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segunda-feira, 18 de maio de 2015

IBM e Facebook fecham parceria

Faz pouco tempo, eu recebia uma boa quantidade de correspondências diariamente, contendo propaganda. Eram cartas, enviadas para meu endereço residencial, com anúncios de bicicletas, viagens, ofertas de supermercados, telefones celulares e tudo o que se possa imaginar. A maioria, se não todas, tinham sempre o mesmo destino, a minha caixa de saída, a famosa lixeira. Conhecida como "mala-direta", era (e ainda é) uma ferramenta de marketing largamente utilizada mas, normalmente, com baixo índice de sucesso.

O tempo passou e novas tecnologias surgiram. Atualmente, minha caixa de entrada de correio eletrônico é inundada com dezenas de mensagens promocionais. Uma parte considerável é interceptada por mecanismos anti-span. Algumas mensagens conseguem entrar na atmosfera e chegam a superfície da terra. Preciso movê-las manualmente para a lixeira virtual.

Um dos grandes desafios do marketing moderno tem sido atingir seu público alvo, da forma mais precisa possível. O envio de malas-diretas e email é bastante utilizado, mas os resultados não são bons. A dificuldade está em conhecer o cliente, suas preferências e necessidades, e enviar a informação no momento correto.

A área de Commerce da IBM e o Facebook acabam de acertar uma parceria cujo objetivo será oferecer para as marcas líderes globais novas funcionalidades de marketing que, no fim do dia, permitirão a elas alcançar seu cliente, com a mensagem correta, na hora certa.

Estamos falando de algo realmente significativo. O volume de informações que é gerenciado pelo Facebook, diariamente, é único. Cada vez que um usuário clica no botão de "like", por exemplo, ele, de uma forma ou de outra, manifesta preferências e gostos. Ao comentar publicações de um fornecedor qualquer, da mesma forma, ele se posiciona sobre uma oferta, seja ela um produto ou um serviço. O problema é como tratar informações de mais de um bilhão de usuários e transformar tudo isso em algo que tenha valor para uma determinada marca (ou empresa).

A área de Commerce da IBM vai atuar com tecnologias acançadas de analytics e de marketing, como o recem lançado IBM Journey Designer, para auxiliar na construção de sofisticados planos de marketing. Sempre respeitando a privacidade dos usuários, os dados serão tratados de forma agregada, sem abrir detalhes sobre cada indivíduo.


Para suportar este ambicioso projeto, a IBM criou um novo laboratório, o IBM Commerce THINKLab, um ambiente colaborativo onde especialistas do Facebook, designers, pesquisadores da IBM e outros parceiros trabalharão na construção de soluções para acelerar o desenvolvimento de novas 

O que vem por aí ainda é uma incógnita. Seguramente, teremos uma plataforma mais efetiva em termos de efetividade na comunicação entre empresas e marcas e seus clientes. Menos desperdício na comunicação e mais benefícios, tanto para os clientes quanto para as empresas.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

IBM anuncia parceria com The Weather Company


Imagine se fosse possível, com informações acuradas sobre tempo, prever tormentas na sua cidade e, antecipadamente, movimentar os reboques disponíveis para as regiões onde se espera maior precipitação. E se pudessemos também posicionar as equipes de manutenção da rede elétrica nestes mesmos locais para minimizar interrupções no fornecimento devido a quedas de árvores ou postes. E se lojistas pudessem estar preparados, com os ítens necessários em estoque, para situações de crise. 

A capacidade de tomar decisões de negócio como estas demanda a análise de uma enorme quatidade de informação, em tempo real, e é um dos grandes desafios de Big Data. Mais do que isso, pode trazer ganhos e benefícios significativos, tanto para as empresas que prestam serviços, como para seus clientes. Foi pensando nisto, e com o pano de fundo da Internet das Coisas, que a IBM acaba de anunciar uma parceria com o Weather Channel.

Segundo a IBM, as "variações do tempo são, talvez, o fator externo individual com mais impacto na performance de empresas, responsável por um impacto econômico anual de aproximadamente meio trilhão de dólares, somente nos Estados Unidos". Trata-se de um movimento agressivo da IBM, que vem acompanhado de um investimento de US$ 3 bilhões nos próximos 4 anos em uma nova unidade dedicada a Internet das Coisas. A idéia é que sejam utilizados recursos em nuvem para processar dados coletados das mais diversas fontes como sensores de estações meteorológicas, sensores colocados em aviões, smartphones, edifícios e até mesmo veículos em movimento. O modelo proposto coloca nuvem, big data, analytics e social trabalhando juntos.


A proposta é entregar serviços em três frentes distintas:

  1. Watson Analytics for weather - aqui o objetivo é integrar dados históricos com informação em tempo real sobre o tempo para permitir que empresas, apoiadas nas capacidades de análise do Watson, possam tomar decisões mais eficazmente. Com a parceria, as duas empresas desenvolverão aplicativos para as mais diversas industrias como seguros, energia, varejo e logística.

  2. Cloud and Mobile App Developer Tools - Com a parceria, a IBM vai disponibilizar, atraves do Bluemix, sua plataforma para desenvolvimento web, recursos para que outras empresas também possam desenvolver seus aplicativos. Imagine novas fronteiras surgindo como o agronegócio, viagens marítimas, etc.

  3. Business and Operational Weather Expertise - Os profissionais da unidade de consultoria da IBM, a Global Business Services, serão treinados e terão a disposição uma enorme quantidade de informações, com as quais poderão oferecer serviços diferenciados para clientes de todas as indústrias.
Em um futuro próximo podemos esperar grandes benefícios. Imagine como poderiamos nos beneficiar de um aplicativo similar ao Waze, mas aplicado ao tempo? As vantagens vão desde evitar congestionamentos, danos materiais, perda de tempo, segurança pública e muito mais.

Mais informações sobre a parceria podem ser obtidas neste link.

terça-feira, 3 de março de 2015

IBM as a Service


A indústria de Tecnologia da Informação (TI) vem passando por uma grande transformação que está deixando-a completamente diferente daquela que conhecemos nas últimas duas décadas. O tamanho e a velocidade das mudanças demanda, de todas as empresas, liderança executiva, visão, inovação, uma estratégia flexível e muita agilidade. A IBM, como não poderia deixar de ser, também está modificando-se (constantemente) para acompanhar o movimento.

Um dos movimentos mais claros que se pode observar está relacionado com CAMSS (Cloud, Analytics, Mobile, Social e Security). As tecnologias moveis, as redes sociais, o aumento no uso da nuvem, a demanda por análise de informações em Big Data e, claro, tudo isso com segurança, vem direcionado estratégias corporativas em todas as indústrias. Para a IBM, não basta acompanhar as tendências, é fundamental liderar o mercado, criando novos produtos, novos serviços e modelos de negócio.

E, para alcançar esta posição são necessários investimentos pesados em pesquisa e desenvolvimento. Em 2014, pelo vigésimo segundo ano consecutivo a IBM lideou o ranking de patentes registradas no U.S. Patent and Trademark Office, com 7.534 patentes (uma média de mais de 20 patentes por dia). Não somente lideou o ranking como quebrou o recorde do número de patentes recebidas em um ano. O enorme capital intelectual em patentes é um dos maiores patrimonios que uma empresa pode ter. Na prática, uma patente pode se transformar em algo que pode inaugurar uma nova era e abrir novas fronteiras.

