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quarta-feira, 27 de maio de 2015

O IBM Verse por dentro, parte 1: Social Analytics


Já vimos aqui que o IBM Verse é a proposta da IBM para uma nova forma de trabalhar. Para alcançar esta ambiciosa meta, a IBM utilizou técnicas avançadas de design thinking, toda sua força em social analytics e construiu um ambiente totalmente entregue pela IBM através da nuvem, para qualquer dispositivo, seja ele um desktop ou um notebook, assim como um tablet ou um smartphone. Conhecer o IBM Verse, por dentro, é uma viagem inspiracional ao que existe de mais atual em termos de tecnologia de colaboração social. Meus próximos posts abordarão os temas de social analytics e design thinking, tentando mostrar um pouco sobre sua operação e o que podemos esperar deles.

Social Analytics

O aumento na produção de informações produzidas nos últimos anos fez com que mais e mais empresas investissem em tecnologias e metodologias para tratar o que ficou conhecido como Big Data. Soluções de Analytics nasceram nos laboratórios das principais universidades americanas, bem como nas áreas de pesquisa de empresas, como a IBM, que fez investimentos de bilhões de dólares em P&D na área. 

Um dos principais frutos do investimento da Big Blue é o IBM Watson, um marco na computação do século XXI que vem aproximando as mais diversas áreas do conhecimento com a Computação Cognitiva. O sistema, um ambiente computacional composto por hardware, software e serviços, tem condições de executar análises profundas de massas de dados não estruturados em conjunto com interpretação de linguagem natural para produzir análises e recomendações. Atualmente é utilizado em áreas da medicina e de finanças.

O IBM Verse "sai de fábrica" já com alguns componentes de analytics. Logo de início, será capaz de identificar alguns ítens que tem valor para o usuário. E fará isso de várias formas diferentes. Uma delas, por exemplo, será a análise das "buscas" que são feitas. Cada uma delas, indica que determinado tema tem valor para o interessado. Outro caminho será analisar as relações do usuário com outros colegas e a frequência de comunicação para identificar as pessoas que são importantes.

Ao armazenar estas informações será possível ir montando, em tempo real, um enorme (e pessoal) quebra-cabeças. No fim do dia, o IBM Verse será capaz de combinar ações e decisões dos usuários com sugestões analíticas para facilitar o trabalho e torná-lo mais efetivo. 

As primeiras análises, já disponíveis, terão foco em determinar quem é importante para o usuário e, claro, dar destaque a elas (na interface do Verse, são apresentados na forma de ícones, na parte superior da tela). Ainda para este ano, as análises serão ampliadas para Grupos de Pessoas e para técnicas avançadas de manipulação de emails recebidos (inbox skipping).

O Futuro

Um ponto interessante a análisar foi a compra feita pela IBM da empresa Cognea, ainda no primeiro semestre do ano passado. A empresa australiana desenvolveu um assistente virtual baseado em técnicas de inteligência artificial. A solução adquirida tem como proposta ser muito mais do que um Siri, da Apple, por exemplo. Enquanto o Siri responde a ordens e comandos do usuário, a idéia da Cognea é um assistente virtual que tem personalidade e, consequentemente, ter uma relação mais individual, mais pessoal. Esta aquisição pode dar pistas interessantes sobre o futuro, cada vez mais pessoal e otimizado, do IBM Verse.

Além disso, outras áreas como aprendizado baseado em evidências (evidence-based learning), geração de hipóteses baseada no aprendizado, integração com Watson Mobile e análise preditiva também podem contribuir, em algum momento, para o desenvolvimento do IBM Verse.

A idéia, para o futuro, é avançar com baby steps e ir incorporando novos recursos com o tempo. Certamente, o desenvolvimento do IBM Watson vai trazer enormes benefícios para o IBM Verse, muitos ainda nem identificados.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

IBM anuncia parceria com The Weather Company


Imagine se fosse possível, com informações acuradas sobre tempo, prever tormentas na sua cidade e, antecipadamente, movimentar os reboques disponíveis para as regiões onde se espera maior precipitação. E se pudessemos também posicionar as equipes de manutenção da rede elétrica nestes mesmos locais para minimizar interrupções no fornecimento devido a quedas de árvores ou postes. E se lojistas pudessem estar preparados, com os ítens necessários em estoque, para situações de crise. 

A capacidade de tomar decisões de negócio como estas demanda a análise de uma enorme quatidade de informação, em tempo real, e é um dos grandes desafios de Big Data. Mais do que isso, pode trazer ganhos e benefícios significativos, tanto para as empresas que prestam serviços, como para seus clientes. Foi pensando nisto, e com o pano de fundo da Internet das Coisas, que a IBM acaba de anunciar uma parceria com o Weather Channel.

Segundo a IBM, as "variações do tempo são, talvez, o fator externo individual com mais impacto na performance de empresas, responsável por um impacto econômico anual de aproximadamente meio trilhão de dólares, somente nos Estados Unidos". Trata-se de um movimento agressivo da IBM, que vem acompanhado de um investimento de US$ 3 bilhões nos próximos 4 anos em uma nova unidade dedicada a Internet das Coisas. A idéia é que sejam utilizados recursos em nuvem para processar dados coletados das mais diversas fontes como sensores de estações meteorológicas, sensores colocados em aviões, smartphones, edifícios e até mesmo veículos em movimento. O modelo proposto coloca nuvem, big data, analytics e social trabalhando juntos.


A proposta é entregar serviços em três frentes distintas:

  1. Watson Analytics for weather - aqui o objetivo é integrar dados históricos com informação em tempo real sobre o tempo para permitir que empresas, apoiadas nas capacidades de análise do Watson, possam tomar decisões mais eficazmente. Com a parceria, as duas empresas desenvolverão aplicativos para as mais diversas industrias como seguros, energia, varejo e logística.

  2. Cloud and Mobile App Developer Tools - Com a parceria, a IBM vai disponibilizar, atraves do Bluemix, sua plataforma para desenvolvimento web, recursos para que outras empresas também possam desenvolver seus aplicativos. Imagine novas fronteiras surgindo como o agronegócio, viagens marítimas, etc.

  3. Business and Operational Weather Expertise - Os profissionais da unidade de consultoria da IBM, a Global Business Services, serão treinados e terão a disposição uma enorme quantidade de informações, com as quais poderão oferecer serviços diferenciados para clientes de todas as indústrias.
Em um futuro próximo podemos esperar grandes benefícios. Imagine como poderiamos nos beneficiar de um aplicativo similar ao Waze, mas aplicado ao tempo? As vantagens vão desde evitar congestionamentos, danos materiais, perda de tempo, segurança pública e muito mais.

Mais informações sobre a parceria podem ser obtidas neste link.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Millennials e uma nova forma de trabalhar


Na noite última segunda-feira, no SXSW (South by Southwest) em Austin, TX, a IBM anunciou uma competição destinada a Millennials. Cinco times foram selecionados e se mudaram temporariamente para uma casa, em Austin, onde competirão por diversos prêmios como software, mentorização e passagens para participar do TED@IBM, a ser realizado em São Francisco, em Outubro deste ano. 

O mais interessante é que a IBM vai documentar o trabalho sendo realizado em uma série de Webisodes. Ou seja, será possível acompanhar todo o desenrolar do processo de criação dos times. Será como um Big Brother para Inovação.


