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terça-feira, 3 de março de 2015

IBM as a Service


A indústria de Tecnologia da Informação (TI) vem passando por uma grande transformação que está deixando-a completamente diferente daquela que conhecemos nas últimas duas décadas. O tamanho e a velocidade das mudanças demanda, de todas as empresas, liderança executiva, visão, inovação, uma estratégia flexível e muita agilidade. A IBM, como não poderia deixar de ser, também está modificando-se (constantemente) para acompanhar o movimento.

Um dos movimentos mais claros que se pode observar está relacionado com CAMSS (Cloud, Analytics, Mobile, Social e Security). As tecnologias moveis, as redes sociais, o aumento no uso da nuvem, a demanda por análise de informações em Big Data e, claro, tudo isso com segurança, vem direcionado estratégias corporativas em todas as indústrias. Para a IBM, não basta acompanhar as tendências, é fundamental liderar o mercado, criando novos produtos, novos serviços e modelos de negócio.

E, para alcançar esta posição são necessários investimentos pesados em pesquisa e desenvolvimento. Em 2014, pelo vigésimo segundo ano consecutivo a IBM lideou o ranking de patentes registradas no U.S. Patent and Trademark Office, com 7.534 patentes (uma média de mais de 20 patentes por dia). Não somente lideou o ranking como quebrou o recorde do número de patentes recebidas em um ano. O enorme capital intelectual em patentes é um dos maiores patrimonios que uma empresa pode ter. Na prática, uma patente pode se transformar em algo que pode inaugurar uma nova era e abrir novas fronteiras.

Uma das maiores mudanças a que estamos assistindo é a "entrega de tecnologias" pela nuvem, na forma de serviços. Estimativas da área de Inteligencia de Mercado da IBM apontam para um mercado potencial de US$ 200 bilhões em 2020. E, para estar preparada para liderar este business, a empresa investiu mais de US$ 7 bilhões em 15 aquisições desde 2007, tanto em empresas de software quando em provedoras de infraestrutura. Internamente, já possui mais de 1.500 patentes em soluções inovadoras para o ambiente de nuvem.

IBM as a Service

Imagine uma empresa entregando grande parte do seu portfolio de soluções pela nuvem. Esta é a estratégia da IBM. A idéia é oferecer de tudo, como banco de dados, plataforma de desenvolvimento (IBM Bluemix), produtos de segurança, analytics, ferramentas para colaboração, redes sociais corporativas, etc. E não se trata apenas de uma estratégia sendo desenhada. Já está disponível o IBM Cloud Marketplace, onde qualquer um pode contratar grande parte do portfolio da empresa (algumas restrições geográficas ainda existem).

Olhando para frente, a IBM pretende obter uma renda de mais de US$ 7 bilhões de dólares em negocios na nuvem neste ano. Para isso, está abrindo datacenters em vários países, entre os quais na China, Hong Kong, Inglaterra (Londres), Japão, Índia, Canadá, México (Querétaro, próximo a Cidade do Mexico) e Brasil.

Em 2014, a contribuição de soluções em nuvem para o faturamento da IBM foi de 3,5 bilhões de dólares, um crescimento de 75% quando comparado com 2013. Grandes clientes, como o ABN-AMRO (aplicações de negócio) e a Cola-Cola (SAP) adotaram a nuvem da IBM como base para suas operações globais de TI.

Nos próximos anos, com o aumento do número de data centers e com soluções cada vez mais entregues pela nuvem, a IBM poderá se tornar a maior empresa do mercado, em termos de portfolio e de renda em termos de nuvem. Claro que os desafios são enormes. Claro que novas tecnologias certamente surgirão, vindas tanto dos laboratórios da IBM como de outras empresas. É claro que, como dissemos no início, será necessária uma forte liderança executiva, visão, inovação, uma estratégia flexível e muita agilidade para alcançar estes objetivos.

O caminho está traçado. A direção é clara. A IBM busca a liderança no mercado de soluções de tecnologia em nuvem, e está decidida a conquistar esta posição. Quer saber mais sobre a IBM e suas soluções em nuvem? Visita os sites relacionados abaixo:

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

IBM ConnectED 2015, "a new way to engage" - Dia 2

O segundo dia do IBM ConnectED 2015 seguiu agitado, com grande destaque para o IBM Verse. As promessas de transformação com a nova solução são significativas e dediquei um bom tempo para me aprofundar um pouco mais no tema. Para isso, me reuni uma vez mais com Carol Sormilic, Vice Presidente IBM Software Group, Product Management Enterprise Social Solutions at IBM, responsável pelo desenvolvimento do produto. Outro destaque do dia foi a apresentação de Ed Brill, Vice President, Social Business Transformation at IBM, sobre a transformação social na IBM.

IBM Verse, com Carol Sormilic

Profissional de altíssimo nível, com profundo conhecimento de tecnologias de colaboração e Intranets, Carol Sormilic é uma pessoa agradável e com uma conversa leve e profunda ao mesmo tempo. Pode conversar horas sobre as transformações que liderou na IBM nos últimos 12 anos, abordando o impacto que cada CEO teve na empresa. Também pode dedicar o tempo necessário para discutir sobre os desafios do IBM Verse, sua visão sobre as principais tendências dos mais atualizados ambientes de trabalho.

Em poucas semanas, a IBM iniciará o projeto de implementação interna do IBM Verse. A idéia é que nos próximos meses dezenas de milhares de profissionais da IBM estejam utilizando o produto, integrado com a Intranet da IBM, com o Connections, o Sametime e outras tecnologias. A expectativa é que este novo ambiente transforme o nosso ambiente de trabalho, trazendo mais agilidade. 


Social Transformation @ IBM, com Ed Brill

Ed Brill é brilhante. Além de excelente apresentador, conhece o assunto e consegue encantar os participantes com uma palestra dinâmica e com muito conteúdo. Logo ao iniciar sua apresentação, reforça a mensagem, já muitas vezes discutida aqui no Explora!, que as tecnologias de Social Business só tem valor quando associadas com iniciativas de negócio. Esta é a base para que as mesmas sejam adotadas em qualquer empresa, de qualquer segmento ou porte. É preciso que ela ofereça valor para que seja utilizada, simples assim.


