies and services, and we will engage governments around the world on behalf of sensible, market-led policies that enable the free flow of data while promoting strong security. IBM will also continue its decades-long tradition of privacy leadership.
Governments must act to restore trust. IBM believes governments should take the following actions:
  • Governments should reject short-sighted policies, such as data localization requirements, that do little to improve security but distort markets and lend themselves to protectionist tendencies.
  • Governments should not subvert commercial technologies, such as encryption, that are intended to protect business data.
  • The U.S. government should have a robust debate on surveillance reforms, including new transparency provisions that would allow the public to better understand the scope of intelligence programs and the data collected.
Conclusion
Technology often challenges us as a society. This is one instance in which both business and government must respond. Data is the next great natural resource, with the potential to improve lives and transform institutions for the better. However, establishing and maintaining the public’s trust in new technologies is essential.
IBM is committed to being a responsible participant in this discussion and a strong advocate for our clients.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Yes, we CAMS


In the late nineties the most discussed issue by organizations of all sizes and industries, was the "millennium bug". Legend was that in the turn of the century, all the old systems, most still developed in Cobol, especially in the financial sector simply would stop working, causing chaos in banks, airlines, etc.. 15 years have passed and it is simply amazing to see the huge transformation the IT industry has passed. Today, the most discussed topics are Cloud, Analytics, Mobile and Social (CAMS). They consume most of the investments and time of CIOs .

Last year alone, the pace of change has increased dramatically. These are some of the moves that we have seen:

  • The entry of a huge amount of new entrants, 
  • Significant increase in the number of mergers and acquisitions, especially in the technology sector 
  • Increase of investment by venture capital companies in projects for the corporate world

All of this, strongly influenced by the development of the concepts we call CAMS. The scale of change is large. There was a huge increase in the number of users, number of sensors spread across all corners of "smart" devices, such as smartphones, for example, channels, relationships, transactions and more. One result has been the generation of a data volume in 2013, of approximately 4 zetabytes (4 x 10 ^ 21), about 4 times that was generated in 2010. And CAMS is behind this whole process. 

IBM, in recent years, has closely followed this process with active participation. Acquired companies and developed solutions that are now part of the largest portfolio available in the technology industry. Let's see in more detail each of the components of CAMS:

Cloud

To begin, Cloud is not a technology, it is a "technology delivery modeo". For a customer this means in practice that he will not need to keep on their premises IT infrastructure. All the IT services he may need, will be accessed through web browsers on systems that are hosted on servers somewhere outside the company. Moreover, it will not demand s skilled IT staff. This can bring good savings, of course, depending on numerous other factors.

IBM is investing heavily in the area. Since 2007, the company has invested more than $7 billion in acquisitions to accelerate their cloud initiatives and to build a solid portfolio of solutions. Every day more than 5.5 million customer transactions are processed on the IBM public cloud. In addition, IBM holds 1560 patents on cloud solutions. IBM announced earlier this year, investments of $ 1.2 billion to expand its network of datacenters. This year IBM will have 40 processing centers in 15 countries on 5 continents. It is positioning itself to be the leading player in this segment that promises, for 2020, to be worth US$200 billion.

In 2013, IBM acquired the company SoftLayer, which is currently the foundation of the entire portfolio of cloud solutions company. The platform now serves over 2400 customers worldwide.

Analytics

Considering only the year 2013 were generated approximately 4 zetabytes information (do not ask me how it was calculated or even estimated). As we have seen, it is 4 times more than all that was produced in 2010. To make matters worse, much of the information is not stored in a structured way. A more detailed analysis shows that about 80% of what is generated is text in e-mails to tweets in posts, instant messages, videos, etc.. At the same time we have a much larger amount of information than in previous years, so we take something useful it is necessary to have the ability to analyze its meaning. And it is much more complicated than simply using a supercomputer with a large computing capacity.