Quer saber como as novas tecnologias da IBM, entre as quais o IBM Verse e o IBM Watson Analytics, estão sendo utilizadas para, juntas, acelerar projetos? Clique neste link e acompanhe esse projeto inédito e inovador da IBM Social Business.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Será que os Millennials são tão diferentes assim?

"Os Millennials são diferentes das gerações anteriores pois cresceram em um mundo digital e, por isso, desenvolveram comportamentos, hábitos e ambições diferentes dos que vieram antes". Esta e outras afirmações, ressaltando as características especiais daqueles que tem, hoje, entre 21 e 34 anos, e que já assumem posições de liderança em muitas empresas são, muitas vezes, tratadas como fatos inquestionáveis. Mas, afinal, será mesmo verdade? Para desvendar este mistério de nossa sociedade, a IBM fez uma pesquisa com 1.784 funcionários de empresas de 12 países e 6 indústrias diferentes e comparou os resultados com os membros da Geração X (entre 35 e 49 anos) e com os Baby Boomers (de 50 a 60 anos). Dentre outros pontos, o estudo abordou 5 mitos e ainda revelou algumas verdades não muito confortáveis. E os resultados são surpreendentes.

Os Mitos

Existem muitos "fatos" quando o tema fala sobre os Millennials. Aceitamos que são verdadeiros e os alçamos a categoria de verdadeiros mitos. Na pesquisa, para cada um deles, a IBM comparou os resultados obtidos com as gerações anteriores. 

Estes foram os mitos analisados:

  1. Seus objetivos de carreira e suas expectativas são diferentes das gerações anteriores.
  2. Os Millennials querem sempre reconhecimento e acreditam que todos na equipe merecem ganhar prêmios.
  3. Eles são "viciados" em tecnologia e querem fazer e compartilhar tudo online, sem muito respeito ao limite entre a vida pessoal e a profissional.
  4. Os Millennials não tomam uma decisão sem, antes, solicitar que outros participem do processo.
  5. Eles mudam de emprego como quem muda de roupa, sem uma razão sólida para isso.
Os resultados mostraram que os Millennials são muito mais parecidos com as gerações anteriores do que se imaginava. Por exemplo, com relação a ambições e expectativas profissionais, eles também buscam segurança financeira e uma aposentadoria tranquila. Observando ao redor, esta é uma constatação realmente clara. Trabalho com muitos profissionais que se enquadram neste categoria e observo que eles realmente tem comportamentos e objetivos similares aos que eu tinha (ou ainda tenho). Na IBM, faz muitos anos que sou mentor de alguns novos funcionários e é interessante notar o conteúdo das conversas. Muitas vezes me vejo, 20 atrás, com as mesmas dúvidas e receios.


Um ponto que me chamou a atenção em especial é a questão relacionada com o terceiro mito, que indica que eles seriam completamente viciados em tecnologia e que preferem trabalhar de forma virtual. É claro que, por terem sido criados em contato com as mais novas tecnologias, eles sentem-se mais a vontade para trabalhar com elas. Isso era esperado. No entanto, a diferença com relação as gerações anteriores não é significativa. Tanto os membros da geração X com os Baby Boomers também aprenderam rapidamente a usar as novas tecnologias e as usam pervasivamente. 

Com relação a este mito, um ponto interessante. Me parece que as novas gerações sabem usar melhor as diferentes ferramentas tecnológicas disponíveis. Enquanto as gerações anteriores cresceram utilizando o telefone e o correio eletrônico para realizar seus trabalhos, novas tecnologias como redes sociais, mobilidade e cloud fazem parte do ambiente de trabalho dos Millennials. Para eles, usar estas novas tecnologias é algo bem natural.

Além disso, os Millennials, segundo a pesquisa, sabem muito bem separar o ambiente profissional de suas vidas pessoais, não compartilhando assuntos profissionais em mídias públicas.

O último mito derrubado pela pesquisa é sobre a dita "livre mobilidade" dos Millennials. Qual nada. Eles mudam de emprego exatamente pelos mesmos motivos que as gerações anteriores. E buscam os mesmos benefícios e condições.

As Verdades

A pesquisa ainda identificou 3 características que se aplicam de forma ampla aos Millennials e que podem ser usadas como um guia para o tratamento com eles. 
  1. Os funcionários estão "no escuro". Muitos não estão seguros que entendem a estratégia da empresa em que trabalham. E culpam, parcialmente, seus gerentes.
  2. Todas as três gerações acreditam que suas empresas tratam o cliente de forma insatisfatória.
  3. Funcionários de todas as gerações abraçaram as novas tecnologias. O problema é que suas empresas são lentas em oferecer o acesso a novas soluções.
O uso das novas tecnologias, curiosamente, pode ajudar nos três pontos acima. Por exemplo, as redes sociais corporativas, quando bem implementadas, podem ajudar a melhorar a comunicação interna em uma empresa, tornando-a mais transparente e fazendo com que a estratégia e os objetivos de negócio sejam mais amplamente divulgados.

O relacionamento com clientes pode melhorar bastante tanto com o uso de redes sociais como com as mais novas tecnologias para comunicação que, usando os recursos de mobilidade e analýtics, podem fazer com que empresas estejam mais próximas aos seus clientes e que ofereçam produtos e serviços personalizados.

As Recomendações

Finalizando o estudo a IBM relaciona algumas recomendações que podem beneficiar empregadores quando trabalhando com Millennials:
  1. Foque no indivíduo e não em estereótipos. 
  2. Incentive uma cultura colaborativa.
  3. Transforme a experiência com o cliente em uma prioridade.
  4. Analise como está a sua relação com os funcionários.
  5. Garanta que todos estejam devidamente comprometidos com a empresa.
A participação de Millennials na força de trabalho vem crescendo significativamente. Espera-se que em 2020 representem 50% dos empregados, chegando a 75% em 2030. Aprender a trabalhar com eles, a usar o que tem de melhor, pode ser o maior patrimonio de uma empresa.

Clique neste link para ter acesso ao estudo completo.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Política e Redes Sociais, postar ou não postar?


As redes sociais se transformaram, nas últimas semanas, em um grande palanque político. Basta abrir o Facebook, por exemplo, e notar que praticamente todos os posts falam sobre política. Definitivamente, este é o assunto mais quente do momento, por motivos óbvios. O tema, no entanto, está longe de ser uma unanimidade e diversos debates, ou polêmicas, surgem aqui e alí. A questão principal é, afinal quando e como devemos publicar no Facebook sobre nossas posições políticas? De forma mais ampla, como nos comportar com relação a temas polêmicos?

Apesar de não existirem regras formais de conduta nas redes sociais, existem, sim, recomendações e uma etiqueta de comportamento. Afinal, mesmo no mundo virtual, a terceira Lei de Newton, também conhecida como Lei da Ação e da Reação, se aplica diretamente. Um post vai, sempre, gerar reações que podem ser explícitas, com comentários ou curtidas, ou não. Já vi casos de amizades desfeitas, situações constrangedoras no trabalho ou no relacionamento com clientes.

Desta forma, no intuito e ajudar, relaciono, abaixo, algumas recomendações básicas. Tem alguma outra? Algum comentário? Contribua.

  1. Seu post = sua opinião: Parece óbvio, mas é importante deixar claro. Quando você compartilha algo, comenta um outro post ou escreve um novo, você está manifestando SUA opinião sobre um determinado candidato ou partido.