Em seguida, abordou um tema bem interessante, e que é assunto frequente em quase todas as reuniões que tenho com clientes: adoção de redes sociais. Para começar, ele desconstruiu o mito de que todos os funcionários tem que usar a rede social. O ambiente social corporativo é para colaboração. Dependendo do perfil e posição do profissional, isso pode não ser necessário ou, melhor, pode ser necessário mas com frequencia e intensidade diferentes. Não podemos dizer, simplesmente, que não tivemos sucesso em um projeto de Social Business por que "somente" 70% dos profissionais aderiram ao projeto. Mesmo na IBM, a participação não é de 100%! No entanto, profissionais que necessitam colaborar, registrar e compartilhar conhecimento podem obter enormes benefícios com estas plataformas.

Outro ponto abordado por Ed Brill foi com relação aos objetivos e benefícios que podem ser obtidos com a implementação de uma rede social corporativa. Eles são ligeiramente distintos quando pensamos na empresa e no profissional e estão listados abaixo:

Para a empresa:
  1. Inovação - Grande objetivo de 10 entre 10 empresas que buscam soluções de Social Business, aumentar a colaboração com o objetivo de incentivar a inovação.
  2. Agilidade - Com uma plataforma sólida de colaboração, é possível aumentar a comunicação entre profissionais e, consequentemente, a velocidade com que as atividades são executadas
  3. Eficiência - O amplo acesso a conhecimento, a melhores práticas e a especialistas pode ajudar em muito uma empresa a tornar-se mais eficiente.
  4. Comprometimento profissional - Ao participar de mais processos internos, ao gerar e compartilhar conhecimento, profissionais tornam-se mais comprometidos com a empresa.
  5. Melhorar a experiência e a relação com clientes - Plataformas de redes sociais corporativas tem um impacto direto na relação com clientes uma vez que contribuem para que a empresa tenha profissionais com mais conhecimento, com mais velocidade na resposta e com mais comprometimento.
Para o profissional:
  1. Mais produtividade - Todo profissional sente-se melhor quando vê as tarefas concluídas com agilidade e eficiência. Uma plataforma de Social Business permite que estes objetivos sejam alcançados ao disponibilizar acesso a conhecimento e especialistas.
  2. Senso de pertencimento - Este é um objetivo compartilhado tanto pela empresa quanto pelos funcionários. Todo profissional quer sentir-se parte da empresa, quer participar mais dos processos internos. 
  3. Reputação - A Rede Social Corporativa oferece um ambiente único para que profissionais possam compartilhar conhecimento e construir sua reputação digital.
  4. Desenvolvimento de carreira - Da mesma forma, uma RSC pode contribuir para que profissionais se destaquem e desenvolvam suas carreiras.

O quadro acima diz tudo. A mudança para uma forma de trabalho mais Social demanda uma transformação na forma como pensamos, agimos e trabalhamos, uma mudança no nosso mindset. Já havia comentado sobre parte desta transformação aqui no Explora! no post "Informação é Poder X Compartilhar é Poder".


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

IBM ConnectED 2015, "a new way to engage" - Dia 1


Já é uma tradição... Janeiro é o mês em que especialistas em colaboraçào de Clientes, de Parceiros de Negócio e da IBM se reunem em Orlando, na Florida, para discutir o tema e conhecer as novidades a caminho. Pontualmente, ás 8 horas de uma manhã com temperaturas beirando os 10 graus Celsius, Jeff Schick, General Manager, Enterprise Social Solutions, abriu a edição 2015 sob o tema "IBM ConnectED 2015, a new way to engage". Logo após comemorar os 25 anos do Lotus Notes, Jeff Schick passou a apresentar em mais detalhes o IBM Verse, a nova proposta de forma de trabalho da IBM. A idéia é transformar a forma como trabalhamos, tornando-a mais efetiva e otimizada, libertando-nos do "email jail", como já vimos aqui no Explora!.


O IBM Verse já está saindo do forno (early access já em Fevereiro, cadastre-se aqui) e em poucas semanas estará disponível para dezenas de milhares de usuários e clientes. O produto mostrou bastante amadurecimento e uma integração cada vez mair com o IBM Connections e com o IBM Watson. O projeto é que o IBM Watson suporte o IBM Verse (e o IBM Connections) com a parte de analytics, aprendendo com o trabalho executado por cada um e, consequentemente, colocando-se como um "assistente pessoal", sempre pronto a ajudar.

Louis Vuitton

Em seguida, Jeff Schick convidou ao palco o CIO do grupo Louis Vuitton. Mostrando enorme entusiasmo com seus desafios, e principalmente com os resultados obtidos, ele começou apresentando o grupo. Eles são donos de marcas de luxo em diversos segmentos como bebidas (Dom Perignon e Veuve Clicquot, entre outras), relógios (Tag Heuer e Hublot), cosméticos (Dior e Kenzo) e muito mais, atuando ainda no varejo, com a Sephora, por exemplo. Além disso, a estratégia do grupo é de crescer com aquisições, trazendo ainda mais empresas e produtos para seu portfolio.

Composto por milhares de profissionais, um dos seus grandes desafios é o desenvolvimento de novos produtos, onde a colaboração entre os designers e produtores é fundamental para garantir que o resultado final esteja de acordo com as especificações. Além disso, ele destacou a questão da segurança, uma vez que qualquer vazamento de detalhes sobre um novo produto pode trazer um prejuízo enorme ao grupo. 

Ainda em 2009, o grupo, depois de uma rigorosa avaliação, optou pelas tecnologias IBM para colaboração. Atualmente, estão migrando estas soluções para a nuvem da IBM, para ganhar ainda mais agilidade e flexibilidade.

Bureau Veritas

O Bureau Veritas foi o segundo cliente a apresentar na sessão de abertura. Empresa bicentenária, tem como característica básica, desde seus primeiros dias, ser global, com escritórios em vários países. O principal "produto" da empresa é a certificação, que pode ser de produtos, serviços ou processos. Sempre que existe um "padrão" para uma dessas categorias, é fundamental certificar que o resultado final está em conformidade com o mesmo. O trabalho é fundamentalmente intelectual e a quantidade e qualidade do conhecimento produzido é enorme. É, portanto, importante garantir a comunicação entre os diversos especialistas da empresa, assim como permitir que os mesmos registrem o conhecimento gerado para que possa ser, eventualmente, reutilizado.