IBM, with a long history of development of supercomputers, launched Watson. It came into the world in a computer format but in reality it is much more than that. Watson is a system composed of hardware, software and services, which inaugurated a new era in the history of computing, Cognitive Computing. We've talked about this project here and about its impact on modern computing. The fact is that it paves the road to make it possible to study huge amounts of information, in the most different formats in any field of science, for example, in medicine, oil exploration, education, research new drugs, etc. 

Mobile

"M" in CAMS comes from  Mobility. And this, in my opinion, is one of the next frontiers to be explored. Currently there are already tens of thousands of applications that exploit mobile devices like tablets or smartphones. There are billions of these devices and it is simply no longer possible to ignore the fact that people do not just work in their offices. Likewise it is extremely common to surf the Internet anywhere. Develop a system today, without taking into consideration the issue of mobility it is nonsense.

Furthermore, I argue that we are only at the beginning of the exploration of this frontier as more new devices are being used in mobile form not only smartphones and tablets. Just see the effort being made ​​by Apple and other companies to have their systems somehow embedded in automobiles. We have even the devices related to fitness. Each of these new devices generate more information that needs to be processed in some way so that it has value.

Every day it is more common that employees bring to their work devices such as personal tablets, for example. And companies need to take care of several aspects like provision processing power and, especially, safety. IBM has a number of solutions tested and approved to ensure cross-platform management devices to ensure safety and also to provide a development platform that facilitates the delivery of solutions for different mobile devices.

Mobility is not just to ensure that a system works on a smartphone. It is essential to ensure scalability, ensuring operation even with the most diverse internet bandwidths available, integration with other enterprise systems, and especially safely. 

Social is one of the strategic pillars of IBM, along with the "other CAMS" . Needless to say all the effort and investment that has been made ​​by the company in recent years in this area. The solution offered by IBM Social Business is today the market leader in the corporate world. Large corporations have implemented Social Business projects with IBM technologies, such as Connections, and today they reap the results of greater collaboration among their employees. Greater agility, commitment, information exchange and innovation are some of the benefits offered.

To enter the corporate world, investments were made in the areas of security, integration, scalability and mobility. Any solution offered by IBM today can be consumed directly at the customer premises, through the cloud or in a hybrid environment. This is a customer choice. 

CAMS

In conclusion, CAMS is much more than one product or a single solution. This is a "strategic vision", developed based on market research and the partnership with  IBM customers and partners worldwide. It is a vision of a new frontier being discovered every day and has the power to transform the corporate world as we know it. Not long ago we could not imagine how someone someday could work without using a phone. In a few years it will be hard to imagine how we worked without Cloud, Analytics, Mobile and Social.

Yes, we CAMS


No final da década de noventa o tema mais discutido, por empresas de todos os portes e indústrias, era o "bug do milênio". A lenda dava conta que, na passagem do século, todos os antigos sistemas, maioria absoluta ainda desenvolvida em Cobol, principalmente no setor financeiro, simplesmente parariam de funcionar, gerando um caos em bancos, empresas aéreas, etc. Já se passaram 15 anos e é simplesmente incrível ver a enorme transformação pela qual a indústria de TI passou. Hoje, os temas mais discutidos são Cloud, Analytics, Mobile e Social (CAMS). São eles que consomem grande parte dos investimentos e do tempo dos CIOs.

No último ano, apenas, o rítmo da mudança aumentou enormemente. Estes são alguns dos movimentos a que assistimos:
  • A entrada de uma quantidade enorme de novos entrantes, 
  • Aumento significativo no número de fusões e aquisições, principalmente no setor de tecnologia
  • Aumento no investimento de empresas de Venture Capital em projetos voltados para o mundo corporativo
Tudo isso fortemente influenciado pelo desenvolvimento dos conceitos que chamamos de CAMS. A escala da mudança é grande. Houve uma ampliação enorme no número de usuários, no número de sensores espalhados por todos os cantos, de dispositivos "espertos", como smartphones, por exemplo, de canais, relações, transações e muito mais. Um dos resultados foi a geração de um volume de dados, em 2013, de aproximadamente 4 zetabytes (4 x 10 ^21), aproximadamente 4 vezes o que foi gerado em 2010. E CAMS está por trás de todo esse processo.