  2. Seja respeitoso: Nas últimas semanas, com o aumento do volume de posts sobre política no FB, vem aumentando, também, o número de reações mais emocionais, o que é natural pelo momento que vivemos. No entanto, deve ser observada uma regra básica de comportamento. Não use palavriado inadequado, não promova discriminação de qualquer forma, evite insultos. Em alguns momentos, é melhor esfriar a cabeça e pensar com calma antes de responder a um post.

  3. Seja factual: Apresente fatos concretos. Não crie situações para sustentar suas posições. Fatos e acontecimentos podem ser usados para sustentar sua posição. É um economista? Deixe clara sua formação. É muito ruim ler um comentário sobre política econômica, cheio de emoção e carga política, feito por um profissional de outra área. 

  4. Verifique a fonte e o escritor: A maioria absoluta dos veículos de imprensa defende uma corrente política. Infelizmente, esta é a grande verdade. Tenho conhecidos que compartilham frequentemente artigos de uma publicação online alinhada com um dos partidos políticos disputando a eleição. É claro que o seu conteúdo é tendencioso, natural. O mesmo vale para revistas e jornais de grande circulação. Ao compartilhar informação reconhecidamente tendenciosa, você pode perder credibilidade. Não precisa ser isento, mas saiba o que está compartilhando.

  5. Leia atentamente antes de comentar ou compartilhar: Leia toda a publicação e seus comentários. Muitas vezes o debate já vai longe e seu ponto pode já ter sido discutido e esclarecido. Existe algo mais que você possa acrescentar? Lembre-se das outras dicas acima.

  6. Adicione valor: Esta é uma dica importante. Se você tem conhecimento sobre um ou mais temas da campanha eleitoral, comparilhe sua opinião. Faça com que a discussão tenha mais valor para todos. O que promove a democracia é um debate baseado em fatos e informações. Contribua, compartilhe, sempre deixando claro o que sustenta seus argumentos.

  7. Quantidade de posts: Se você está em campanha por um candidato, é esperado um volume maior de posts. Se não está em campanha, cuidado com o excesso. Política não é um tema que agrada a todos e um número excessívo de publicações pode ter efeito contrário ao desejado. De qualquer forma, sempre cuidado e atenção especial ao conteúdo.

As Redes Sociais estão transformando a sociedade. Pela primeira vez na história da política brasileira, estão sendo utilizadas de forma mais ativa em uma campanha. E, seguramente, terão impacto nos resultados. Faça a sua parte, contribua para o debate, mas sempre de forma respeitosa e construtiva, mirando um Brasil melhor para todos.

Dois pontos adicionais:

  1. De uma amiga... apenas para ficar claro, emoção é tudo na vida! Mas em se tratando de um tema polêmico e um espaço aberto, público, penso que o melhor é ter conteúdo com uma dose de emoção sim, mas não precisa ser grande. Emoção boa é uma conversa sobre política com amigos, em uma mesa de bar.
  2. De um amigo... vale lembrar que, no Facebook, você pode (e deve) controlar quem vê suas publicações. Se é público, está disponível para ser lido por qualquer um.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Technological Singularity and IBM Watson


On the very first part of the excellent film Transcendence, the scientist Dr. Will Casper (played by Johnny Depp) says that "in a short time their analytical capacity will be much greater than the collective intelligence of every human being ever born in the history of the world." He refers to the project of developing a computer that can think and have feelings as a human being, which would meet the "technological singularity" concept first mentioned by von Neumann in 1958. There are numerous predictions of when we will reach this point, where computational intelligence will surpass all the intelligence ever produced by mankind. Some point to 2050, others to 2100. Behold the film comes to cinemas at the same time that IBM Brazil gets "Watson Center of Competency for Latin America."

As we have seen here in the Explora!, "Watson is much more than a computer, it is the centerpiece of an IBM strategy to develop computational systems with cognitive ability." The fact it is coming to Latin America is of great importance to IBM. More than just building a new data center, IBM is building a competence center with specialists in artificial intelligence and natural language processing. The center brings to Latin America what is most modern in terms of cognitive computing.

The wait was long. Since its launch in 2007, have been years of hard work and research. The Watson decreased in size and gained computational power. One of our main challenges was to teach Portuguese, and its many variations. The ability to read and understand natural language is key to the success of the tasks expected to be performed by the system. Just to get a better idea, currently about 80% of the data produced are not in structured format. Furthermore, this step is important so that Watson can develop hypotheses and, finally, so you can get answers with a high degree of assertiveness.

Lesson learned, time to pack the bags

Watson arrives in Brazil in the last quarter of this year. IBM's goal is clear and immediate: to use Watson in the area of ​​medical diagnostics, in interaction with consumers at retail companies and financial markets.

There is still a long road ahead to reach the "technological singularity" and, surely, IBM is leading this huge transformation. The expected benefits are significant . The learning process is constant. Currently, the system can interpret natural language and answer questions. It is also possible to infer what the next question to be asked.

It is expected that, in some years, Watson will be able to make questions, something still distant. When that day comes, the famous phrase from Voltaire, "Judge a man by his questions rather than by his answers" will have a rereading, "judge a computer by his questions rather than by his answers."

Visit this site to follow every step of Watson.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Singularidade Tecnologica e o IBM Watson


Logo na primeira parte do excelente filme Transcendence, o cientista Dr. Will Casper (interpretado por Johnny Depp) diz que "em pouco tempo sua capacidade analítica será muito maior do que a inteligência coletiva de todo ser humano já nascido na história do mundo". Ele se refere ao projeto de desenvolvimento de um computador capaz de pensar e ter sentimentos como um ser humano, o que iria ao encontro da "singularidade tecnológica", conceito mencionado pela primeira vez por Von Neumann, em 1958. Existem inúmeras previsões de quando atingiremos este ponto, em que a inteligência computacional superará a já produzida pela humanidade. Algumas apontam para 2050, outras para 2100. Eis que o filme chega às salas de cinema no mesmo momento em que a IBM Brasil recebe o "Watson Center of Competency para a América Latina".

Como já vimos aqui mesmo no Explora!, o "Watson é muito mais do que um computador, ele é a peça central de uma estratégia da IBM de desenvolver sistemas computacionais com capacidade cognitiva". O fato dele chegar à América Latina é de grande importância para a IBM. Mais do que a construção de um novo data center, a IBM está montando um centro de competência, com especialistas em inteligência artificial e processamento de linguagem natural. O centro traz para a América Latina o que há de mais moderno em termos de computação cognitiva.

A espera foi longa. Desde seu lançamento, em 2007, foram anos de muito trabalho e pesquisa. O Watson diminuiu de tamanho e ganhou capacidade computacional. Um dos principais desafios foi ensinar nosso português, e suas diversas variações. A capacidade de ler e entender linguagem natural é fundamental para o sucesso das tarefas que se espera que sejam executadas pelo sistema. Apenas para se ter uma idéia melhor, atualmente cerca de 80% dos dados produzidos não estão em formato estruturado. Além disso, esta etapa é fundamental para que o Watson possa elaborar hipóteses e, finalmente, para que possa chegar a respostas com alto grau de acertividade.

Lição aprendida, hora de preparar as malas

O Watson chega ao Brasil no último trimestre deste ano. O objetivo da IBM é claro e imediato: utilizar o Watson na área de diagnósticos médicos, na interação com os consumidores em empresas de varejo e no mercado financeiro. 