Para alcançar seus objetivos, eles utilizam o IBM Notes, o IBM Sametime e o IBM Connections. Com o suporte destas tecnologias, eles não somente registram o conhecimento gerado, como também oferecem uma comunicação eficiente entre seus consultores, localizados em dezenas de escritórios em países no mundo todo.

Blue Schield of California

O terceiro e último cliente a se apresentar na Open General Session foi a Blue Schield da California, empresa de seguros. Seu objetivo fundamental é levar produtos de seguros a pessoas que ainda não os possuem e, para isso, optaram por proporcionar uma experiência única, A+, para seus prospects e clientes. A decisão do grupo foi pelas soluções de portal e gestão de conteúdo da IBM, de forma a garantir transparência e velocidade no envio de informações.

A empresa utiliza o IBM Portal e o IBM Web Content Manager, entre outros componentes, para oferecer acesso omni channel para seus clientes, independente do canal utilizado para a comunicação.

Phelippe Petit

Para encerrar o primeiro dia, mais um convidado de honra, Phelippe Petit. artista francês que ganhou fama em 1974 ao caminhar em um cabo de aço entre as duas torres gêmeas em Nova Iorque. Phelippe passou uma mensagem de dedicação, perserverança e coragem para a audiência.


Foi uma Open General Session marcada pelo lançamento do IBM Verse e, com base nas apresentações dos clientes, pelo claro amadurecimento do mercado de Social Business. É nítida a evolução do uso destas tecnologias por clientes de todos portes e indústrias.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Reputação Digital e seu blog, uma relação de longo prazo


Um bom número de comentários que recebi sobre o último post, Como construir sua reputação digital?, está relacionado com o ato de escrever, mais especificamente um blog. Definitivamente, não é uma atividade simples, principalmente se você se preocupa em produzir conteúdo de qualidade. Eis que, navegando pelo LinkedIn, encontro um interessante post de uma colega blogueira sobre o tema. Com o título de "I've been blogging gor 8 freaking years", ela apresenta uma lista de razões pelas quais vale a pena manter um blog e relaciona lições que ela aprendeu durante seus 8 anos de blogueira. Quais são algumas destas lições? Veja, a seguir, algumas lições interessantes:
  1. Publique seu conteúdo, simples assim - seguramente, ele vai ter valor para alguem. Um dos grande benefícios da Internet é exatamente o de permitir que conteúdo seja publicado de forma mais ágil e, principalmente, compartilhado. Você tem conteúdo? Publique.

  2. Não tenha receio de sua própria voz - novamente, publique. Seu conteúdo tem valor. Ouça seus leitores, suas críticas e sugestões. Aos poucos você vai se acostumar a publicar conteúdo no formato mais adequado para seu público. Não tenha receio de publicar o que você pensa.

  3. Não importa se ninguem está lendo - lembra do início do Twitter? Não havia ninguem navegando naquele espaço. O mesmo vale para qualquer novo ambiente. Insista, divulgue, faça com que as pessoas saibam que você está escrevendo. No início do Explora! eu enviava emails para uma lista de distribuição sempre que eu publicava um novo post. Ficava chateado quando via que era lido por poucos. Insisti e, aos poucos, o número de leitores foi aumentando. Até hoje, quando publico algo, divulgo nas redes sociais. Essa é a dinâmica.

  4. A maioria das pessoas não escreve brilhantemente bem - são poucos os que dominam a arte de escrever em um formato correto. Erros acontecem, typos podem ocorrer. Leia e busque captar o sentimento, o real conteúdo. Procure desenvolver suas habilidades de escrita.

  5. A grande maioria das pessoas não cria conteúdo, simplesmente repassa conteúdo - se você tem capacidade para publicar conteúdo, siga em frente. A propósito, não tem nada de errado em republicar conteúdo de outras pessoas, desde que, obviamente, a fonte seja mencionada (como no início deste post).
A arte de escrever demanda tempo e disciplina. Demanda investimento em aprendizado e muita vontade de compartilhar. O Explora! completou 7 anos no dia 10 de Agosto. Valeu todo o investimento.


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Como construir sua reputação digital?


Fui convidado para palestrar no evento IBM Deeper Insight, em Outubro. Trata-se de um evento virtual, dirigido a novos funcionários da IBM (novos IBMistas), o que inclui todos aqueles que entraram na companhia nos últimos dois anos, bem como novos gerentes. O público esperado é de 90 mil funcionários, mais 18 mil gerentes e executivos. O evento, com três dias de duração, vai contar com apresentações de vários vice-presidentes e, inclusive, com a CEO da IBM, Ginni Rometty. O que esperam de mim? "You are uniquely positioned to share your point of view on IBM's Social Business Portfolio – especially as it relates to our Client Experience.". Dentro de mais de 500 mil funcionários em todo o mundo eu fui convidado para compartilhar minha visão sobre Social Business. Por que fui convidado? Pela minha contribuição com relação ao tema, pela minha participação em projetos, em atividades de pré-venda, em outros eventos, pelo meu blog, pelos artigos que escrevo, enfim, pela minha reputação. Construir uma reputação forte é um dos principais desafios profissionais. Em tempos de Internet e Social Business, saber navegar por estes ambientes virtuais e, ao mesmo tempo, manter uma rede de relacionamentos no mundo real, faz toda a diferença. E como construir uma reputação?

Estudos detalhados com as mais variadas propostas surgem a cada dia, com as mais diversas abordagens. Ao mesmo tempo em que o desafio é grande, seguir uma metodologia e investir no desenvolvimento de sua reputação é absolutamente fundamental para uma carreira de sucesso. E este processo depende, principalmente, de cada um de nós. Esta não é uma missão que faz parte do job description do seu gerente ou mesmo do time de recursos humanos de sua empresa. Cabe a cada um de nós dedicar tempo e energia. Sem ter a pretensão de propor uma metodologia definitiva, relaciono, abaixo, cinco passos para sair do anonimato e se transformar em uma referência em sua área de atuação. Um pequeno alerta. Não estou querendo ensinar ninguem a virar uma celebridade. Reputação e Celebridade, para o contexto deste post, tem sentidos diferentes. A reputação é composta pela bagagem que você vai construindo ao longo do tempo. O conceito de celebridade, aqui, está mais associado ao destaque na mídia por um ou mais eventos.