Uma das maiores mudanças a que estamos assistindo é a "entrega de tecnologias" pela nuvem, na forma de serviços. Estimativas da área de Inteligencia de Mercado da IBM apontam para um mercado potencial de US$ 200 bilhões em 2020. E, para estar preparada para liderar este business, a empresa investiu mais de US$ 7 bilhões em 15 aquisições desde 2007, tanto em empresas de software quando em provedoras de infraestrutura. Internamente, já possui mais de 1.500 patentes em soluções inovadoras para o ambiente de nuvem.

IBM as a Service

Imagine uma empresa entregando grande parte do seu portfolio de soluções pela nuvem. Esta é a estratégia da IBM. A idéia é oferecer de tudo, como banco de dados, plataforma de desenvolvimento (IBM Bluemix), produtos de segurança, analytics, ferramentas para colaboração, redes sociais corporativas, etc. E não se trata apenas de uma estratégia sendo desenhada. Já está disponível o IBM Cloud Marketplace, onde qualquer um pode contratar grande parte do portfolio da empresa (algumas restrições geográficas ainda existem).

Olhando para frente, a IBM pretende obter uma renda de mais de US$ 7 bilhões de dólares em negocios na nuvem neste ano. Para isso, está abrindo datacenters em vários países, entre os quais na China, Hong Kong, Inglaterra (Londres), Japão, Índia, Canadá, México (Querétaro, próximo a Cidade do Mexico) e Brasil.

Em 2014, a contribuição de soluções em nuvem para o faturamento da IBM foi de 3,5 bilhões de dólares, um crescimento de 75% quando comparado com 2013. Grandes clientes, como o ABN-AMRO (aplicações de negócio) e a Cola-Cola (SAP) adotaram a nuvem da IBM como base para suas operações globais de TI.

Nos próximos anos, com o aumento do número de data centers e com soluções cada vez mais entregues pela nuvem, a IBM poderá se tornar a maior empresa do mercado, em termos de portfolio e de renda em termos de nuvem. Claro que os desafios são enormes. Claro que novas tecnologias certamente surgirão, vindas tanto dos laboratórios da IBM como de outras empresas. É claro que, como dissemos no início, será necessária uma forte liderança executiva, visão, inovação, uma estratégia flexível e muita agilidade para alcançar estes objetivos.

O caminho está traçado. A direção é clara. A IBM busca a liderança no mercado de soluções de tecnologia em nuvem, e está decidida a conquistar esta posição. Quer saber mais sobre a IBM e suas soluções em nuvem? Visita os sites relacionados abaixo:

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

IBM ConnectED 2015, "a new way to engage" - Dia 2

O segundo dia do IBM ConnectED 2015 seguiu agitado, com grande destaque para o IBM Verse. As promessas de transformação com a nova solução são significativas e dediquei um bom tempo para me aprofundar um pouco mais no tema. Para isso, me reuni uma vez mais com Carol Sormilic, Vice Presidente IBM Software Group, Product Management Enterprise Social Solutions at IBM, responsável pelo desenvolvimento do produto. Outro destaque do dia foi a apresentação de Ed Brill, Vice President, Social Business Transformation at IBM, sobre a transformação social na IBM.

IBM Verse, com Carol Sormilic

Profissional de altíssimo nível, com profundo conhecimento de tecnologias de colaboração e Intranets, Carol Sormilic é uma pessoa agradável e com uma conversa leve e profunda ao mesmo tempo. Pode conversar horas sobre as transformações que liderou na IBM nos últimos 12 anos, abordando o impacto que cada CEO teve na empresa. Também pode dedicar o tempo necessário para discutir sobre os desafios do IBM Verse, sua visão sobre as principais tendências dos mais atualizados ambientes de trabalho.

Em poucas semanas, a IBM iniciará o projeto de implementação interna do IBM Verse. A idéia é que nos próximos meses dezenas de milhares de profissionais da IBM estejam utilizando o produto, integrado com a Intranet da IBM, com o Connections, o Sametime e outras tecnologias. A expectativa é que este novo ambiente transforme o nosso ambiente de trabalho, trazendo mais agilidade. 


Social Transformation @ IBM, com Ed Brill

Ed Brill é brilhante. Além de excelente apresentador, conhece o assunto e consegue encantar os participantes com uma palestra dinâmica e com muito conteúdo. Logo ao iniciar sua apresentação, reforça a mensagem, já muitas vezes discutida aqui no Explora!, que as tecnologias de Social Business só tem valor quando associadas com iniciativas de negócio. Esta é a base para que as mesmas sejam adotadas em qualquer empresa, de qualquer segmento ou porte. É preciso que ela ofereça valor para que seja utilizada, simples assim.


Em seguida, abordou um tema bem interessante, e que é assunto frequente em quase todas as reuniões que tenho com clientes: adoção de redes sociais. Para começar, ele desconstruiu o mito de que todos os funcionários tem que usar a rede social. O ambiente social corporativo é para colaboração. Dependendo do perfil e posição do profissional, isso pode não ser necessário ou, melhor, pode ser necessário mas com frequencia e intensidade diferentes. Não podemos dizer, simplesmente, que não tivemos sucesso em um projeto de Social Business por que "somente" 70% dos profissionais aderiram ao projeto. Mesmo na IBM, a participação não é de 100%! No entanto, profissionais que necessitam colaborar, registrar e compartilhar conhecimento podem obter enormes benefícios com estas plataformas.

Outro ponto abordado por Ed Brill foi com relação aos objetivos e benefícios que podem ser obtidos com a implementação de uma rede social corporativa. Eles são ligeiramente distintos quando pensamos na empresa e no profissional e estão listados abaixo:

Para a empresa:
  1. Inovação - Grande objetivo de 10 entre 10 empresas que buscam soluções de Social Business, aumentar a colaboração com o objetivo de incentivar a inovação.
  2. Agilidade - Com uma plataforma sólida de colaboração, é possível aumentar a comunicação entre profissionais e, consequentemente, a velocidade com que as atividades são executadas
  3. Eficiência - O amplo acesso a conhecimento, a melhores práticas e a especialistas pode ajudar em muito uma empresa a tornar-se mais eficiente.
  4. Comprometimento profissional - Ao participar de mais processos internos, ao gerar e compartilhar conhecimento, profissionais tornam-se mais comprometidos com a empresa.
  5. Melhorar a experiência e a relação com clientes - Plataformas de redes sociais corporativas tem um impacto direto na relação com clientes uma vez que contribuem para que a empresa tenha profissionais com mais conhecimento, com mais velocidade na resposta e com mais comprometimento.
Para o profissional:
  1. Mais produtividade - Todo profissional sente-se melhor quando vê as tarefas concluídas com agilidade e eficiência. Uma plataforma de Social Business permite que estes objetivos sejam alcançados ao disponibilizar acesso a conhecimento e especialistas.
  2. Senso de pertencimento - Este é um objetivo compartilhado tanto pela empresa quanto pelos funcionários. Todo profissional quer sentir-se parte da empresa, quer participar mais dos processos internos. 
  3. Reputação - A Rede Social Corporativa oferece um ambiente único para que profissionais possam compartilhar conhecimento e construir sua reputação digital.
  4. Desenvolvimento de carreira - Da mesma forma, uma RSC pode contribuir para que profissionais se destaquem e desenvolvam suas carreiras.