Ainda existe uma longa estrada pela frente para atingir a "singularidade tecnológica" e, seguramente, a IBM está liderando esta enorme transformação. Os benefícios esperados das aplicações do Watson são significativos. O processo de aprendizado é constante. Atualmente, o sistema pode interpretar linguagem natural e responder a perguntas. Já é possível, ainda, inferir qual será a próxima pergunta a ser feita. 

Espera-se que, em alguns anos, o Watson seja capaz de elaborar perguntas livres, algo ainda distante. Quando este dia chegar, a famosa frase de Voltaire, "julgue um homem pelas suas perguntas, e não pelas suas respostas" ganhará uma releitura, "julgue um computador pelas suas perguntas, e não pelas suas respostas".

Visite este site para acompanhar cada passo do Watson.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Como construir sua reputação digital?


Fui convidado para palestrar no evento IBM Deeper Insight, em Outubro. Trata-se de um evento virtual, dirigido a novos funcionários da IBM (novos IBMistas), o que inclui todos aqueles que entraram na companhia nos últimos dois anos, bem como novos gerentes. O público esperado é de 90 mil funcionários, mais 18 mil gerentes e executivos. O evento, com três dias de duração, vai contar com apresentações de vários vice-presidentes e, inclusive, com a CEO da IBM, Ginni Rometty. O que esperam de mim? "You are uniquely positioned to share your point of view on IBM's Social Business Portfolio – especially as it relates to our Client Experience.". Dentro de mais de 500 mil funcionários em todo o mundo eu fui convidado para compartilhar minha visão sobre Social Business. Por que fui convidado? Pela minha contribuição com relação ao tema, pela minha participação em projetos, em atividades de pré-venda, em outros eventos, pelo meu blog, pelos artigos que escrevo, enfim, pela minha reputação. Construir uma reputação forte é um dos principais desafios profissionais. Em tempos de Internet e Social Business, saber navegar por estes ambientes virtuais e, ao mesmo tempo, manter uma rede de relacionamentos no mundo real, faz toda a diferença. E como construir uma reputação?

Estudos detalhados com as mais variadas propostas surgem a cada dia, com as mais diversas abordagens. Ao mesmo tempo em que o desafio é grande, seguir uma metodologia e investir no desenvolvimento de sua reputação é absolutamente fundamental para uma carreira de sucesso. E este processo depende, principalmente, de cada um de nós. Esta não é uma missão que faz parte do job description do seu gerente ou mesmo do time de recursos humanos de sua empresa. Cabe a cada um de nós dedicar tempo e energia. Sem ter a pretensão de propor uma metodologia definitiva, relaciono, abaixo, cinco passos para sair do anonimato e se transformar em uma referência em sua área de atuação. Um pequeno alerta. Não estou querendo ensinar ninguem a virar uma celebridade. Reputação e Celebridade, para o contexto deste post, tem sentidos diferentes. A reputação é composta pela bagagem que você vai construindo ao longo do tempo. O conceito de celebridade, aqui, está mais associado ao destaque na mídia por um ou mais eventos.

E quais são os passos a serem seguidos para se construir uma sólida reputação? Abaixo relaciono 5 passos que, se perseguidos com disciplina vão fazer com que você alcance uma excelente visibilidade tanto na sua empresa como no mercado.

1 - Tenha controle sobre sua IMAGEM:

Antes de começar, certifique-se que seu perfil, tanto público como dentro de sua empresa, está bem definido. Atualize seu perfil no LinkedIn, no Facebook e em todas os pontos de referência externos. Sua Universidade tem um portal de ex-alunos? Sua escola? A instituição em que você fez uma pós-graduação? Assegure-se de que, em todos eles, suas informações estão atualizadas e de que estão claras em relação a sua formação e atuação. Se você quer ser reconhecido como um especialista em Social Business, precisa estar certo de que todos saibam, caso visitem suas páginas nestes ambientes. O mesmo vale para a rede interna de sua empresa. Se sua empresa tem uma Intranet, faça com que ela também reflita seus interesses e área de atuação.

2 - Construa sua REDE:

Você é o que a sua rede de relacionamentos diz que é. Sem uma rede, você não é nada. Para construir uma rede, você pode começar participando de eventos, tanto internos quanto externos. Participe, atue, discuta com os outros participantes e identifique aqueles que tem interesses mais próximos dos seus. Em eventos externos, procure conhecer novas pessoas, que podem ampliar a sua rede e aumentar a visibilidade sobre você. Mantenha contato com eles tanto nas redes sociais como participando de outros eventos.

Nas redes sociais como o LinkedIn, por exemplo, participe de grupos. Eles são excelentes pontos de encontro virtual para profissionais com interesses semelhantes. Existem grupos de todos os tipos como aqueles relacionados com instituições acadêmicas, com empresas ou com revistas especializadas. Selecione aqueles que estão mais próximos da sua área, inscreva-se e participe. Comente as publicações feitas por outros membros dos grupos, dê sua opinião, faça perguntas. Enfim, tenha participação ativa. Existem inúmeros fóruns e salas de colaboração no mundo virtual.

Se sua empresa tem fóruns internos de discussão, participe. Se não tem, crie e lidere a iniciativa. Construir sua rede dentro de sua empresa também é fundamental para sua reputação.

3 - Transforme-se em uma AUTORIDADE:

Uma Autoridade em um assunto qualquer produz conhecimento. O processo de construção da reputação demanda que você produza e publique conhecimento. Inspire-se, escreva e publique. É importante a produção de conteúdo de sua autoria, e não apenas o compartilhamento de material de terceiros. Claro que compartilhar deve fazer parte do processo, mas criar conteúdo é onde você vai mostrar seu valor. Se você não gosta de escrever, procure desenvolver-se na técnica. Existem inúmeras metodologias. Não precisa começar escrevendo um livro, publique um post com dois ou três parágrafos e vá elaborando aos poucos.

Que tal começar um blog? São textos relativamente curtos e um excelente formato para você construir um acervo de conhecimento e uma rede de relacionamento em torno do mesmo. Escreva e divulgue, faça com que sua rede veja sua produção. Incentive os comentários, sejam críticas ou sugestões. Esta é a dinâmica. Comecei a escrever o Explora! em 2007 e é uma excelente plataforma para compartilhar conhecimento e construir uma rede de relacionamentos.

4 - Transforme-se em um AUTOR:

Uma vez que tenha começado a produzir conhecimento e a registrá-lo em blogs, o próximo passo é um pouco maior. Procure escrever artigos mais longos para publicações especializadas. Neste momento, o mercado começa a ver sua carreira profissional de forma diferente. Mais do que simplesmente compartilhar conhecimento em um blog (que, como vimos anteriormente, é um passo importante), ao publicar em revistas especializadas existe um reconhecimento implícito. Afinal, ninguem é convidado para escrever uma matéria em uma revista se não for reconhecido com especialista na área. Sua reputação já está atingindo um bom nível e os primeiros resultados começam a aparecer.