E quais são os passos a serem seguidos para se construir uma sólida reputação? Abaixo relaciono 5 passos que, se perseguidos com disciplina vão fazer com que você alcance uma excelente visibilidade tanto na sua empresa como no mercado.

1 - Tenha controle sobre sua IMAGEM:

Antes de começar, certifique-se que seu perfil, tanto público como dentro de sua empresa, está bem definido. Atualize seu perfil no LinkedIn, no Facebook e em todas os pontos de referência externos. Sua Universidade tem um portal de ex-alunos? Sua escola? A instituição em que você fez uma pós-graduação? Assegure-se de que, em todos eles, suas informações estão atualizadas e de que estão claras em relação a sua formação e atuação. Se você quer ser reconhecido como um especialista em Social Business, precisa estar certo de que todos saibam, caso visitem suas páginas nestes ambientes. O mesmo vale para a rede interna de sua empresa. Se sua empresa tem uma Intranet, faça com que ela também reflita seus interesses e área de atuação.

2 - Construa sua REDE:

Você é o que a sua rede de relacionamentos diz que é. Sem uma rede, você não é nada. Para construir uma rede, você pode começar participando de eventos, tanto internos quanto externos. Participe, atue, discuta com os outros participantes e identifique aqueles que tem interesses mais próximos dos seus. Em eventos externos, procure conhecer novas pessoas, que podem ampliar a sua rede e aumentar a visibilidade sobre você. Mantenha contato com eles tanto nas redes sociais como participando de outros eventos.

Nas redes sociais como o LinkedIn, por exemplo, participe de grupos. Eles são excelentes pontos de encontro virtual para profissionais com interesses semelhantes. Existem grupos de todos os tipos como aqueles relacionados com instituições acadêmicas, com empresas ou com revistas especializadas. Selecione aqueles que estão mais próximos da sua área, inscreva-se e participe. Comente as publicações feitas por outros membros dos grupos, dê sua opinião, faça perguntas. Enfim, tenha participação ativa. Existem inúmeros fóruns e salas de colaboração no mundo virtual.

Se sua empresa tem fóruns internos de discussão, participe. Se não tem, crie e lidere a iniciativa. Construir sua rede dentro de sua empresa também é fundamental para sua reputação.

3 - Transforme-se em uma AUTORIDADE:

Uma Autoridade em um assunto qualquer produz conhecimento. O processo de construção da reputação demanda que você produza e publique conhecimento. Inspire-se, escreva e publique. É importante a produção de conteúdo de sua autoria, e não apenas o compartilhamento de material de terceiros. Claro que compartilhar deve fazer parte do processo, mas criar conteúdo é onde você vai mostrar seu valor. Se você não gosta de escrever, procure desenvolver-se na técnica. Existem inúmeras metodologias. Não precisa começar escrevendo um livro, publique um post com dois ou três parágrafos e vá elaborando aos poucos.

Que tal começar um blog? São textos relativamente curtos e um excelente formato para você construir um acervo de conhecimento e uma rede de relacionamento em torno do mesmo. Escreva e divulgue, faça com que sua rede veja sua produção. Incentive os comentários, sejam críticas ou sugestões. Esta é a dinâmica. Comecei a escrever o Explora! em 2007 e é uma excelente plataforma para compartilhar conhecimento e construir uma rede de relacionamentos.

4 - Transforme-se em um AUTOR:

Uma vez que tenha começado a produzir conhecimento e a registrá-lo em blogs, o próximo passo é um pouco maior. Procure escrever artigos mais longos para publicações especializadas. Neste momento, o mercado começa a ver sua carreira profissional de forma diferente. Mais do que simplesmente compartilhar conhecimento em um blog (que, como vimos anteriormente, é um passo importante), ao publicar em revistas especializadas existe um reconhecimento implícito. Afinal, ninguem é convidado para escrever uma matéria em uma revista se não for reconhecido com especialista na área. Sua reputação já está atingindo um bom nível e os primeiros resultados começam a aparecer.

Para se iniciar na arte de escrever um livro, um eBook pode ser uma boa idéia. Você vai praticar a difícil arte de estruturar o livro, de escrever capítulos, de revisão, da publicação e da divulgação do mesmo. É um trabalho maior, que vai demandar muito mais tempo e disciplina. É interessante também pois, durante a revisão, você vai interagir com outras pessoas. Eu publiquei dois ebooks, o primeiro com o título de "Afinal, o que é Social Business" que é uma coletânea de posts do Explora! e o segundo, "A Jornada Social", uma experiência, uma forma diferente de abordar o conceito de Social Business, em um formato romanceado, inspirado no excelente livro A Meta, de Eliyahu M. Goldratt e Jeff Cox.

5 - Transforme-se em um PALESTRANTE:

Uma vez que você tenha construido uma sólida reputação, é hora de compartilhar seu conhecimento em outros ambientes. Naturalmente, neste momento, você vai ser convidado para palestrar em eventos, dar entrevistas e participar de pesquisas junto com analistas de mercado. Você já tem reputação, agora o mercado quer te ouvir e aprender com você. Novamente, este é mais um desafio pois muitas pessoas não sentem-se bem para falar em público. Vale seu investimento para desenvolver técnicas. Esteja seguro de que falar sobre algo que você domina é bem mais fácil do que você imagina. Você vai se surpreender!