O quadro acima diz tudo. A mudança para uma forma de trabalho mais Social demanda uma transformação na forma como pensamos, agimos e trabalhamos, uma mudança no nosso mindset. Já havia comentado sobre parte desta transformação aqui no Explora! no post "Informação é Poder X Compartilhar é Poder".


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

IBM ConnectED 2015, "a new way to engage" - Dia 1


Já é uma tradição... Janeiro é o mês em que especialistas em colaboraçào de Clientes, de Parceiros de Negócio e da IBM se reunem em Orlando, na Florida, para discutir o tema e conhecer as novidades a caminho. Pontualmente, ás 8 horas de uma manhã com temperaturas beirando os 10 graus Celsius, Jeff Schick, General Manager, Enterprise Social Solutions, abriu a edição 2015 sob o tema "IBM ConnectED 2015, a new way to engage". Logo após comemorar os 25 anos do Lotus Notes, Jeff Schick passou a apresentar em mais detalhes o IBM Verse, a nova proposta de forma de trabalho da IBM. A idéia é transformar a forma como trabalhamos, tornando-a mais efetiva e otimizada, libertando-nos do "email jail", como já vimos aqui no Explora!.


O IBM Verse já está saindo do forno (early access já em Fevereiro, cadastre-se aqui) e em poucas semanas estará disponível para dezenas de milhares de usuários e clientes. O produto mostrou bastante amadurecimento e uma integração cada vez mair com o IBM Connections e com o IBM Watson. O projeto é que o IBM Watson suporte o IBM Verse (e o IBM Connections) com a parte de analytics, aprendendo com o trabalho executado por cada um e, consequentemente, colocando-se como um "assistente pessoal", sempre pronto a ajudar.

Louis Vuitton

Em seguida, Jeff Schick convidou ao palco o CIO do grupo Louis Vuitton. Mostrando enorme entusiasmo com seus desafios, e principalmente com os resultados obtidos, ele começou apresentando o grupo. Eles são donos de marcas de luxo em diversos segmentos como bebidas (Dom Perignon e Veuve Clicquot, entre outras), relógios (Tag Heuer e Hublot), cosméticos (Dior e Kenzo) e muito mais, atuando ainda no varejo, com a Sephora, por exemplo. Além disso, a estratégia do grupo é de crescer com aquisições, trazendo ainda mais empresas e produtos para seu portfolio.

Composto por milhares de profissionais, um dos seus grandes desafios é o desenvolvimento de novos produtos, onde a colaboração entre os designers e produtores é fundamental para garantir que o resultado final esteja de acordo com as especificações. Além disso, ele destacou a questão da segurança, uma vez que qualquer vazamento de detalhes sobre um novo produto pode trazer um prejuízo enorme ao grupo. 

Ainda em 2009, o grupo, depois de uma rigorosa avaliação, optou pelas tecnologias IBM para colaboração. Atualmente, estão migrando estas soluções para a nuvem da IBM, para ganhar ainda mais agilidade e flexibilidade.

Bureau Veritas

O Bureau Veritas foi o segundo cliente a apresentar na sessão de abertura. Empresa bicentenária, tem como característica básica, desde seus primeiros dias, ser global, com escritórios em vários países. O principal "produto" da empresa é a certificação, que pode ser de produtos, serviços ou processos. Sempre que existe um "padrão" para uma dessas categorias, é fundamental certificar que o resultado final está em conformidade com o mesmo. O trabalho é fundamentalmente intelectual e a quantidade e qualidade do conhecimento produzido é enorme. É, portanto, importante garantir a comunicação entre os diversos especialistas da empresa, assim como permitir que os mesmos registrem o conhecimento gerado para que possa ser, eventualmente, reutilizado.

Para alcançar seus objetivos, eles utilizam o IBM Notes, o IBM Sametime e o IBM Connections. Com o suporte destas tecnologias, eles não somente registram o conhecimento gerado, como também oferecem uma comunicação eficiente entre seus consultores, localizados em dezenas de escritórios em países no mundo todo.

Blue Schield of California

O terceiro e último cliente a se apresentar na Open General Session foi a Blue Schield da California, empresa de seguros. Seu objetivo fundamental é levar produtos de seguros a pessoas que ainda não os possuem e, para isso, optaram por proporcionar uma experiência única, A+, para seus prospects e clientes. A decisão do grupo foi pelas soluções de portal e gestão de conteúdo da IBM, de forma a garantir transparência e velocidade no envio de informações.

A empresa utiliza o IBM Portal e o IBM Web Content Manager, entre outros componentes, para oferecer acesso omni channel para seus clientes, independente do canal utilizado para a comunicação.

Phelippe Petit

Para encerrar o primeiro dia, mais um convidado de honra, Phelippe Petit. artista francês que ganhou fama em 1974 ao caminhar em um cabo de aço entre as duas torres gêmeas em Nova Iorque. Phelippe passou uma mensagem de dedicação, perserverança e coragem para a audiência.


Foi uma Open General Session marcada pelo lançamento do IBM Verse e, com base nas apresentações dos clientes, pelo claro amadurecimento do mercado de Social Business. É nítida a evolução do uso destas tecnologias por clientes de todos portes e indústrias.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

IBM Digital Experience 2014, Anaheim, California


Anaheim é uma cidade conhecida por seus parques de entretenimento como a Disney e o Knott's Berry Farm e, claro, pela beleza do sul da Califórnia. Esta semana, executivos e especialistas da IBM, de parceiros de negócio e de clientes na área de "Experiência Digital" se reunem para discutir as principais tendências da área. São dezenas de sessões apresentando casos de sucesso de clientes bem como os desafios da integração das diferentes tecnologias e metodologias. O pano de fundo para o evento é a profunda transformação que vem acontecendo na relação entre empresas, funcionários e consumidores, que demanda um novo relacionamento entre profissionais de marketing e tecnologia. Foram-se os tempos em que conhecer as últimas dez compras de um cliente era suficiente. O desafio do momento é sugerir as próximas 10?

Não vivemos mais nos tempos da mala direta e do telemarketing. Novos canais digitais tem ampliado os pontos de contato entre empresas e clientes. Portais de relacionamento, aplicativos para smartphones e tablets, análise de sentimento e análise preditiva vem transformando a relação e, claro, trazendo novos desafios. O cliente tem hoje em mãos mais informação e poder do que jamais teve.

A nova relação com o cliente se insere dentro de um amplo ecosistema que tem como características:
  1. Componentes presenciais e virtuais - os novos pontos de contato levam a relação para ambientes virtuais, quebrando as barreiras das lojas e dos pontos de venda tradicionais. É preciso garantir que o cliente tenha acesso a diversos canais de contato, tanto os presenciais como os virtuais.

  2. Experiência única - a implementação de novos canais deve oferecer uma experiência única. Em muitos casos uma transação pode iniciar em uma loja e ser concluída em um tablet, em outro momento. O cliente deve navegar facilmente de um canal para o outro, tendo uma experiência similar, fluida, contínua.