Para se iniciar na arte de escrever um livro, um eBook pode ser uma boa idéia. Você vai praticar a difícil arte de estruturar o livro, de escrever capítulos, de revisão, da publicação e da divulgação do mesmo. É um trabalho maior, que vai demandar muito mais tempo e disciplina. É interessante também pois, durante a revisão, você vai interagir com outras pessoas. Eu publiquei dois ebooks, o primeiro com o título de "Afinal, o que é Social Business" que é uma coletânea de posts do Explora! e o segundo, "A Jornada Social", uma experiência, uma forma diferente de abordar o conceito de Social Business, em um formato romanceado, inspirado no excelente livro A Meta, de Eliyahu M. Goldratt e Jeff Cox.

5 - Transforme-se em um PALESTRANTE:

Uma vez que você tenha construido uma sólida reputação, é hora de compartilhar seu conhecimento em outros ambientes. Naturalmente, neste momento, você vai ser convidado para palestrar em eventos, dar entrevistas e participar de pesquisas junto com analistas de mercado. Você já tem reputação, agora o mercado quer te ouvir e aprender com você. Novamente, este é mais um desafio pois muitas pessoas não sentem-se bem para falar em público. Vale seu investimento para desenvolver técnicas. Esteja seguro de que falar sobre algo que você domina é bem mais fácil do que você imagina. Você vai se surpreender!

Conclusão:

A estrada é longa. Não espere resultados em pouco tempo. Lembre-se da diferença entre celebridade e reputação e esteja seguro de que reputação é algo que se conquista com inspiração, conhecimento, disciplina e muito suor. O resultado é extremamente positivo e vale todo o investimento. Construa sua reputação, sua marca, e diferencie-se no mercado.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Internet das Coisas e Redes Sociais Corporativas na Amcham Brasil

A Amcham Brasil, unidade de Curitiba, estará patrocinando uma ampla discussão sobre o tema Internet das Coisas, no próximo dia 13 de agosto. O objetivo é fomentar uma discussão com os membros da entidade sobre como esta tendência, junto com o mundo das Redes Sociais Corporativas, vem transformando a forma como o trabalho é feito. Fui convidado para palestrar sobre o tema. Será uma conversa bem interessante!

Mais detalhes sobre o evento:

CURITIBA
GESTÃO EMPRESARIAL

Internet das Coisas

Participe desse evento.
A popularização das redes sem fio e o barateamento de chipsets fazem com que a internet seja cada vez mais utilizada para conectar objetos. Essa realidade, aliada às projeções de crescimento, colocam em questão a preparação da infraestrutura para receber este fluxo e seus impactos na tomada de decisão por gestores de rede e desenvolvedores de aplicações.
Do uso crescente, por parte de empresas de todos os portes, das tecnologias de colaboração social para aumentar a produtividade e manter melhores relacionamentos entre clientes e fornecedores, vem à pauta o segundo tema do encontro: “A Jornada Social”, que apresentará os principais desafios e benefícios alcançados pelas empresas, e quais os principais envolvidos neste processo.

PROGRAMAÇÃO

Internet das Coisas
08h30 - Credenciamento e Welcome Coffe
09h00 - Inicio da palestra Internet das coisas – Infraestrutura Com Claudio Saes
09h55 - Intervalo coffee
10h05 - Inicio da palestra Internet das coisas nas Redes Sociais Corporativas com Flavio Mendes
11h00 - Debates e Perguntas
11h30 - Encerramento

INFORMAÇÕES

Contato: Fernando Balotin Carreiro
Tel.: 041 2104-9350
E-mail: fernando.carreiro@amchambrasil.com.br
Local: A Amcham Curitiba fica localizada próxima ao BIG Av. das Torres.

CURRÍCULO DO PALESTRANTE

Flavio Gusmao De Figueiredo Mendes, formado em Matemática com especialização em Informática pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós-graduado pela Faculdade de Economia e Administração da própria Universidade, além de pós no IBMEC-RJ e também na Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte/Nova Lima. Trabalho na IBM há 20 anos dos quais 18 na área de Software, mais especificamente em Soluções de Colaboração. Nos últimos anos, especializou-se em Portais e em Redes Sociais. Participando de projetos na área de Colaboração em clientes das mais variadas indústrias e portes. Blogueiro desde 2007, atualmente dedicado a Explorar a discutir temas relacionados com Social Business e Cloud.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

IBM e Apple formam parceria para mudar o conceito de mobilidade corporativa


Quando duas grandes empresas, líderes globais e que tem a inovação no seu DNA, resolvem juntar forças, podemos esperar grandes transformações. Na última semana, IBM e Apple anunciaram seus planos, extremamente ambiciosos e que prometem revolucionar a forma como empresas tratam a questão da mobilidade. O resultado será a soma da longa experiência e sucesso da Apple em "experiência do usuário" com soluções de big data, analytics e social business da IBM.

Todos temos plena consciência da enorme transformação que os dispositivos móveis trouxeram para nossas vidas pessoais. Ao acordarmos, na maioria das vezes a primeira coisa que fazemos é verificar em nosso smartphone as notícias do dia, email, redes sociais, etc. No entanto, ainda existem limites para o uso corporativo de smartphones e tablets. Questões como segurança, gerenciamento de dispositivos e integração são fundamentais para garantir um uso adequado destes dispositivos. 

Para uma empresa qualquer, o ato de colocar um dispositivo móvel nas mãos de um funcionário é muito mais do que simplesmente entregar um aparelho celular para seu uso. É fundamental que o dispositivo esteja inserido dentro de uma plataforma de serviços especiais. Por exemplo, uma senha com critérios avançados de segurança deve ser utilizada e modificada dentro de determinados períodos de tempo. Devem haver ações claras para eliminar o conteúdo do dispositivo, em caso de perda ou furto. As informações devem ser criptografadas e cópias de segurança devem ser feitas de tempos em tempos. E estas são apenas algumas das preocupações que devem ser observadas.

A parceria da IBM com a Apple prevê o desenvolvimento de mais de cem soluções corporativas, desenvolvidas do zero e tendo como objetivo satisfazer os altos índices de segurança exigidos por empresas que desejam explorar a mobilidade. 

Estes são alguns dos pontos que podemos esperar:
  1. IBM MobileFirst for iOS - Uma nova geração de soluções corporativas explorando os conceitos avançados de mobilidade do iOS e desenvolvidas por especialistas com o enorme conhecimento de indústria que a IBM possui.
  2. IBM MobileFirst Platform for iOS - Uma plataforma completa, na nuvem, para o desenvolvimento de novas aplicações e soluções corporativas para o iOS.
  3. AppleCare for Enterprise - A parceria prevê que a IBM vai trabalhar junto com a Apple para oferecer o AppleCare para empresas interessadas, incluindo suporte telefônico, por email, reparo e troca de dispositivos, quando necessário.
  4. IBM MobileFirst supply and management - Será uma solução completa de compra e gestão de ciclo de vida dos dispositivos que vai permitir aos próprios funcionários gerenciar seus dispositivos, tornando todo o processo muito mais simples e ágil.
Como parte da parceria, a IBM vai vender iPhones e iPads já com as soluções corporativas avançadas.

A capacidade transformadora desta parceria vai muito longe. Atualmente, já realizamos boa parte de nosso trabalho fora do escritório. Milhões de profissionais utilizam notebooks para executar suas tarefas. Uma das grandes ondas comportamentais/tecnológicas dos últimos anos é a conhecida BYOD (Bring Your Own Device), onde empresas aceitam que funcionários utilizem seus próprios dispositivos móveis para trabalho. No entanto, grande resistência é sempre colocada com relação à segurança e ao real valor das aplicações "de negócio" disponíveis. E é exatamente com relação a estes dois pontos que esta parceria pode ter seus melhores resultados.