A IBM, nos últimos anos, acompanhou de perto esse processo, com uma participação ativa. Adquiriu empresas e desenvolveu soluções que hoje fazem parte do maior portfolio disponível na indústria de tecnologia. Vamos ver em mais detalhes cada um dos componentes do CAMS:

Cloud

Para começar, Cloud não é uma tecnologia, é um "modelo de entrega de tecnologia". Para um cliente isso significa, na prática, que ele não vai precisar manter, em suas instalações, infraestrutura de TI. Tudo o que ele precisa, vai acessar por navegadores web em sistemas que estão hospedados em servidores em algum lugar, fora de sua empresa. Além disso, também não vai precisar de tantos funcionários espealizados em TI. Isso pode trazer uma boa economia para ele, claro, dependendo de inúmeros outros fatores.

A IBM vem investindo pesado na área. Desde 2007, a empresa já investiu mais de US$ 7 bilhões em aquisições para acelerar suas iniciativas em cloud e para construir um sólido portfolio de soluções. Diariamente são processadas mais de 5,5 milhões de transações de clientes na nuvem pública da IBM. Além disso, a IBM detem 1560 patentes apenas em cloud. A IBM anunciou, no início deste ano, investimentos de US$1,2 bilhão para ampliar sua rede de datacenters. Este ano, terá 40 centros de processamento em 15 países nos 5 continentes. Está se posicionando para ser o principal player deste segmento que promete, para 2020, que promete ter valor de mercado de US$ 200 bilhões.

Em 2013, a IBM adquiriu a empresa SoftLayer, que é, atualmente, a fundação de todo o portfolio de soluções de cloud da empresa. A plataforma já serve a mais de 2400 clientes em todo o mundo.

Analytics

Considerando apenas o ano de 2013 foram gerados aproximadamente 4 zetabytes de informações (não me perguntem como isso foi calculado ou até mesmo estimado). Como vimos, isso representa 4 vezes mais de tudo o que foi produzido em 2010. Para piorar o cenário, grande parte das informações não está armazenada de forma estruturada. Uma análise mais detalhada mostra que cerca de 80% de tudo o que é gerado está em texto, em emails, em tweets, em posts, instant messages, videos, etc. Ao mesmo tempo que temos uma quantidade muito maior de informações do que nos anos anteriores, para tirarmos algo de útil dela é necessário termos condições de analisar seu significado. E isso é bem mais complicado do que simplesmente usarmos um supercomputador com uma grande capacidade computacional.

A IBM, com uma longa história de desenvolvimento de super computadores, lançou o Watson. Veio ao mundo no formato de um computador mas, na realidade, é muito mais do que isso. O Watson é um sistema, composto por hardware, software e serviços, que inaugurou uma nova era na história da computação, a da Computação Cognitiva. Já falamos sobre esse projeto aqui e sobre seu impacto na computação moderna. O fato é que ele pavimenta a estrada para que seja possível estudar com muito mais critério enormes quantidades de informação, nos mais diferentes formatos, em qualquer campo da ciência como, por exemplo, na medicina, na exploração de petróleo, educação, pesquisa de novos medicamentos, etc.

Mobile

O "M" de CAMS vem de Mobilidade. E esta é uma das próximas fronteiras a ser desenvolvida. Atualmente já existem dezenas de milhares de aplicações que exploram dispositivos moveis como tablets ou smartphones. Existem bilhões destes dispositivos e simplesmente não dá mais para ignorar o fato de que as pessoas não trabalham apenas em seus escritórios. Da mesma forma que é extremamente comum navegar na Internet em qualquer local. Desenvolver um sistema hoje, sem levar em consideração a questão da mobilidade é besteira.