Conclusão:

A estrada é longa. Não espere resultados em pouco tempo. Lembre-se da diferença entre celebridade e reputação e esteja seguro de que reputação é algo que se conquista com inspiração, conhecimento, disciplina e muito suor. O resultado é extremamente positivo e vale todo o investimento. Construa sua reputação, sua marca, e diferencie-se no mercado.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Internet das Coisas e Redes Sociais Corporativas na Amcham Brasil

A Amcham Brasil, unidade de Curitiba, estará patrocinando uma ampla discussão sobre o tema Internet das Coisas, no próximo dia 13 de agosto. O objetivo é fomentar uma discussão com os membros da entidade sobre como esta tendência, junto com o mundo das Redes Sociais Corporativas, vem transformando a forma como o trabalho é feito. Fui convidado para palestrar sobre o tema. Será uma conversa bem interessante!

Mais detalhes sobre o evento:

CURITIBA
GESTÃO EMPRESARIAL

Internet das Coisas

Participe desse evento.
A popularização das redes sem fio e o barateamento de chipsets fazem com que a internet seja cada vez mais utilizada para conectar objetos. Essa realidade, aliada às projeções de crescimento, colocam em questão a preparação da infraestrutura para receber este fluxo e seus impactos na tomada de decisão por gestores de rede e desenvolvedores de aplicações.
Do uso crescente, por parte de empresas de todos os portes, das tecnologias de colaboração social para aumentar a produtividade e manter melhores relacionamentos entre clientes e fornecedores, vem à pauta o segundo tema do encontro: “A Jornada Social”, que apresentará os principais desafios e benefícios alcançados pelas empresas, e quais os principais envolvidos neste processo.

PROGRAMAÇÃO

Internet das Coisas
08h30 - Credenciamento e Welcome Coffe
09h00 - Inicio da palestra Internet das coisas – Infraestrutura Com Claudio Saes
09h55 - Intervalo coffee
10h05 - Inicio da palestra Internet das coisas nas Redes Sociais Corporativas com Flavio Mendes
11h00 - Debates e Perguntas
11h30 - Encerramento

INFORMAÇÕES

Contato: Fernando Balotin Carreiro
Tel.: 041 2104-9350
E-mail: fernando.carreiro@amchambrasil.com.br
Local: A Amcham Curitiba fica localizada próxima ao BIG Av. das Torres.

CURRÍCULO DO PALESTRANTE

Flavio Gusmao De Figueiredo Mendes, formado em Matemática com especialização em Informática pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós-graduado pela Faculdade de Economia e Administração da própria Universidade, além de pós no IBMEC-RJ e também na Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte/Nova Lima. Trabalho na IBM há 20 anos dos quais 18 na área de Software, mais especificamente em Soluções de Colaboração. Nos últimos anos, especializou-se em Portais e em Redes Sociais. Participando de projetos na área de Colaboração em clientes das mais variadas indústrias e portes. Blogueiro desde 2007, atualmente dedicado a Explorar a discutir temas relacionados com Social Business e Cloud.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

IBM Digital Experience 2014, Anaheim, California


Anaheim é uma cidade conhecida por seus parques de entretenimento como a Disney e o Knott's Berry Farm e, claro, pela beleza do sul da Califórnia. Esta semana, executivos e especialistas da IBM, de parceiros de negócio e de clientes na área de "Experiência Digital" se reunem para discutir as principais tendências da área. São dezenas de sessões apresentando casos de sucesso de clientes bem como os desafios da integração das diferentes tecnologias e metodologias. O pano de fundo para o evento é a profunda transformação que vem acontecendo na relação entre empresas, funcionários e consumidores, que demanda um novo relacionamento entre profissionais de marketing e tecnologia. Foram-se os tempos em que conhecer as últimas dez compras de um cliente era suficiente. O desafio do momento é sugerir as próximas 10?

Não vivemos mais nos tempos da mala direta e do telemarketing. Novos canais digitais tem ampliado os pontos de contato entre empresas e clientes. Portais de relacionamento, aplicativos para smartphones e tablets, análise de sentimento e análise preditiva vem transformando a relação e, claro, trazendo novos desafios. O cliente tem hoje em mãos mais informação e poder do que jamais teve.

A nova relação com o cliente se insere dentro de um amplo ecosistema que tem como características:
  1. Componentes presenciais e virtuais - os novos pontos de contato levam a relação para ambientes virtuais, quebrando as barreiras das lojas e dos pontos de venda tradicionais. É preciso garantir que o cliente tenha acesso a diversos canais de contato, tanto os presenciais como os virtuais.

  2. Experiência única - a implementação de novos canais deve oferecer uma experiência única. Em muitos casos uma transação pode iniciar em uma loja e ser concluída em um tablet, em outro momento. O cliente deve navegar facilmente de um canal para o outro, tendo uma experiência similar, fluida, contínua.

  3. Experiência em tempo real - o rítmo em que as transações ocorrem acelerou bastante e a expectativa dos clientes é ter um atendimento em tempo real. O novo cliente tem interesse em realizar as transações de forma simples e rápida. Em poucos cliques uma transação deve ser cocluída, sob o risco de um cliente simplesmente abandonar suas compras no carrinho virtual.

  4. As relações devem ser permanentes - empresas devem construir relacionamentos mais longos com os clientes e não apenas limitados a uma simples transação. Para isso, precisam conhecê-los melhor e oferecer mais do que simplesmente um produto ou serviço, precisam oferecer uma experiência ampla.

  5. As relações devem oferecer valor - ao mesmo tempo em que precisam ser permanentes, devem oferecer algo que o consumidor ou o funcionário tenha real interese, algo que tenha valor para eles. É aí que empresas vão se diferenciar umas das outras. A relação é uma troca, uma via de duas mãos.

  6. É preciso conhecer mais do que simplesmente "dados" do seu cliente - análise de sentimento, análise de estilo de vida e predição de compras são apenas algumas das novas fronteiras a serem exploradas. Como dito anteriormente, mais importante do que conhecer as últimas dez compras realizadas por seu cliente é poder sugerir as próximas 10 e, para isso, é fundamental utilizar as tecnologias adequadas.

De acordo com S. Powers, Vice Presidente da Forrester e keynote speaker do evento, vivemos a "era do cliente" (age of client), marcada por três tendências principais:
  1. Foco no ciclo de vida da relação com o cliente e não somente na aquisição de novos clientes. É fundamental desenvolver e manter uma relação de longo prazo com seus clientes.