Eu uso dois dispositivos no meu dia a dia, um iPhone e outro, corporativo. Sinceramente, não vejo a hora de usar apenas um, com todas minhas aplicações corporativas, com segurança, gerenciamento, e com uma experiência final que, atualmente, só a Apple pode oferecer. Tanto meu iPhone como meu iPad tem condições de oferecer um nível de mobilidade corporativa absolutamente único, diferente de outras plataformas.

Quer saber mais, clique aqui. E veja o vídeo abaixo.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Soccer, Brazil's passion, and big data, a relationship of love and hate


In a room located on the ninth floor of the IBM building, in Botafogo, Rio de Janeiro, a group of researchers and consultants closely watch the games of the World Cup. They watch every game, fueled by a lot of pizza and sodas. Like all Brazilians, vibrate with the best plays and suffer with the quality of some games. However, more than supporting a or b, they are there working on a IBM Reseach project. What they do is "listen" to all the fans who "speak" on Twitter about the games and the players and, from there, try to understand if they are liking it or not. The objective is to demonstrate a technology developed at IBM labs, and transformed into service, which makes analysis of Sentiments in Social Networks, named FAMA (Fame, in portuguese, and also the godess of rumor).

The process is complex. Hundreds of thousands of tweets are posted every game. Only in yesterday's game between Brazil and Cameroon, a player, Neymar, had its name mentioned on 409,971 posts. He got 50,000 tweets more than the game between United States and Portugal. Not bad for a single player. At the end of the first half, he got positive comments in 43% of all tweets .

During the game the team of Brazil received 1,563,387 entries, and the team of Cameroon, 130 846. Among the references to our team, 45% were positive, 16% were neutral and 39% negative. Definitely, we do not have unanimity regarding our national team.


"Termômetro Social",
the Globo organizations app "Segunda Tela"
How to stay tunned?

All results of the analyzes are published in social media, currently on the ESPN site, and a partnership with Globe, through application of the "second screen". See below how to monitor:
  • The website of ESPN, Torcida nas Redes, presents the analyzes made by IBM team.
  • The app "Segunda Tela da Globo" allows fans to participate in chats, shows general statistics about the games and provides the tracking of sentiment in the social network (the latter in partnership with IBM)


And how it works?

The process is very interesting and happens in real time. On a high level, FAMA monitors everything that is posted on Twitter about "World Cup". To do this, he needs the support of a special dictionary that basically allows the system to know if the tweet is about football or not (for other applications other dictionaries should be used). Each tweet is analyzed and if it has identified adherence to the theme, he is selected to be studied. From there, 5 steps happen:
  • The words composing each tweet are separated from each other in a process called parser (or tokenization)
  • Then the words are normalized, that is, errors are corrected and eventually synonyms are used
  • After that, each word is categorized according to the rules of the Portuguese grammar. Adjectives, nouns, verbs, and so on are identified.
  • Following, the lemma is found for each word. This is a particularly difficult step because it depends on the context (this is not just to find the root of a word)
  • Finally, the "sentiment" of each word is returned. It can be positive, negative or neutral.
The "sentiment" returned for each word was previously learned by other techniques and repetition (it is, technically speaking, taught to the algorithm). Once we have the sentiment of a word, we must now simply calculate the entire tweet sentiment. Finally, a statistical analyzer will calculate the frequencies with which the players' names are mentioned, with the most frequent themes are used, and so on. The result is then presented in a comparative way.

The process is fairly complex. We all know that words can have different meanings depending on how they are used. For example, the verb "go" is usually mild but in football, when used in "Go Brazil" has a positive connotation. But when it is used in "let's go, the game is bad," has a negative meaning. Likewise, the treatment to be given to other words passes through the same challenge. To solve it, a manual preliminary processing, where analysts assemble a table of polarity is necessary.

Where else FAMA can be used?

Apply all this technology and methodology in other environments is the main focus of IBM. Cognitive computing appears as the next big promise of the technology industry. Analyze large amounts of data available on social networks have the potential to provide extremely valuable insights to companies of all industries and sizes. Imagine being able to analyze, in real time, the feeling of the customers of a bank with respect to a new product launched in the market and make adjustments to marketing campaigns immediately. Or the ability to offer differentiated products and services, based on the feelings of their customers. The applications are enormous and can transform various industries such as retail, financial services, and many others.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Futebol, a paixão do povo, e big data, uma relação de amor e ódio


Em uma sala localizada no nono andar do edifício da IBM em Botafogo, no Rio de Janeiro, um grupo de pesquisadores e consultores acompanha atentamente os jogos da Copa do Mundo. Eles assistem a todos os jogos, alimentados por muita pizza e refrigerantes. Como todo brasileiro, vibram com os melhores lances e sofrem com a qualidade de alguns jogos. No entanto, mais do que torcer, eles estão ali trabalhando, em um projeto da IBM Research. O que eles fazem é "ouvir" tudo o que os torcedores "falam" no Twitter sobe os jogos e os jogadores e, a partir daí, tentam entender se estão gostando ou não. O objetivo é demonstrar uma tecnologia desenvolvida nos laboratórios da IBM, e transformada em serviço, que faz Análise de Sentimentos em Redes Sociais, e que foi batizada de FAMA.

O processo é complexo. São centenas de milhares de tweets a cada jogo. Apenas no jogo de ontem, entre Brasil e Camarões, um jogador, Neymar, teve seu nome mencionado em 409.971 posts. São 50 mil tweets a mais do que o jogo entre Estados Unidos e Portugal. Nada mal para um único jogador. Ao final do primero tempo, ele teve avaliação positiva em 43% das publicações. 

Durante o jogo o time do Brasil recebeu 1.563.387 menções e, o time de Camarões, 130.846. Dentre as menções ao nosso time, 45% foram positivas, 16% foram neutras e 39% negativas. Definitivamente, não temos unanimidade com relação a nossa seleção.

Termômetro Social,
no aplicativo Segunda Tela, da Globo
Como acompanhar:

Todos os resultados das análises sociais são publicados na mídia, atualmente no site da ESPN e, em uma parceria com a Globo, atraves do aplicativo "segunda tela". Veja abaixo como acompanhar:

  • O site da ESPN, Torcida nas Redes, apresenta as análises feitas pelo time da IBM.
  • O aplicativo "segunda tela da Globo" permite que torcedores participem de um chat, mostra estatisticas gerais sobre os jogos e possibilita acompanhar o sentimento nas rede sociais (este último em parceria com a IBM)

Infográfico do Torcida nas Redes, do site da ESPN
E como isso funciona?