Além disso, afirmo que estamos apenas no início da exploração desta fronteira pois cada vez mais novos dispositivos vem sendo utilizados de forma movel, não apenas smartphones e tablets. Basta ver o esforço sendo feito pela Apple e outras empresas para ter seu sistema, de alguma forma, embarcado em automóveis. Temos ainda os dispositivos relacionados com fitness. Cada um destes novos dispositivos gera mais informação que precisa ser processada de alguma forma para que tenha valor.

A cada dia é mais comum que funcionários tragam para o trabalho os seus dispositivos, como tablets, por exemplo. E as empresas precisam cuidar de diversos aspectos como provisionar capacidade de processamento e, principalmente, segurança. A IBM tem uma série de soluções testadas e aprovadas para garantir gerenciamento de diferentes plataformas de dispositivos, para garantir segurança e, também, para oferecer uma plataforma de desenvolvimento que facilite a entrega de soluções para os mais diversos dispositivos móveis.

Mobilidade não é apenas garantir que um sistema ou outro funcione em um smartphone. É fundamental garantir escalabilidade, garantia de funcionamento mesmo com as mais diversas bandas de internet disponíveis, integração com outros sistemas corporativos e, principalmente, muita segurança.

Social

Social é um dos pilares estratégicos da IBM, junto com os CAMS. Desnecessário dizer todo o esforço e investimento que vem sendo feito pela empresa, nos últimos anos, nesta área. A solução de Social Business oferecida pela IBM é, hoje, líder de mercado no mundo corporativo. Grandes corporações implementaram projetos de Social Business com as tecnologias da IBM, como o Connections, e hoje já colhem os resultados de uma maior colaboração entre seus funcionários. Maior agilidade, comprometimento, troca de informações e inovação são alguns dos benefícios oferecidos.

Para entrar no mundo corporativo, investimentos foram feitos nas áreas de segurança, integração, escalabilidade e mobilidade. Toda a solução oferecida pela IBM hoje pode ser consumida diretamente nas instalações do cliente, atraves da nuvem ou em um ambiente híbrido. O cliente escolhe.

CAMS

Concluindo, CAMS é muito mais do que um produto ou uma solução. Trata-se de uma "visão estratégica", desenvolvida com base em pesquisas de mercado e com a parceria dos clientes e parceiros da IBM em todo o mundo. É uma visão de uma nova fronteira sendo descoberta a cada dia e que tem o poder de transformar o mundo corporativo como o conhecemos. Faz pouco tempo não conseguiamos imaginar como alguem, algum dia, trabalhou sem o uso de um telefone. Em poucos anos, será difícil imaginar como trabalhavamos sem Cloud, Analytics, Mobile e Social.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

IBM Smartcloud Exchange - All about cloud in a single place


Announced today, IBM SmartCloud Exchange is a single place where you can find everything that is available in terms of IBM cloud. It is the result of a collaborative work involving 18 teams in different countries, who shared information and managed the entire project based on communities created in IBM Connections. The site is completely self-service, and through it, you can contract several different types of solutions.

The Catalog is where you can find all the available solutions, whether for business, infrastructure or development.

Want to contract a collaboration solution? What about Social Business Collaboration? Need something for Business Process Management, you will find it there ... And what if you need something related to smarter cities? City Insights and City Planning and Operations are available. Furthermore, there can also be contracted solutions for Data Warehousing, Analytics, Contract Management, Mobile Messaging, Employee Recruitment and much, much more.

The second part of the catalog is dedicated to tools and environments for development as Dojo, Ruby, MongoDB, JSON Database, SQL Database and Agile Development. All these, and many others, can be contracted in the cloud.

In the third part of the Catalog you can found solutions for operations such as Performance Management Applications and Infrastructure Services, Security, VPN, Business Recovery, Disaster Recovery and many others.

In addition to the Catalog, the site has another session specially developed to offer basic explanations about Cloud. Want to understand more about cloud, cloud security or needed investments? It's all there, ready to be consulted. Want to meet success case stories? See how other customers are using cloud solutions from IBM.