  2. Análise das tecnologias que suportam a relação com clientes e funcionários. O universo de soluções disponíveis é amplo e deve contemplar três principais dimensões: Medições, Entrega e Gerenciamento (measure, deliver and manage). "Medições" usam tecnologias como web analytics e A/B testing para analisar o comportamento dos clientes, suas preferências e tendências. "Entrega" lança mão de soluções para apresentação e interação com clientes, como portais e redes sociais. "Gerenciamento" vai cuidar de conteúdo, fontes de dados, etc.

  3. Mais do que simplesmente gerenciar dados dos clientes, é preciso extrair conhecimento deles. Somente neste momento teremos real benefício sobre os dados e poderemos trabalhar com ferramentas de análise preditiva para ampliar e extender o relacionamento para novas dimensões.
Para contemplar todos estes pontos e construir relações saudáveis com clientes e funcionários, é preciso lançar mão de tecnologia de ponta e construir relações fortes entre as áreas de tecnologia e de marketing. As novas tecnologias devem ser simples, de fácil uso, de modo a reduzir a demanda da área de TI e agilizar o processo de publicação de informações e de novas ofertas.

Neste cenário, a IBM anunciou em Maio o conceito de "IBM ExperienceOne". Mais do que uma tecnologia, o conceito engloba áreas como portais de relacionamento, redes sociais, smarter commerce e analytics para oferecer, como o nome diz, uma experiência única, integrada e intuitiva. O vídeo abaixo dá uma excelente visão sobre este conceito.


IBM ExperienceOne é o resultado de esforços de IBM Research e de mais de US$ 3 bilhões de investimento em aquisições de empresas para compor um portfolio completo de soluções. Visite o site para conhecer as soluções disponíveis e entender como clientes já estão utilizando este conceito para criar relações mais permanentes e valiosas com seus clientes.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Yes, we CAMS


In the late nineties the most discussed issue by organizations of all sizes and industries, was the "millennium bug". Legend was that in the turn of the century, all the old systems, most still developed in Cobol, especially in the financial sector simply would stop working, causing chaos in banks, airlines, etc.. 15 years have passed and it is simply amazing to see the huge transformation the IT industry has passed. Today, the most discussed topics are Cloud, Analytics, Mobile and Social (CAMS). They consume most of the investments and time of CIOs .

Last year alone, the pace of change has increased dramatically. These are some of the moves that we have seen:

  • The entry of a huge amount of new entrants, 
  • Significant increase in the number of mergers and acquisitions, especially in the technology sector 
  • Increase of investment by venture capital companies in projects for the corporate world

All of this, strongly influenced by the development of the concepts we call CAMS. The scale of change is large. There was a huge increase in the number of users, number of sensors spread across all corners of "smart" devices, such as smartphones, for example, channels, relationships, transactions and more. One result has been the generation of a data volume in 2013, of approximately 4 zetabytes (4 x 10 ^ 21), about 4 times that was generated in 2010. And CAMS is behind this whole process. 

IBM, in recent years, has closely followed this process with active participation. Acquired companies and developed solutions that are now part of the largest portfolio available in the technology industry. Let's see in more detail each of the components of CAMS:

Cloud

To begin, Cloud is not a technology, it is a "technology delivery modeo". For a customer this means in practice that he will not need to keep on their premises IT infrastructure. All the IT services he may need, will be accessed through web browsers on systems that are hosted on servers somewhere outside the company. Moreover, it will not demand s skilled IT staff. This can bring good savings, of course, depending on numerous other factors.

IBM is investing heavily in the area. Since 2007, the company has invested more than $7 billion in acquisitions to accelerate their cloud initiatives and to build a solid portfolio of solutions. Every day more than 5.5 million customer transactions are processed on the IBM public cloud. In addition, IBM holds 1560 patents on cloud solutions. IBM announced earlier this year, investments of $ 1.2 billion to expand its network of datacenters. This year IBM will have 40 processing centers in 15 countries on 5 continents. It is positioning itself to be the leading player in this segment that promises, for 2020, to be worth US$200 billion.

In 2013, IBM acquired the company SoftLayer, which is currently the foundation of the entire portfolio of cloud solutions company. The platform now serves over 2400 customers worldwide.

Analytics

Considering only the year 2013 were generated approximately 4 zetabytes information (do not ask me how it was calculated or even estimated). As we have seen, it is 4 times more than all that was produced in 2010. To make matters worse, much of the information is not stored in a structured way. A more detailed analysis shows that about 80% of what is generated is text in e-mails to tweets in posts, instant messages, videos, etc.. At the same time we have a much larger amount of information than in previous years, so we take something useful it is necessary to have the ability to analyze its meaning. And it is much more complicated than simply using a supercomputer with a large computing capacity.

IBM, with a long history of development of supercomputers, launched Watson. It came into the world in a computer format but in reality it is much more than that. Watson is a system composed of hardware, software and services, which inaugurated a new era in the history of computing, Cognitive Computing. We've talked about this project here and about its impact on modern computing. The fact is that it paves the road to make it possible to study huge amounts of information, in the most different formats in any field of science, for example, in medicine, oil exploration, education, research new drugs, etc. 

Mobile

"M" in CAMS comes from  Mobility. And this, in my opinion, is one of the next frontiers to be explored. Currently there are already tens of thousands of applications that exploit mobile devices like tablets or smartphones. There are billions of these devices and it is simply no longer possible to ignore the fact that people do not just work in their offices. Likewise it is extremely common to surf the Internet anywhere. Develop a system today, without taking into consideration the issue of mobility it is nonsense.

Furthermore, I argue that we are only at the beginning of the exploration of this frontier as more new devices are being used in mobile form not only smartphones and tablets. Just see the effort being made ​​by Apple and other companies to have their systems somehow embedded in automobiles. We have even the devices related to fitness. Each of these new devices generate more information that needs to be processed in some way so that it has value.

Every day it is more common that employees bring to their work devices such as personal tablets, for example. And companies need to take care of several aspects like provision processing power and, especially, safety. IBM has a number of solutions tested and approved to ensure cross-platform management devices to ensure safety and also to provide a development platform that facilitates the delivery of solutions for different mobile devices.