  3. Experiência em tempo real - o rítmo em que as transações ocorrem acelerou bastante e a expectativa dos clientes é ter um atendimento em tempo real. O novo cliente tem interesse em realizar as transações de forma simples e rápida. Em poucos cliques uma transação deve ser cocluída, sob o risco de um cliente simplesmente abandonar suas compras no carrinho virtual.

  4. As relações devem ser permanentes - empresas devem construir relacionamentos mais longos com os clientes e não apenas limitados a uma simples transação. Para isso, precisam conhecê-los melhor e oferecer mais do que simplesmente um produto ou serviço, precisam oferecer uma experiência ampla.

  5. As relações devem oferecer valor - ao mesmo tempo em que precisam ser permanentes, devem oferecer algo que o consumidor ou o funcionário tenha real interese, algo que tenha valor para eles. É aí que empresas vão se diferenciar umas das outras. A relação é uma troca, uma via de duas mãos.

  6. É preciso conhecer mais do que simplesmente "dados" do seu cliente - análise de sentimento, análise de estilo de vida e predição de compras são apenas algumas das novas fronteiras a serem exploradas. Como dito anteriormente, mais importante do que conhecer as últimas dez compras realizadas por seu cliente é poder sugerir as próximas 10 e, para isso, é fundamental utilizar as tecnologias adequadas.

De acordo com S. Powers, Vice Presidente da Forrester e keynote speaker do evento, vivemos a "era do cliente" (age of client), marcada por três tendências principais:
  1. Foco no ciclo de vida da relação com o cliente e não somente na aquisição de novos clientes. É fundamental desenvolver e manter uma relação de longo prazo com seus clientes.

  2. Análise das tecnologias que suportam a relação com clientes e funcionários. O universo de soluções disponíveis é amplo e deve contemplar três principais dimensões: Medições, Entrega e Gerenciamento (measure, deliver and manage). "Medições" usam tecnologias como web analytics e A/B testing para analisar o comportamento dos clientes, suas preferências e tendências. "Entrega" lança mão de soluções para apresentação e interação com clientes, como portais e redes sociais. "Gerenciamento" vai cuidar de conteúdo, fontes de dados, etc.

  3. Mais do que simplesmente gerenciar dados dos clientes, é preciso extrair conhecimento deles. Somente neste momento teremos real benefício sobre os dados e poderemos trabalhar com ferramentas de análise preditiva para ampliar e extender o relacionamento para novas dimensões.
Para contemplar todos estes pontos e construir relações saudáveis com clientes e funcionários, é preciso lançar mão de tecnologia de ponta e construir relações fortes entre as áreas de tecnologia e de marketing. As novas tecnologias devem ser simples, de fácil uso, de modo a reduzir a demanda da área de TI e agilizar o processo de publicação de informações e de novas ofertas.

Neste cenário, a IBM anunciou em Maio o conceito de "IBM ExperienceOne". Mais do que uma tecnologia, o conceito engloba áreas como portais de relacionamento, redes sociais, smarter commerce e analytics para oferecer, como o nome diz, uma experiência única, integrada e intuitiva. O vídeo abaixo dá uma excelente visão sobre este conceito.


IBM ExperienceOne é o resultado de esforços de IBM Research e de mais de US$ 3 bilhões de investimento em aquisições de empresas para compor um portfolio completo de soluções. Visite o site para conhecer as soluções disponíveis e entender como clientes já estão utilizando este conceito para criar relações mais permanentes e valiosas com seus clientes.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

The price of hiring the wrong professional


Hiring the wrong professional is expensive. We all know that. You incur in numerous expenses, some provided by law, with the termination of the employee. Not to mention the cost of the hiring process and of course the wasted time. Want to know how much it costs? 19.8 billion dollars. This is the result of a study by PwC and LinkedIn developed with the data from  companies in 11 countries, including the Netherlands, UK, Canada, Singapore, United States, Australia, France, Germany, India, China and Brazil.

The project was based on interactions of 277 million users and LinkedIn information from 2,600 customers of PWC. A crossing was made of this information considering that "terminated employees with less than one year of employment potentially represent an error in the hiring process." After all, if the process was well done, it is expected to stay longer in their jobs.

There is a discussion in the market regarding the permanence of staff for longer than one or two years on the job, especially with respect to the younger generations, their individuality, independence and little stability in jobs. However, it is definitely not reasonable to expect that a new employee be less than one year in a new position. Regardless of who initiates the shutdown process if the employee or employer, it is not really reasonable.

Hiring  processes will run well beyond a simple analysis of a Curriculum Vitae and interview. Currently, the amount of information available in social networks is a key factor for a good analysis of a candidate. Companies of all sizes and industries have increasingly used these public information on their processes for talent. And they are published by the candidates themselves, and their coworkers.

Admittedly, for a professional attain a full development into a new position, takes time to settle in and start producing, also known as onboarding. This process takes time. Companies have invested in facilitating this process that goes beyond simply following a checklist. It is important to understand that, in addition to the more common items obtaining an extension, provide a workstation or a line of cell phone, also need to take care of cultural adaptation. By doing so, we will streamline the process and make the new employee start producing earlier. And to ensure that the process to happen the way we want, there are methodologies and services that can be hired for this. An example is the IBM Onboarding.

To illustrate, IBM, just last year, contacted more than one million candidates around the world. And, with the analysis of social networks and some changes in HR processes, the cost of hiring fell approximately 40%. A few years ago, about 4 in 10 recruitment procedures needed the support of a headhunter. Currently, this demand has dropped to 10%. Other companies such as Natura and Nextel have also increasingly used social media in their hiring processes.

In short, hiring the right candidate is a critical process that demand enormous attention and methodology. The price to be paid by a erroneous hiring is very big. Times have changed and we need to go beyond a simple analysis from CV and one or more interviews. The use of the information published on social networks together with changes implemented  in HR processes can assist managers in finding the correct professional.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Watson Mobile Apps Contest - And the winner is... all of us!


As we have seen here in Explora!, IBM Watson launched in 2007, ushered in a new era in computing, the "Cognitive Computing". Watson is much more than a computer, it is the centerpiece of an IBM strategy to develop computational systems with cognitive ability.

"The concept of "Cognitive Computing" is a huge change for computer science. The idea is that these new systems will have the ability to learn, to draw conclusions, to improve every day based on the information they have access. It's a huge challenge for science and demand not only great ability, but also the development of highly sophisticated algorithms, related to the field of Artificial Intelligence."

To foster the development of new applications for Watson in February this year, IBM launched a competition, IBM Watson Mobile Developer Challenge. Mobile applications should use the cognitive capabilities of the IBM Watson to analyze, gain insights and learn, manipulating large amounts of information. There were hundreds of entries and, three months later, IBM selected 25 competitors who could use Watson to develop and test their applications. After this period, 5 teams will be selected. Of them, three teams will have access to APIs and support Watson of consultants from IBM Interactive, for 90 days to assist in the development of the final product.