It is worth knowing a little more about this new environment from IBM.

This is an extremely ambitious project and it is a result of the new IBM Austin Lab Design Studio, dedicated to creating richer and easier user experiences. Get to know a little more about this new laboratory, opened on November, 6th, last year, watching the video below:

IBM Smartcloud Exchange - Tudo de nuvem em um único lugar!


A IBM anunciou, hoje, o IBM Smartcloud Exchange, um local único, com absolutamente tudo o que está disponível em se tratando cloud da IBM. É o resultado de um trabalho colaborativo que envolveu 18 times em diferentes países, que compartilharam informações e gerenciaram todo o projeto com base em comunidades criadas no IBM Connections. O site é totalmente self-service e, através dele, pode-se contratar diversos tipos diferentes de soluções.

O Catálogo é onde encontramos todas as soluções disponíveis, sejam para negócios, desenvolvimento ou infraestrutura.

Quer contratar uma solução para colaboração, que tal o Social Business Collaboration? Precisa de algo para Business Process Management, tem lá... E se for algo relacionado com cidades inteligentes? City Insights e City Planning and Operations estão disponíveis. Além disso, também podem ser contratadas pelo site soluções para Data Warehousing, Analytics, Contract Management, Mobile Messaging, Employee Recruitment e muito, muito mais.

A segunda parte do Catálogo é dedicada a ferramentas e ambientes para desenvolvimento como Dojo, Ruby, MongoDB, JSON Database, SQL Database e Agile Development. Todos estes, e muito outros, podem ser contratados na nuvem.

Na terceira parte do Catálogo encontramos soluções para operações como Gestão de Performance de Aplicações e Infraestrutura, Serviços de Segurança, VPN, Business Recovery, Disaster Recovery, e muitas outras.

Além do Catálogo, o site ainda tem uma sessão especialmente desenvolvida para oferecer explicações básicas sobre Cloud. Quer entender mais sobre cloud, sobre segurança em nuvem, sobre investimentos, está tudo lá, pronto para ser consultado. Quer conhecer casos de sucesso, ver como outros clientes estão usando as soluções de nuvem da IBM, o site mostra vários casos de uso.

Vale a pena conhecer um pouco mais sobre este novo ambiente da IBM.

Trata-se de um projeto extremamente ambicioso e já é resultado do novo laboratório IBM Austin Design Studio, dedicado a criar experiências de usuário mais ricas e fáceis. Aproveite para conhecer um pouco mais sobre este novo laboratório, inaugurado em 6 de novembro do ano passado, vendo o vídeo abaixo:

domingo, 23 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

IBM Connect 2014 - Opening General Session - Social Collaboration Demo


So this is it. IBM Connect 2014 is over now. With thousands of attendees from many countries this was by far one of the most intense and content full events ever. Check here the social snapshot and press coverage of the event. Important to mention, also, we had a record attendance from Latin America Customers and Business Partners with more than 100% growth year to year (click here for some of their presentations). But you were not able to make it... Well, let's try to fix it, at least part of it. If you didn't attend you missed a fantastic presentation on Social Collaboration delivered right at the Opening General Session. Here you can find it. Watch and listen to the demo and feel free to share your thaughts leaving a comment. 


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

IBM Connect 2014 - Social Snapshot and Press Coverage, Final

Here goes the final numbers about IBM Connect 2014. Really impressive.