Mobility is not just to ensure that a system works on a smartphone. It is essential to ensure scalability, ensuring operation even with the most diverse internet bandwidths available, integration with other enterprise systems, and especially safely. 

Social is one of the strategic pillars of IBM, along with the "other CAMS" . Needless to say all the effort and investment that has been made ​​by the company in recent years in this area. The solution offered by IBM Social Business is today the market leader in the corporate world. Large corporations have implemented Social Business projects with IBM technologies, such as Connections, and today they reap the results of greater collaboration among their employees. Greater agility, commitment, information exchange and innovation are some of the benefits offered.

To enter the corporate world, investments were made in the areas of security, integration, scalability and mobility. Any solution offered by IBM today can be consumed directly at the customer premises, through the cloud or in a hybrid environment. This is a customer choice. 

CAMS

In conclusion, CAMS is much more than one product or a single solution. This is a "strategic vision", developed based on market research and the partnership with  IBM customers and partners worldwide. It is a vision of a new frontier being discovered every day and has the power to transform the corporate world as we know it. Not long ago we could not imagine how someone someday could work without using a phone. In a few years it will be hard to imagine how we worked without Cloud, Analytics, Mobile and Social.

Yes, we CAMS


No final da década de noventa o tema mais discutido, por empresas de todos os portes e indústrias, era o "bug do milênio". A lenda dava conta que, na passagem do século, todos os antigos sistemas, maioria absoluta ainda desenvolvida em Cobol, principalmente no setor financeiro, simplesmente parariam de funcionar, gerando um caos em bancos, empresas aéreas, etc. Já se passaram 15 anos e é simplesmente incrível ver a enorme transformação pela qual a indústria de TI passou. Hoje, os temas mais discutidos são Cloud, Analytics, Mobile e Social (CAMS). São eles que consomem grande parte dos investimentos e do tempo dos CIOs.

No último ano, apenas, o rítmo da mudança aumentou enormemente. Estes são alguns dos movimentos a que assistimos:
  • A entrada de uma quantidade enorme de novos entrantes, 
  • Aumento significativo no número de fusões e aquisições, principalmente no setor de tecnologia
  • Aumento no investimento de empresas de Venture Capital em projetos voltados para o mundo corporativo
Tudo isso fortemente influenciado pelo desenvolvimento dos conceitos que chamamos de CAMS. A escala da mudança é grande. Houve uma ampliação enorme no número de usuários, no número de sensores espalhados por todos os cantos, de dispositivos "espertos", como smartphones, por exemplo, de canais, relações, transações e muito mais. Um dos resultados foi a geração de um volume de dados, em 2013, de aproximadamente 4 zetabytes (4 x 10 ^21), aproximadamente 4 vezes o que foi gerado em 2010. E CAMS está por trás de todo esse processo.

A IBM, nos últimos anos, acompanhou de perto esse processo, com uma participação ativa. Adquiriu empresas e desenvolveu soluções que hoje fazem parte do maior portfolio disponível na indústria de tecnologia. Vamos ver em mais detalhes cada um dos componentes do CAMS:

Cloud

Para começar, Cloud não é uma tecnologia, é um "modelo de entrega de tecnologia". Para um cliente isso significa, na prática, que ele não vai precisar manter, em suas instalações, infraestrutura de TI. Tudo o que ele precisa, vai acessar por navegadores web em sistemas que estão hospedados em servidores em algum lugar, fora de sua empresa. Além disso, também não vai precisar de tantos funcionários espealizados em TI. Isso pode trazer uma boa economia para ele, claro, dependendo de inúmeros outros fatores.

A IBM vem investindo pesado na área. Desde 2007, a empresa já investiu mais de US$ 7 bilhões em aquisições para acelerar suas iniciativas em cloud e para construir um sólido portfolio de soluções. Diariamente são processadas mais de 5,5 milhões de transações de clientes na nuvem pública da IBM. Além disso, a IBM detem 1560 patentes apenas em cloud. A IBM anunciou, no início deste ano, investimentos de US$1,2 bilhão para ampliar sua rede de datacenters. Este ano, terá 40 centros de processamento em 15 países nos 5 continentes. Está se posicionando para ser o principal player deste segmento que promete, para 2020, que promete ter valor de mercado de US$ 200 bilhões.

Em 2013, a IBM adquiriu a empresa SoftLayer, que é, atualmente, a fundação de todo o portfolio de soluções de cloud da empresa. A plataforma já serve a mais de 2400 clientes em todo o mundo.

Analytics

Considerando apenas o ano de 2013 foram gerados aproximadamente 4 zetabytes de informações (não me perguntem como isso foi calculado ou até mesmo estimado). Como vimos, isso representa 4 vezes mais de tudo o que foi produzido em 2010. Para piorar o cenário, grande parte das informações não está armazenada de forma estruturada. Uma análise mais detalhada mostra que cerca de 80% de tudo o que é gerado está em texto, em emails, em tweets, em posts, instant messages, videos, etc. Ao mesmo tempo que temos uma quantidade muito maior de informações do que nos anos anteriores, para tirarmos algo de útil dela é necessário termos condições de analisar seu significado. E isso é bem mais complicado do que simplesmente usarmos um supercomputador com uma grande capacidade computacional.

A IBM, com uma longa história de desenvolvimento de super computadores, lançou o Watson. Veio ao mundo no formato de um computador mas, na realidade, é muito mais do que isso. O Watson é um sistema, composto por hardware, software e serviços, que inaugurou uma nova era na história da computação, a da Computação Cognitiva. Já falamos sobre esse projeto aqui e sobre seu impacto na computação moderna. O fato é que ele pavimenta a estrada para que seja possível estudar com muito mais critério enormes quantidades de informação, nos mais diferentes formatos, em qualquer campo da ciência como, por exemplo, na medicina, na exploração de petróleo, educação, pesquisa de novos medicamentos, etc.