The 25 finalists proposed applications with different objectives, as one directed to the media industry, one for the world of fashion, education, finance, fitness, human resources and more. See below some of the most interesting, in my opinion, of course.
  1. Smarter Cities - Inteliwise - The idea is to have a Virtual Officer, which could connect all citizens with various municipal councils, such as public safety, health and education. The main motivator is the fact that there is an expectation that approximately 70% of the population will live in cities by the year 2050. Every interaction will create more knowledge and with the help of all the analytical capacity of Watson, all this knowledge will be "recycled" and placed available to the population.
  2. Education - Fang - Friendly Anthopomorphic Networked Genome (fang), aims to transform the educational system in applying cognitive techniques in the process. The idea is that all learning is monitored and individualized to offer possibilities to follow all the details of the development of each student. With the application, you can have a view of any number of process components such as the number of words that a student had contact, their main difficulties and at the end of the day, point out what the key areas where a student may develop more easily, developing their skills and helping in the formation of top professionals.

  3. Healthcare - GenieMD - One of the main applications of Watson has been in the medical field and a finalist applications has exactly this industry as a target. The GenieMD aims to offer a unique service to its users, building a smart environment with holistic health information. The idea is that using all the cognitive ability of Watson, will allow new knowledge to be generated based on the information of each person and what they can contribute so that each can handle more efficiently your health, together with their physicians and clinicians.
Want to know the 25 applications? Visit the hot site created especially for the contest and see why Watson and the Cognitive Computing can change the world as we know it for the better.

Concurso de apps para o IBM Watson - O vencedor é... todos nós!


Como já vimos aqui mesmo no Explora!, a IBM, ao lançar o Watson, em 2007, inaugurou uma nova era na computação, a da "Computação Cognitiva". Watson é muito mais do que um computador, ele é a peça central de uma estratégia da IBM de desenvolver sistemas computacionais com capacidade cognitiva. 

"O conceito de "Computação Cognitiva" é uma enorme transformação para a ciência da computação. A idéia é que estes novos sistemas terão a capacidade de aprender, de tirar conclusões, de melhorar a cada dia com base nas informações que tem acesso. É um enorme desafio para a ciência e demanda não somente enorme capacidade mas, também, o desenvolvimento de algorítmos extremamente sofisticados, ligados ao campo da Inteligência Artificial."

Para incentivar o desenvolvimento de novas aplicações para o Watson, em Fevereiro deste ano, a IBM lançou um concurso, o IBM Watson Mobile Developer Challenge. Os aplicativos móveis deveriam utilizar as capacidades cognitivas do IBM Watson para analisar, obter insights e aprender, manipulando grandes quantidades de informação. Foram centenas de inscrições e, três meses depois, a IBM selecionou 25 concorrentes, que poderão utilizar o Watson para desenvolver e testar suas aplicações. Depois deste período, 5 times serão selecionados. Deles, três times terão acesso a APIs do Watson e ao suporte de consultores da IBM Interactive, por 90 dias, para ajudar no desenvolvimento do produto final.

Os 25 finalistas propuseram aplicativos com os mais variados objetivos, como um direcionado para a indústria da imprensa, outro para o mundo da moda, da educação, finanças, fitness, recursos humanos e muito mais. Veja, abaixo, alguns dos mais interessantes, na minha opinião, é claro.
  1. Cidades Inteligentes - Inteliwise: A idéia é ter um Oficial Virtual, que poderia conectar qualquer cidadão com os mais diversos conselhos municipais, como segurança pública, saúde e educação. O principal motivador é o fato de uma expectativa de que aproximadamente 70% da população viverá em cidades no ano 2050. Cada interação criará mais conhecimento e, com a ajuda de toda a capacidade analítica do Watson, todo este conhecimento será "reciclado" e colocado a disposição da população.

  2. Educação - Fang - Friendly Anthopomorphic Networked Genome (fang) tem como objetivo transformar o sistema educacional ao aplicar técnicas cognitivas no processo. A idéia é que todo o aprendizado será monitorado e individualizado de forma a oferecer possibilidades a todos de acompanhar os detalhes do desenvolvimento de cada aluno. Com o aplicativo, será possível ter uma visão de um sem número de componentes do processo como por exemplo, a quantidade de palavras que um aluno teve contato, suas principais dificuldades e, no fim do dia, apontar quais as principais áreas onde um estudante pode se desenvolver mais facilmente, desenvolvendo suas aptidões e contribuindo na formação de melhores profissionais.

  3. Saúde - GenieMD - Uma das principais aplicações do Watson tem sido na área médica e, um dos aplicativos finalistas tem exatamente esta indústria como alvo. O GenieMD tem como objetivo oferecer um serviço único para seus usuários, construindo um ambiente inteligente, com informações holísticas sobre saúde. A idéia é que ele, utilizando toda a capacidade cognitiva do Watson, vai permitir que novo conhecimento seja gerado com base nas informações de cada pessoa e que elas possam contribuir para que cada um possa manipular de forma mais eficiênte sua saúde, em conjunto com seus médicos e clínicos.
Quer conhecer os 25 aplicativos? Visite o hotsite criado especialmente para o concurso e veja por que o Watson e a era da Computação Cognitiva podem mudar o mundo como o conhecemos para melhor.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Ted, the fridge

Imagine the following conversation:

- Good morning, Mr. Ted. We received a contact from you and would like to verify how we can serve you.
- Thank you for contacting. I'm with my milk supply close to the minimum limit.
- I understand. Would you like to order some more milk?
- Yes I would like to order 6 liters of whole milk.
- Perfectly. Your order is registered and the final price with taxes is $ 28.00. Delivery will be made within 12 hours. The tracking code for your order is 89634529. Anything else I can offer today?
- Not at the moment. Thank you very much.

This is an absolutely natural conversation that occurs thousands of times every day around the world. The detail is that this one, in particular, is the communication between a refrigerator, called Ted, and the virtual attendant of a company that provides milk. The most optimistic forecasts indicate that this type of communication, which is already happening, will grow tremendously in the coming months and, before long, will be so natural that we will not find it strange to name a refrigerator Ted.

The IoT (Internet of Things) is the new frontier to be explored and promises to have a huge impact not only for businesses, but for each of us. The promise is big and points to a near future in which we will question deeply about "how could we live without all this communication?". To give an idea, I recently read an article and infographic prepared by the Best Computer Science Degrees, (an institution whose purpose is to advise interested in applying to something in the area of Computer Science) where they state that, in 2015, there will be around 25 billion devices and equipments connected to the Internet and communicating with each other.

The idea is simple. Today, our computers are connected to the Internet and each time they connect, they receive an IP address (I will not enter into the merits of static or dynamic IP, although this concept has a great impact on the subject). Going beyond our computers, the concept is that each device, like the radio of our cars, the refrigerator (both Ted as well as others), the television in our living room or the air conditioning in our room, each of them will be connected to the Internet. And all of them will provide services and resources not yet explored. The example of self-maintenance of stock is one of them, as well as the air conditioning in your home, that will automatically set themselves on the time and temperature that pleases you, a special selection of songs in your car, etc.. All of this will happen seamlessly. Example: your car could send a signal to the air conditioning system of your home when you are 2 miles away from your destination. Your alarm clock could send a signal to your coffee maker to prepare a coffee at a selected time. And many others that we can not even envision yet but, very soon, will be integral part of our lives.

The market is big. In 2012, it is estimated that the gross revenues of the segment, still in its early stages, was $4.8 trillion. This whole new world will generate even more information that somehow will need to be worked, reinforcing the concepts of Mobility, BigData and Analytics. We are very close to witness a major transformation in our lives in the coming years.