O processo é bem interessante e acontece em tempo real. O FAMA monitora tudo o que é postado no Twitter sobre o tema "Copa do Mundo". Para fazer isso, ele precisa do suporte de um dicionário especial que, basicamente, permite ao sistema saber se o tweet é sobre futebol ou não (para outras aplicações devem ser utilizados outros dicionários). Cada tweet é analisado e se for identificado que ele tem aderência ao tema, ele é selecionado para ser estudado. A partir daí, acontecem 5 etapas:
  1. As palavras que compõem cada tweet são separadas umas das outras em um processo conhecido como parser (ou tokenization)
  2. Em seguida, as palavras são normalizadas, ou seja, erros são corrigidos e, eventualmente, sinônimos são empregados
  3. Depois disso, cada palavra é categorizada de acordo com as regras da gramática portuguesa. São identificados os adjetivos, substantivos, verbos, etc
  4. A seguir, é encontrado o lema de cada verbo. Esta é uma etapa particularmente difícil pois depende do contexto (não é simplesmente encontrar a raiz de uma palavra)
  5. Para finalizar, o sentimento de cada palavra é retornado. Ele pode ser positivo, negativo ou neutro.
O sentimento retornado para cada palavra foi previamente aprendido através de outras técnicas e da repetição (ele é, tecnicamente falando, ensinado ao algorítmo). Uma vez que tenhamos o sentimento de uma palavra, precisamos agora simplesmente calcular o do tweet inteiro. Finalizando, um analisador estatístico vai calcular as frequências com que os nomes dos jogadores são mencionados, com que os temas mais frequentes são usados, e por aí vai. O resultado é, então apresentado, de forma comparativa.

O processo é bastante complexo. Todos sabemos que palavras podem ter um sentido diferente dependendo da forma como são usadas. Por exemplo, o verbo "vamos" é, usualmente, neutro mas, no futebol, quando usado em "vamos Brasil", tem uma conotação positiva. Já quando é usado em "vamos embora, o jogo está péssimo", tem sentido negativo. Da mesma forma, o tratamento a ser dado a outras palavras passa pelo mesmo desafio. Para resolvê-lo, é necessário um processamento preliminar manual, onde analistas montam uma tabela de polaridade.

Onde mais o FAMA pode ser usado?

Aplicar toda esta tecnologia e metodologia em outros ambientes é a grande aposta da IBM. A computação cognitiva aparece como a nova grande promessa da indústria de tecnologia. Analisar as grandes quantidades de dados disponíveis nas redes sociais tem o potencial de oferecer insights extremamente valiosos para empresas de todas as indústrias e portes. Imagine poder analisar, em tempo real, o sentimento dos clientes de um banco com relação a um novo produto lançado no mercado e fazer ajustes nas campanhas de marketing imediatamente. Ou a possibilidade de oferecer serviços e produtos direferenciados, com base nos sentimentos de seus clientes. As aplicações são enormes e podem transformar várias indústrias como o varejo, serviços financeiros, e muitas outras.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

The price of hiring the wrong professional


Hiring the wrong professional is expensive. We all know that. You incur in numerous expenses, some provided by law, with the termination of the employee. Not to mention the cost of the hiring process and of course the wasted time. Want to know how much it costs? 19.8 billion dollars. This is the result of a study by PwC and LinkedIn developed with the data from  companies in 11 countries, including the Netherlands, UK, Canada, Singapore, United States, Australia, France, Germany, India, China and Brazil.

The project was based on interactions of 277 million users and LinkedIn information from 2,600 customers of PWC. A crossing was made of this information considering that "terminated employees with less than one year of employment potentially represent an error in the hiring process." After all, if the process was well done, it is expected to stay longer in their jobs.

There is a discussion in the market regarding the permanence of staff for longer than one or two years on the job, especially with respect to the younger generations, their individuality, independence and little stability in jobs. However, it is definitely not reasonable to expect that a new employee be less than one year in a new position. Regardless of who initiates the shutdown process if the employee or employer, it is not really reasonable.

Hiring  processes will run well beyond a simple analysis of a Curriculum Vitae and interview. Currently, the amount of information available in social networks is a key factor for a good analysis of a candidate. Companies of all sizes and industries have increasingly used these public information on their processes for talent. And they are published by the candidates themselves, and their coworkers.

Admittedly, for a professional attain a full development into a new position, takes time to settle in and start producing, also known as onboarding. This process takes time. Companies have invested in facilitating this process that goes beyond simply following a checklist. It is important to understand that, in addition to the more common items obtaining an extension, provide a workstation or a line of cell phone, also need to take care of cultural adaptation. By doing so, we will streamline the process and make the new employee start producing earlier. And to ensure that the process to happen the way we want, there are methodologies and services that can be hired for this. An example is the IBM Onboarding.

To illustrate, IBM, just last year, contacted more than one million candidates around the world. And, with the analysis of social networks and some changes in HR processes, the cost of hiring fell approximately 40%. A few years ago, about 4 in 10 recruitment procedures needed the support of a headhunter. Currently, this demand has dropped to 10%. Other companies such as Natura and Nextel have also increasingly used social media in their hiring processes.

In short, hiring the right candidate is a critical process that demand enormous attention and methodology. The price to be paid by a erroneous hiring is very big. Times have changed and we need to go beyond a simple analysis from CV and one or more interviews. The use of the information published on social networks together with changes implemented  in HR processes can assist managers in finding the correct professional.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

O preço de contratar o profissional errado


Contratar o profissional errado sai caro. Todos sabemos disso. Incorremos em inúmeras despesas previstas em lei com o desligamento do funcionário. Isso sem falar no custo do processo de contratação e, claro, no tempo perdido. Quer saber quanto custa? 19,8 bilhões de dólares. Esse é o resultado de um estudo feito pela PWC e pelo LinkedIn em empresas de 11 países, como Holanda, Reino Unido, Canadá, Singapura, Estados Unidos, Austrália, França, Alemanha, Índia, China e Brasil.

O projeto se baseou em interações de 277 milhões de usuários do LinkedIn e informações de 2.600 clientes da PWC. Foi feito um cruzamento destas informações considerando que "funcionários demitidos com menos de um ano de emprego representam potencialmente um erro no processo de contratação". Afinal, se o processo foi bem feito, é esperado que ele fique por mais tempo no seu emprego.

Existe uma discussão no mercado com relação a permanência de funcionários por um tempo maior do que um ou dois anos no emprego, principalmente com relação às gerações mais novas, sua individualidade, independência e sua pouca estabilidade em empregos. No entanto, definitivamente não é razoável esperar que um novo funcionário fique menos de um ano em um novo cargo. Independente de quem inicia o processo de desligamento, se o funcionário ou o empregador, isso realmente não é razoável.

Processos de seleção bem executados vão muito além de uma simples análise de um Currículo Vitae e de entrevistas. Atualmente, a quantidade de informações disponíveis nas redes sociais é um fator determinante para uma boa análise de um candidato. Empresas de todos os portes e indústrias tem usado cada vez mais estas informações públicas em seus processos de busca de talentos. E elas são publicadas pelos próprios candidatos, além de seus colegas de trabalho.

É certo que, para um profissional atingir um nível de desenvolvimento pleno em uma nova posição, demanda tempo para se instalar e começar a produzir, também conhecido como onboarding. Este processo toma tempo. Empresas tem investido em facilitar este processo que vai além de simplesmente seguir um check-list. É importante entender que, além dos ítens mais comuns como obter um ramal, fornecer uma estação de trabalho ou uma linha de telefone celular, também precisamos cuidar da adaptação cultural. Agindo desta forma, vamos agilizar o processo e fazer com que o novo funcionário comece a produzir mais cedo. E, para garantir que o processo aconteça da forma que desejamos, existem metodologias e serviços que podem ser contratados para isso. Um exemplo é o IBM Onboarding.