Connect 2014: Social Snapshot

These metrics reflect Sunday, January 26 - Thursday, January 30

  • More than 42K Tweets mentioned #IBMConnect
  • 172 Million Impressions from 11,815 unique users during the event, a 55% increase from 2013
  • Overall engagement up 66% increase over 2013 
  • Engagement with key influencers up by more than 50% 
  • 95% of the top authoritative tweeters were Non-IBMers such as William Tincup, Jay Baer, Mark Fidelman, Pam Moore and Veronica Belmont 
  • More than 1,800 pictures uploaded in Instagram and Flickr with #IBMConnect

Connect 2014: Coverage Highlights

“An individual as a consumer is better served if you’re creating engaging moments for that consumer. Similarly, in SmarterCities, a lot of that is about engaging citizens in cities and municipalities. And now, I’m continuing the great work that [Rudy Karsan of IBM Kenexa] has been doing to create engaging moments with an employee, as you attract, retain, or develop them through the full life cycle of an employee. -- Craig Hayman. – Forbes

“It’s very difficult to train a front line concession worker to be intrinsically friendly and deliver exceptional customer service,” he said. So instead, AMC turned its focus away from training existing employees, and toward ensuring they were hiring the right general managers – the most crucial players in developing engagement –with the right skills, talent and cultural fit for the theaters...The results of AMC’s reduction in formal training were a corresponding reduction in staff turnover (from 200% to 90%) and increases in both guest satisfaction (from 43% to 53%) and front line employee engagement (from 58% to 70%). On top of all that, the general managers hired under the new system generated an extra $300,000 in yearly concession sales than did the control group. - Forbes

The external focus is on a new set of social sentiment data provided by customers that is infused with behavioral science and analytics that could give us the next level of loyalty programs or help identify 'at risk' customers for intervention. Scott Hebner, VP of Social Business Solutions at IBM said it best. "There is a gold mine of data that is brand new and businesses are just now starting to learn how to use it." . – Huffington Post

Employees are one of the ingredients that organizations require in order to succeed. But in every recipe, just one bad ingredient can ruin the end result, and the same is true in business, making it essential for companies to not only hire the right staff and train them well, but also give them the best tools to be able to excel at their jobs...At last week's IBM Connect, senior leaders from PepsiCo, Performance Bicycle, and Sika explained how partnering with IBM allows them to provide essential tools for knowledge-sharing, both among staff members and even with their customers. – 1to1 Media

Using this newTalent  suite, organizations can now streamline, modernize and add precision to hiring practices; increase workforce productivity; and connect employees in ways that impact business results - eWeek

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Kevin Cavanaugh on IBM Connect 2014, January 26-30, Orlando, FL

Preparando-se para participar do Connect 2014? Mais de 6 mil profissionais se reunirão no final de Janeiro, em Orlando, FL, para conhecer o que há de mais novo em termos de Colaboração. Veja o vídeo abaixo, de Kevin Cavanaugh, Vice-presidente de Engenharia em Smarter Workforce por que você precisa participar.

Visite o site do evento e registre-se hoje mesmo.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

IBM Internal Crowdfunding, explorando novas fronteiras de colaboração e inovação


Que tal permitir que funcionários de sua empresa possam financiar projetos sugeridos por colegas de trabalho? Que tal suportar estes projetos, incentivando a inovação e maior colaboração interna? Ao mesmo tempo em que sites de Crowdfunding proliferam na Internet, nenhuma experiência havia sido feita usando como base a Intranet de uma empresa, ou seu público interno. A IBM Research resolveu explorar esta nova fronteira e obteve resultados muito interessantes.

Como funciona um site típico de Crowdfunding?

Um site de Crowdfunding tem como componente principal uma "Proposta" que, tipicamente, deve conter, pelo menos:

  1. Um detalhamento do projeto para o qual se deseja algum tipo de suporte,
  2. A ajuda necessária, que pode ser financeira, técnica, comercial ou de qualquer outra forma,
  3. Em quanto tempo é necessário obter 
  4. Elementos que convençam potenciais investidores a aplicar no projeto, como experiência do requerente, parceiros envolvidos no projeto, estudos de mercado, etc,
  5. Quais serão os benefícios para os investidores, caso o projeto tenha sucesso. 
Na maior parte dos casos a ajuda solicitada é financeira e o requerente especifica a quantia necessária. Se, durante o período em que a chamada estiver aberta, a quantia for alcançada, ela é direcionada para o requerente que passa a ter os fundos necessários para desenvolver o projeto. Caso o mesmo atinja os resultados esperados, os benefícios são, então, revertidos para os investidores.