Check out the infographic prepared by them:


sexta-feira, 14 de março de 2014

Yes, we CAMS


No final da década de noventa o tema mais discutido, por empresas de todos os portes e indústrias, era o "bug do milênio". A lenda dava conta que, na passagem do século, todos os antigos sistemas, maioria absoluta ainda desenvolvida em Cobol, principalmente no setor financeiro, simplesmente parariam de funcionar, gerando um caos em bancos, empresas aéreas, etc. Já se passaram 15 anos e é simplesmente incrível ver a enorme transformação pela qual a indústria de TI passou. Hoje, os temas mais discutidos são Cloud, Analytics, Mobile e Social (CAMS). São eles que consomem grande parte dos investimentos e do tempo dos CIOs.

No último ano, apenas, o rítmo da mudança aumentou enormemente. Estes são alguns dos movimentos a que assistimos:
  • A entrada de uma quantidade enorme de novos entrantes, 
  • Aumento significativo no número de fusões e aquisições, principalmente no setor de tecnologia
  • Aumento no investimento de empresas de Venture Capital em projetos voltados para o mundo corporativo
Tudo isso fortemente influenciado pelo desenvolvimento dos conceitos que chamamos de CAMS. A escala da mudança é grande. Houve uma ampliação enorme no número de usuários, no número de sensores espalhados por todos os cantos, de dispositivos "espertos", como smartphones, por exemplo, de canais, relações, transações e muito mais. Um dos resultados foi a geração de um volume de dados, em 2013, de aproximadamente 4 zetabytes (4 x 10 ^21), aproximadamente 4 vezes o que foi gerado em 2010. E CAMS está por trás de todo esse processo.

A IBM, nos últimos anos, acompanhou de perto esse processo, com uma participação ativa. Adquiriu empresas e desenvolveu soluções que hoje fazem parte do maior portfolio disponível na indústria de tecnologia. Vamos ver em mais detalhes cada um dos componentes do CAMS:

Cloud

Para começar, Cloud não é uma tecnologia, é um "modelo de entrega de tecnologia". Para um cliente isso significa, na prática, que ele não vai precisar manter, em suas instalações, infraestrutura de TI. Tudo o que ele precisa, vai acessar por navegadores web em sistemas que estão hospedados em servidores em algum lugar, fora de sua empresa. Além disso, também não vai precisar de tantos funcionários espealizados em TI. Isso pode trazer uma boa economia para ele, claro, dependendo de inúmeros outros fatores.

A IBM vem investindo pesado na área. Desde 2007, a empresa já investiu mais de US$ 7 bilhões em aquisições para acelerar suas iniciativas em cloud e para construir um sólido portfolio de soluções. Diariamente são processadas mais de 5,5 milhões de transações de clientes na nuvem pública da IBM. Além disso, a IBM detem 1560 patentes apenas em cloud. A IBM anunciou, no início deste ano, investimentos de US$1,2 bilhão para ampliar sua rede de datacenters. Este ano, terá 40 centros de processamento em 15 países nos 5 continentes. Está se posicionando para ser o principal player deste segmento que promete, para 2020, que promete ter valor de mercado de US$ 200 bilhões.

Em 2013, a IBM adquiriu a empresa SoftLayer, que é, atualmente, a fundação de todo o portfolio de soluções de cloud da empresa. A plataforma já serve a mais de 2400 clientes em todo o mundo.

Analytics

Considerando apenas o ano de 2013 foram gerados aproximadamente 4 zetabytes de informações (não me perguntem como isso foi calculado ou até mesmo estimado). Como vimos, isso representa 4 vezes mais de tudo o que foi produzido em 2010. Para piorar o cenário, grande parte das informações não está armazenada de forma estruturada. Uma análise mais detalhada mostra que cerca de 80% de tudo o que é gerado está em texto, em emails, em tweets, em posts, instant messages, videos, etc. Ao mesmo tempo que temos uma quantidade muito maior de informações do que nos anos anteriores, para tirarmos algo de útil dela é necessário termos condições de analisar seu significado. E isso é bem mais complicado do que simplesmente usarmos um supercomputador com uma grande capacidade computacional.

A IBM, com uma longa história de desenvolvimento de super computadores, lançou o Watson. Veio ao mundo no formato de um computador mas, na realidade, é muito mais do que isso. O Watson é um sistema, composto por hardware, software e serviços, que inaugurou uma nova era na história da computação, a da Computação Cognitiva. Já falamos sobre esse projeto aqui e sobre seu impacto na computação moderna. O fato é que ele pavimenta a estrada para que seja possível estudar com muito mais critério enormes quantidades de informação, nos mais diferentes formatos, em qualquer campo da ciência como, por exemplo, na medicina, na exploração de petróleo, educação, pesquisa de novos medicamentos, etc.

Mobile

O "M" de CAMS vem de Mobilidade. E esta é uma das próximas fronteiras a ser desenvolvida. Atualmente já existem dezenas de milhares de aplicações que exploram dispositivos moveis como tablets ou smartphones. Existem bilhões destes dispositivos e simplesmente não dá mais para ignorar o fato de que as pessoas não trabalham apenas em seus escritórios. Da mesma forma que é extremamente comum navegar na Internet em qualquer local. Desenvolver um sistema hoje, sem levar em consideração a questão da mobilidade é besteira.

Além disso, afirmo que estamos apenas no início da exploração desta fronteira pois cada vez mais novos dispositivos vem sendo utilizados de forma movel, não apenas smartphones e tablets. Basta ver o esforço sendo feito pela Apple e outras empresas para ter seu sistema, de alguma forma, embarcado em automóveis. Temos ainda os dispositivos relacionados com fitness. Cada um destes novos dispositivos gera mais informação que precisa ser processada de alguma forma para que tenha valor.

A cada dia é mais comum que funcionários tragam para o trabalho os seus dispositivos, como tablets, por exemplo. E as empresas precisam cuidar de diversos aspectos como provisionar capacidade de processamento e, principalmente, segurança. A IBM tem uma série de soluções testadas e aprovadas para garantir gerenciamento de diferentes plataformas de dispositivos, para garantir segurança e, também, para oferecer uma plataforma de desenvolvimento que facilite a entrega de soluções para os mais diversos dispositivos móveis.

Mobilidade não é apenas garantir que um sistema ou outro funcione em um smartphone. É fundamental garantir escalabilidade, garantia de funcionamento mesmo com as mais diversas bandas de internet disponíveis, integração com outros sistemas corporativos e, principalmente, muita segurança.

Social

Social é um dos pilares estratégicos da IBM, junto com os CAMS. Desnecessário dizer todo o esforço e investimento que vem sendo feito pela empresa, nos últimos anos, nesta área. A solução de Social Business oferecida pela IBM é, hoje, líder de mercado no mundo corporativo. Grandes corporações implementaram projetos de Social Business com as tecnologias da IBM, como o Connections, e hoje já colhem os resultados de uma maior colaboração entre seus funcionários. Maior agilidade, comprometimento, troca de informações e inovação são alguns dos benefícios oferecidos.