Para exemplificar, a IBM, apenas no último ano, contatou mais de um milhão de candidatos em todo o mundo. E, com a análise das redes sociais e algumas mudanças em processos de RH, o custo de contratação caiu aproximadamente 40%. Há poucos anos, cerca de 4 em cada 10 processos de recrutamento necessitavam do suporte de um headhunter. Atualmente, esta demanda caiu para 10%. Outras empresas, como Natura e Nextel também tem utilizado cada vez mais as midias sociais nos seus processos de contratação.

Resumindo, contratar o candidato correto é um processo crítico que demanda enorme atenção e metodologia. O preço a ser pago por uma contratação equivocada é muito grande. Os tempos são outros e é preciso ir além de uma simples análise de CV e de uma ou mais entrevistas. O uso das informações publicadas nas redes sociais ao mesmo tempo em que se implementam modificações em processos de RH pode auxiliar os gestores na busca pelo profissional correto. 

domingo, 25 de maio de 2014

"A Jornada Social", meu segundo eBook

"A Jornada Social", clique na imagem para baixar o livro

Venho trabalhando já faz algum tempo no projeto de um novo eBook. Depois do primeiro, uma coleção de posts selecionados do Explora!, que pode ser baixado gratuitamente aqui, decidi que era momento de me aventurar um pouco mais livremente no mundo das redes sociais corporativas. E quando digo "livremente", quero dizer sem elos tecnológicos, tentando mergulhar na dinâmica social de um projeto deste tipo. 

Fui buscar inspiração no excelente livro A Meta, de Eliyahu Goldratt e Jeff Cox. O livro discute diversos aspectos relacionados com a teoria das restrições e seus impactos no ambiente fabril. A grande diferença, e o que o faz especial, é a forma como ele é escrito. O livro narra a história de um consultor e de como ele ajuda uma empresa a melhorar sua produção otimizando uma de suas fábricas mas, ao mesmo tempo, conta um pouco da vida dele e de como ele gerencia os desafios de uma fábrica e de sua vida pessoal. 

"A Meta" foi escrito em 1984. Era um mundo ainda sem telefones celulares, sem Internet, sem Facebook, onde o ritmo era diferente. É extremamente interessante ver como um profissional lidava com sua vida pessoal e profissional, buscando o equilíbrio entre ambas.

"A Jornada Social" não é um livro sobre tecnologia e também não é um livro acadêmico. A proposta é ser uma experiência, um ensaio sobre o tema Social Business. E, da mesma forma como "A Meta" foi escrito, a idéia deste novo eBook era discutir o tema em uma versão romanceada. As mudanças sociais e culturais nos últimos 30 anos foram enormes e procuro retratar um pouco como elas vem impactando nossa vida.

Breve resumo do livro:

"Esta é uma história de ficção, com inspiração na vida real, mais precisamente, na minha vida profissional. A base é minha experiência nos últimos quinze anos, com foco especial nos últimos cinco anos. Meu objetivo é apresentar a jornada de uma empresa buscando tornar-se um Social Business, ou seja, uma empresa que usa conceitos e tecnologias de Redes Sociais e Colaboração para suportar e alcançar os seus objetivos de negócio.

O livro conta uma parte da história do Grupo Estrela, empresa familiar, fundada por Jorge Henrique Estrela há 30 anos, e que se transformou em um império nacional na área do varejo. Cobre, mais precisamente, eventos que ocorreram no ano de 2011, ainda sob reflexos da crise financeira internacional de 2008/2009. O Grupo Estrela sofreu, nos meses iniciais de 2009, impacto forte e foi obrigado a fechar algumas lojas e demitir funcionários. Durante o ano de 2011, a instabilidade do mercado e as dificuldades para crescer fizeram com que idéias inovadoras fossem buscadas para retomar o crescimento."

Para baixa uma cópia do livro, basta clicar aqui.

Espero que gostem! Boa leitura!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Concurso de apps para o IBM Watson - O vencedor é... todos nós!


Como já vimos aqui mesmo no Explora!, a IBM, ao lançar o Watson, em 2007, inaugurou uma nova era na computação, a da "Computação Cognitiva". Watson é muito mais do que um computador, ele é a peça central de uma estratégia da IBM de desenvolver sistemas computacionais com capacidade cognitiva. 

"O conceito de "Computação Cognitiva" é uma enorme transformação para a ciência da computação. A idéia é que estes novos sistemas terão a capacidade de aprender, de tirar conclusões, de melhorar a cada dia com base nas informações que tem acesso. É um enorme desafio para a ciência e demanda não somente enorme capacidade mas, também, o desenvolvimento de algorítmos extremamente sofisticados, ligados ao campo da Inteligência Artificial."

Para incentivar o desenvolvimento de novas aplicações para o Watson, em Fevereiro deste ano, a IBM lançou um concurso, o IBM Watson Mobile Developer Challenge. Os aplicativos móveis deveriam utilizar as capacidades cognitivas do IBM Watson para analisar, obter insights e aprender, manipulando grandes quantidades de informação. Foram centenas de inscrições e, três meses depois, a IBM selecionou 25 concorrentes, que poderão utilizar o Watson para desenvolver e testar suas aplicações. Depois deste período, 5 times serão selecionados. Deles, três times terão acesso a APIs do Watson e ao suporte de consultores da IBM Interactive, por 90 dias, para ajudar no desenvolvimento do produto final.

Os 25 finalistas propuseram aplicativos com os mais variados objetivos, como um direcionado para a indústria da imprensa, outro para o mundo da moda, da educação, finanças, fitness, recursos humanos e muito mais. Veja, abaixo, alguns dos mais interessantes, na minha opinião, é claro.
  1. Cidades Inteligentes - Inteliwise: A idéia é ter um Oficial Virtual, que poderia conectar qualquer cidadão com os mais diversos conselhos municipais, como segurança pública, saúde e educação. O principal motivador é o fato de uma expectativa de que aproximadamente 70% da população viverá em cidades no ano 2050. Cada interação criará mais conhecimento e, com a ajuda de toda a capacidade analítica do Watson, todo este conhecimento será "reciclado" e colocado a disposição da população.

  2. Educação - Fang - Friendly Anthopomorphic Networked Genome (fang) tem como objetivo transformar o sistema educacional ao aplicar técnicas cognitivas no processo. A idéia é que todo o aprendizado será monitorado e individualizado de forma a oferecer possibilidades a todos de acompanhar os detalhes do desenvolvimento de cada aluno. Com o aplicativo, será possível ter uma visão de um sem número de componentes do processo como por exemplo, a quantidade de palavras que um aluno teve contato, suas principais dificuldades e, no fim do dia, apontar quais as principais áreas onde um estudante pode se desenvolver mais facilmente, desenvolvendo suas aptidões e contribuindo na formação de melhores profissionais.

  3. Saúde - GenieMD - Uma das principais aplicações do Watson tem sido na área médica e, um dos aplicativos finalistas tem exatamente esta indústria como alvo. O GenieMD tem como objetivo oferecer um serviço único para seus usuários, construindo um ambiente inteligente, com informações holísticas sobre saúde. A idéia é que ele, utilizando toda a capacidade cognitiva do Watson, vai permitir que novo conhecimento seja gerado com base nas informações de cada pessoa e que elas possam contribuir para que cada um possa manipular de forma mais eficiênte sua saúde, em conjunto com seus médicos e clínicos.
Quer conhecer os 25 aplicativos? Visite o hotsite criado especialmente para o concurso e veja por que o Watson e a era da Computação Cognitiva podem mudar o mundo como o conhecemos para melhor.