Existem inúmeros sites dedicados a Crowdfunding. Dentre os mais famosos estão o Kickstarter, o Indiegogo e o RocketHub. Cada um deles tem regras próprias para a submissão de projetos, bem como cobram algum tipo de participação que, normalmente, gira em torno de um determinado percentual das doações realizadas.


Os sites de Crowdfunding tem sido grandes incentivadores de inovação, uma vez que viabilizam projetos que, em condições normais, poderiam nunca sair do papel. Apesar de recentes, vem movimentando milhões de dólares a cada ano. O Kickstarter, por exemplo, já levantou mais de US$ 200 milhões para financiar mais de 61 mil projetos.

Intranet Crowdfunding 

As iniciativas de Crowdfunding são normalmente realizadas no mundo livre da Internet e não estão associadas a nenhuma empresa em especial. Os requerentes e os investidores, na maioria das ocasiões, nem mesmo se conhecem e tem contato mínimo durante o processo de levantamento dos fundos e de desenvolvimento do projeto.

Um grupo de pesquisadores da IBM decidiu investigar de que forma uma iniciativa deste tipo poderia ser utilizada do lado de dentro do firewall de uma empresa. O projeto, batizado de "1x5" foi realizado durante um período de 35 dias. Para isso foi desenvolvida, dentro da Intranet da IBM, uma aplicação onde projetos poderiam ser apresentados e investimentos realizados. Exatamente nos mesmos moldes que os sites tradicionais de Crowdfunding. O desafio era grande pois não existem muitos registros desta modalidade de levantamento de fundos para projetos em uma Intranet.

Um dos vice presidentes da IBM Research concordou em oferecer US$ 100,00 para cada um dos 511 funcionários da sua organização. Ou seja, o investimento seria totalmente financiado pela IBM, principal beneficiária dos projetos vencedores. Cada um poderia investir os cem dólares da forma que quisesse. Só havia uma restrição, não era permitido investir no seu próprio projeto. Da mesma forma que nos sites tradicionais, os requerentes poderiam oferecer benefícios para os investidores, como uso prioritário da solução, acesso direto ao desenvolvimento, etc.

Durante os 35 dias, 311 funcionários participaram ativamente. Foram propostos 34 projetos com um investimento necessário total de US$ 101,600. Destes, dezenove projetos receberam os investimentos necessários. Interessante notar que o índice de propostas que recebeu os fundos necessários correspondem a 56% do total de projetos, número maior do que os 43,89% do Kickstarter. Os participantes concordaram em empenhar US$ 22,500 nos 34 projetos.

No entanto, uma regra comum a qualquer site de Crowdfunding diz que os recursos somente são transferidos para o requerente caso o projeto alcance pelo menos os 100% solicitados. Desta forma, apenas 19 projetos atingiram este requisito e receberam US$ 15,800.

Algumas conclusões do projeto:

  1. A experiência mostrou que houve participação ativa dos funcionários, não apenas do departamento de pesquisa, mas também de outras áreas
  2. Funcionários apresentaram projetos em diversas áreas como equipamentos e ferramentas para desenvolvimento de software
  3. A participação foi mais alta do que em algumas outras formas de Social Media e bem distribuida entre diferentes níveis da hierarquia da empresa
  4. Um dos motivos do sucesso da iniciativa foi abrir para os funcionários um novo canal para suporte a projetos, por fora da organização financeira tradicional
  5. Foi um excelente estímulo a inovação, ao permitir que funcionários pudessem buscar suporte para novos projetos.
Definitivamente esta é uma área que necessita de muito estudo e pesquisa. Os resultados do Crowdfunding na Internet são promissores. Dentro de uma empresa, é uma grande e nova fronteira para ser desbravada. Os benefícios para ambas as partes começam a aparecer e ficar mais claros.