Para entrar no mundo corporativo, investimentos foram feitos nas áreas de segurança, integração, escalabilidade e mobilidade. Toda a solução oferecida pela IBM hoje pode ser consumida diretamente nas instalações do cliente, atraves da nuvem ou em um ambiente híbrido. O cliente escolhe.

CAMS

Concluindo, CAMS é muito mais do que um produto ou uma solução. Trata-se de uma "visão estratégica", desenvolvida com base em pesquisas de mercado e com a parceria dos clientes e parceiros da IBM em todo o mundo. É uma visão de uma nova fronteira sendo descoberta a cada dia e que tem o poder de transformar o mundo corporativo como o conhecemos. Faz pouco tempo não conseguiamos imaginar como alguem, algum dia, trabalhou sem o uso de um telefone. Em poucos anos, será difícil imaginar como trabalhavamos sem Cloud, Analytics, Mobile e Social.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Watson and the Age of Cognitive Computing


In April 1964, IBM released the System/360, considered till today, after exactly 50 years ago, as a milestone in Computer Science. He transformed it in a unique way and paved the way for everything that we have seen in recent decades. At that time, IBM created a special division to market the new maiframe (read more about this special date on the blog of Daniel Raisch, totally dedicated to the 50th anniversary of the mainframe). Thirty years later, in the 90s, with increasing share of sales of the personal computer, the PC, IBM again created a division to market it.

They were two unique moments in the history of computing and of IBM. In 2007, IBM brought more great news, Watson. Designed by IBM laboratories, the idea is that the system is much more than a supercomputer. It represents a paradigm shift in the history of computing and makes way for a new computational model, the "cognitive computing".

Earlier this year, IBM created a new division to work with Watson, Watson Group, now with 2000 employees and announced investments of over 1 Billion dollars in the project. But ultimately, what IBM expects to Watson?


Cognitive computing

To better understand what this means, we must go back in the past. In the beginning of time, computing was characterized by "doing math quickly." The first computers were simply tabulating machines, ie, they did mathematical operations much faster than us. Until just over half of the twentieth century was how computers operated and that was what we expected of them.

During this period began to develop a little more intelligent machines which not only be able to repeat operations, but also to follow a set of instructions. It was the second time in modern computing, characterized by the ability to write computer programs that would later be executed by a computer.

The concept of "Cognitive Computing" is a huge change for computer science. The idea is that these new systems will have the ability to learn, to draw conclusions, to improve every day based on the information they have access. It's a huge challenge for science and demand not only great ability, but also the development of highly sophisticated algorithms, related to the field of Artificial Intelligence.

Watson is much more than a computer, it is the centerpiece of an IBM strategy to develop computational systems with cognitive ability. It is also much more than just a computer ready to play games like Jeopardy.

Healthcare and implications of Watson 

One of the main applications for Watson is in medicine. Traditionally, it  was taught unidirectional as well as almost all other sciences. Teachers taught classes for dozens of students who used the library for more information. The practical, day-to-day aggregated experience the doctor was forming over the years. The best doctors were usually those with enough expertise and experience, which was obtained after 30 or 40 years in the profession.

To try to help change this model, IBM has partnered with Sloan-Kettering Cancer Center, a distinguished institution reference in oncology, with about a thousand researchers who diagnoses and treats approximately 125,000 patients per year. According to Dr. Craig Thompson, CEO of the hospital, work began with a specially developed training for a selected group of researchers of the institution. The idea was to develop cognitive skills, fundamental analysis for the proposed work with the Watson project. They attended to  two years of training at the end of which developed a working model, developed a partner of diagnosis and treatment of cancer.

In general, the working model consists of 3 steps:
  1. Get all the information required for each patient. The goal is to have a methodology to collect laboratory data, clinical examination, imaging, etc..
  2. Using the cognitive skills to "connect the dots", seeing connections and information where it was not possible before, among the thousands of available information from each patient and each treatment method available.
  3. Provide a prioritized list of diagnoses and treatment suggestions, 100% individual, making the process unique for each individual.
The above methodology is already revolutionizing the treatment of cancer. Individualized, unique, treatments was unimaginable a few years ago. Just to get an idea twenty years ago there were only 4 possible types of treatment for breast cancer. Currently there are over 800. How to diagnose and treat appropriately with so many choices? How to ensure that a physician alone is able to analyze all patient information, to know all the different methods of treatment and prescribing correct? With the help of Watson, as a decision support tool, we are moving in this direction.

Of course we still have a long road ahead of us but you can already see significant progress in medicine and other sciences. We will face many challenges, but the rewards, to make a better world, is worth the whole journey.

In the early 90s I studied at Coppe, Coordination of Graduate Programs in Engineering, Federal University of Rio de Janeiro. Followed my specialization in Artificial Intelligence and performed "sophisticated algorithms" on microcomputers even without a hard drive. It was interesting, and we could imagine some pretty cool stuff. Imagine with Watson ...

Want to know more about Watson? Watch the video below and understand the projects and impacts that it can bring to our world.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

IBM Connect 2014 - Opening General Session - Social Collaboration Demo


So this is it. IBM Connect 2014 is over now. With thousands of attendees from many countries this was by far one of the most intense and content full events ever. Check here the social snapshot and press coverage of the event. Important to mention, also, we had a record attendance from Latin America Customers and Business Partners with more than 100% growth year to year (click here for some of their presentations). But you were not able to make it... Well, let's try to fix it, at least part of it. If you didn't attend you missed a fantastic presentation on Social Collaboration delivered right at the Opening General Session. Here you can find it. Watch and listen to the demo and feel free to share your thaughts leaving a comment. 


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Watson e a Era da Computação Cognitiva


Em Abril de 1964, a IBM lançou o System/360, considerado até hoje, passados exatos 50 anos, como um marco na Ciência da Computação. Ele a transformou de forma única e abriu caminho para tudo o que vimos nas últimas décadas. Na época, a IBM criou uma divisão especial para comercializar o novo maiframe (leia mais sobre esta data especial no blog do Daniel Raisch, totalmente dedicado ao aniversário de 50 anos do mainframe). Trinta anos depois, já nos anos 90, com o aumento da participação das vendas do computador pessoal, o PC, a IBM novamente criou uma divisão para comercializá-lo.

Foram dois momentos únicos na história da computação e da IBM. Em 2007, a IBM trouxe mais uma grande novidade, o Watson. Projetado pelos laboratórios da IBM, a idéia é que o sistema seja muito mais do que um supercomputador. Ele representa uma quebra de paradígma na história da computação e abre caminho para um novo modelo computacional, a "computação cognitiva".

No início deste ano, a IBM criou uma nova divisão para trabalhar com o Watson, a Watson Group, já com 2 mil funcinários e anuciou investimentos de mais de 1 Bilhão de dólares no projeto. Mas, afinal, o que a IBM espera com o Watson?


Computação Cognitiva

Para se entender melhor o que isto significa, é preciso voltar no passado. No início dos tempos, a computação era caracterizada por "fazer contas rapidamente". Os primeiros computadores eram simplesmente máquinas tabuladoras, ou seja, faziam operações matemáticas muito mais rapidamente do que nós. Até pouco mais da metade do século XX era como os computadores operavam e era isso o que esperavamos deles.

Durante este mesmo período começaram a desenvolver máquinas um pouco mais inteligentes, que seriam capazes não somente de repetir operações, mas também de seguirem um conjunto de instruções. Foi a segunda época da computação moderna, caracterizada pela capacidade de escrever programas de computador que seriam, posteriormente, executados por um deles.

O conceito de "Computação Cognitiva" é uma enorme transformação para a ciência da computação. A idéia é que estes novos sistemas terão a capacidade de aprender, de tirar conclusões, de melhorar a cada dia com base nas informações que tem acesso. É um enorme desafio para a ciência e demanda não somente enorme capacidade mas, também, o desenvolvimento de algorítmos extremamente sofisticados, ligados ao campo da Inteligência Artificial.

Watson é muito mais do que um computador, ele é a peça central de uma estratégia da IBM de desenvolver sistemas computacionais com capacidade cognitiva. Também é muito mais do que simplesmente um computador pronto para participar de jogos como o Jeopardy.

Healthcare e as implicações do Watson

Uma das principais aplicações para o Watson é na Medicina. Tradicionalmente, ela era ensinada de forma unidirecional, assim como quase todas as outras ciências. Professores ministravam aulas para algumas dezenas de alunos que usavam a biblioteca para obter mais informações. A prática, no dia-a-dia, agregava experiência ao médico que ia se formando com o passar dos anos. Os melhores médicos eram normalmente aqueles com bastante especialização e experiência, o que era obtido depois de 30 ou 40 anos de profissão.

Para tentar auxiliar na mudança deste modelo, a IBM fez uma parceria com o Sloan-Kettering Cancer Center, uma insituição referência na área da oncologia, com cerca de mil pesquisadores e que diagnostica e trata aproximadamente 125 mil pacientes por ano. Segundo o Dr. Craig Thompson, CEO do hospital, os trabalhos começaram com um treinamento especialmente desenvolvido para um grupo selecionado de pesquisadores da instituição. A idéia foi desenvolver habilidades de análise cognitiva, fundamentais para trabalhar com a proposta do Projeto Watson. Foram dois anos de treinamento, ao final dos quais desenvolveram um modelo de trabalho, desenvolveram um parceiro de diagnóstico e tratamento de cancer.

Em linhas gerais, o modelo de trabalho é composto por 3 etapas:
  1. Obter todas as informações necessárias para cada paciente. O objetivo é ter uma metodologia para coletar informações laboratoriais, de exames clínicos, de imagem, etc. 
  2. Usar as habilidades cognitivas para "ligar os pontos", enxergando conexões e informações onde antes não era possível, dentre as milhares de informações disponíveis de cada paciente, bem como de cada método de tratamento disponível.
  3. Fornecer uma lista priorizada de diagnósticos e sugestões de tratamento, 100% individuais, tornando o processo único para cada indivíduo.
A metodologia acima já está revolucionando o tratamento do cancer. Tratamentos individualizados, únicos, era algo inimaginável há poucos anos. Apensas para se ter uma idéia, há vinte anos haviam apenas 4 tipos possíveis de tratamento para o cancer de mama. Atualmente existem mais de 800. Como diagnosticar e tratar de forma adequada com tantas opções? Como garantir que um médico, sozinho, tenha condições de analisar todas as informações do paciente, de conhecer todos os diferentes métodos de tratamento e de indicar o correto? Com o auxílio do Watson, como ferramenta de apoio a decisão, estamos caminhando nesta direção.

É claro que ainda temos uma longa estrada pela frente mas já é possível visualizar progressos significativos na Medicina e em outras ciências. Enfrentaremos inúmeros obstáculos, mas a recompensa, fazer um mundo melhor, vale toda a jornada.

No início da década de 90 eu estudava na Coppe, Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seguia minha especialização em Inteliência Artificial e executava "sofisticados algorítmos" em microcomputadores sem um hard drive sequer. Era interessante, e conseguiamos imaginar coisas bem legais. Imagina com o Watson...

Quer saber mais sobre o Watson? Veja o vídeo abaixo e entenda os projetos e impactos que ele pode trazer para nosso mundo.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

IBM Connect 2014 - Social Snapshot and Press Coverage, Final

Here goes the final numbers about IBM Connect 2014. Really impressive.

Connect 2014: Social Snapshot

These metrics reflect Sunday, January 26 - Thursday, January 30

  • More than 42K Tweets mentioned #IBMConnect
  • 172 Million Impressions from 11,815 unique users during the event, a 55% increase from 2013
  • Overall engagement up 66% increase over 2013 
  • Engagement with key influencers up by more than 50% 
  • 95% of the top authoritative tweeters were Non-IBMers such as William Tincup, Jay Baer, Mark Fidelman, Pam Moore and Veronica Belmont 
  • More than 1,800 pictures uploaded in Instagram and Flickr with #IBMConnect

Connect 2014: Coverage Highlights

“An individual as a consumer is better served if you’re creating engaging moments for that consumer. Similarly, in SmarterCities, a lot of that is about engaging citizens in cities and municipalities. And now, I’m continuing the great work that [Rudy Karsan of IBM Kenexa] has been doing to create engaging moments with an employee, as you attract, retain, or develop them through the full life cycle of an employee. -- Craig Hayman. – Forbes

“It’s very difficult to train a front line concession worker to be intrinsically friendly and deliver exceptional customer service,” he said. So instead, AMC turned its focus away from training existing employees, and toward ensuring they were hiring the right general managers – the most crucial players in developing engagement –with the right skills, talent and cultural fit for the theaters...The results of AMC’s reduction in formal training were a corresponding reduction in staff turnover (from 200% to 90%) and increases in both guest satisfaction (from 43% to 53%) and front line employee engagement (from 58% to 70%). On top of all that, the general managers hired under the new system generated an extra $300,000 in yearly concession sales than did the control group. - Forbes

The external focus is on a new set of social sentiment data provided by customers that is infused with behavioral science and analytics that could give us the next level of loyalty programs or help identify 'at risk' customers for intervention. Scott Hebner, VP of Social Business Solutions at IBM said it best. "There is a gold mine of data that is brand new and businesses are just now starting to learn how to use it." . – Huffington Post

Employees are one of the ingredients that organizations require in order to succeed. But in every recipe, just one bad ingredient can ruin the end result, and the same is true in business, making it essential for companies to not only hire the right staff and train them well, but also give them the best tools to be able to excel at their jobs...At last week's IBM Connect, senior leaders from PepsiCo, Performance Bicycle, and Sika explained how partnering with IBM allows them to provide essential tools for knowledge-sharing, both among staff members and even with their customers. – 1to1 Media

Using this newTalent  suite, organizations can now streamline, modernize and add precision to hiring practices; increase workforce productivity; and connect employees in ways that impact business results - eWeek

sábado, 1 de fevereiro de 2014

IBM Connect 2014 - O segundo dia, parte 2


O segundo dia do IBM Connect 2014 trouxe ainda mais atrações. Além de apresentações de clientes como Danone, Bosch, TD Bank, TD Ameritrade, Basf, KFC, Nationwide e Continental, tivemos uma participação recorde de clientes do Brasil e da América Latina. Dentre os destaques, contamos com a Polícia Militar de São Paulo, Detran de SP, Sercomtel, BNDES, Schahin e BCP.

Veja, abaixo, algumas destas apresentações.

BNDES


Detran-SP


BCP - Banco de Crédito de Peru