Mobile

O "M" de CAMS vem de Mobilidade. E esta é uma das próximas fronteiras a ser desenvolvida. Atualmente já existem dezenas de milhares de aplicações que exploram dispositivos moveis como tablets ou smartphones. Existem bilhões destes dispositivos e simplesmente não dá mais para ignorar o fato de que as pessoas não trabalham apenas em seus escritórios. Da mesma forma que é extremamente comum navegar na Internet em qualquer local. Desenvolver um sistema hoje, sem levar em consideração a questão da mobilidade é besteira.

Além disso, afirmo que estamos apenas no início da exploração desta fronteira pois cada vez mais novos dispositivos vem sendo utilizados de forma movel, não apenas smartphones e tablets. Basta ver o esforço sendo feito pela Apple e outras empresas para ter seu sistema, de alguma forma, embarcado em automóveis. Temos ainda os dispositivos relacionados com fitness. Cada um destes novos dispositivos gera mais informação que precisa ser processada de alguma forma para que tenha valor.

A cada dia é mais comum que funcionários tragam para o trabalho os seus dispositivos, como tablets, por exemplo. E as empresas precisam cuidar de diversos aspectos como provisionar capacidade de processamento e, principalmente, segurança. A IBM tem uma série de soluções testadas e aprovadas para garantir gerenciamento de diferentes plataformas de dispositivos, para garantir segurança e, também, para oferecer uma plataforma de desenvolvimento que facilite a entrega de soluções para os mais diversos dispositivos móveis.

Mobilidade não é apenas garantir que um sistema ou outro funcione em um smartphone. É fundamental garantir escalabilidade, garantia de funcionamento mesmo com as mais diversas bandas de internet disponíveis, integração com outros sistemas corporativos e, principalmente, muita segurança.

Social

Social é um dos pilares estratégicos da IBM, junto com os CAMS. Desnecessário dizer todo o esforço e investimento que vem sendo feito pela empresa, nos últimos anos, nesta área. A solução de Social Business oferecida pela IBM é, hoje, líder de mercado no mundo corporativo. Grandes corporações implementaram projetos de Social Business com as tecnologias da IBM, como o Connections, e hoje já colhem os resultados de uma maior colaboração entre seus funcionários. Maior agilidade, comprometimento, troca de informações e inovação são alguns dos benefícios oferecidos.

Para entrar no mundo corporativo, investimentos foram feitos nas áreas de segurança, integração, escalabilidade e mobilidade. Toda a solução oferecida pela IBM hoje pode ser consumida diretamente nas instalações do cliente, atraves da nuvem ou em um ambiente híbrido. O cliente escolhe.

CAMS

Concluindo, CAMS é muito mais do que um produto ou uma solução. Trata-se de uma "visão estratégica", desenvolvida com base em pesquisas de mercado e com a parceria dos clientes e parceiros da IBM em todo o mundo. É uma visão de uma nova fronteira sendo descoberta a cada dia e que tem o poder de transformar o mundo corporativo como o conhecemos. Faz pouco tempo não conseguiamos imaginar como alguem, algum dia, trabalhou sem o uso de um telefone. Em poucos anos, será difícil imaginar como trabalhavamos sem Cloud, Analytics, Mobile e Social.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

IBM Smartcloud Exchange - All about cloud in a single place


Announced today, IBM SmartCloud Exchange is a single place where you can find everything that is available in terms of IBM cloud. It is the result of a collaborative work involving 18 teams in different countries, who shared information and managed the entire project based on communities created in IBM Connections. The site is completely self-service, and through it, you can contract several different types of solutions.

The Catalog is where you can find all the available solutions, whether for business, infrastructure or development.

Want to contract a collaboration solution? What about Social Business Collaboration? Need something for Business Process Management, you will find it there ... And what if you need something related to smarter cities? City Insights and City Planning and Operations are available. Furthermore, there can also be contracted solutions for Data Warehousing, Analytics, Contract Management, Mobile Messaging, Employee Recruitment and much, much more.

The second part of the catalog is dedicated to tools and environments for development as Dojo, Ruby, MongoDB, JSON Database, SQL Database and Agile Development. All these, and many others, can be contracted in the cloud.

In the third part of the Catalog you can found solutions for operations such as Performance Management Applications and Infrastructure Services, Security, VPN, Business Recovery, Disaster Recovery and many others.

In addition to the Catalog, the site has another session specially developed to offer basic explanations about Cloud. Want to understand more about cloud, cloud security or needed investments? It's all there, ready to be consulted. Want to meet success case stories? See how other customers are using cloud solutions from IBM.

It is worth knowing a little more about this new environment from IBM.

This is an extremely ambitious project and it is a result of the new IBM Austin Lab Design Studio, dedicated to creating richer and easier user experiences. Get to know a little more about this new laboratory, opened on November, 6th, last year, watching the video below:

IBM Smartcloud Exchange - Tudo de nuvem em um único lugar!


A IBM anunciou, hoje, o IBM Smartcloud Exchange, um local único, com absolutamente tudo o que está disponível em se tratando cloud da IBM. É o resultado de um trabalho colaborativo que envolveu 18 times em diferentes países, que compartilharam informações e gerenciaram todo o projeto com base em comunidades criadas no IBM Connections. O site é totalmente self-service e, através dele, pode-se contratar diversos tipos diferentes de soluções.

O Catálogo é onde encontramos todas as soluções disponíveis, sejam para negócios, desenvolvimento ou infraestrutura.

Quer contratar uma solução para colaboração, que tal o Social Business Collaboration? Precisa de algo para Business Process Management, tem lá... E se for algo relacionado com cidades inteligentes? City Insights e City Planning and Operations estão disponíveis. Além disso, também podem ser contratadas pelo site soluções para Data Warehousing, Analytics, Contract Management, Mobile Messaging, Employee Recruitment e muito, muito mais.

A segunda parte do Catálogo é dedicada a ferramentas e ambientes para desenvolvimento como Dojo, Ruby, MongoDB, JSON Database, SQL Database e Agile Development. Todos estes, e muito outros, podem ser contratados na nuvem.

Na terceira parte do Catálogo encontramos soluções para operações como Gestão de Performance de Aplicações e Infraestrutura, Serviços de Segurança, VPN, Business Recovery, Disaster Recovery, e muitas outras.

Além do Catálogo, o site ainda tem uma sessão especialmente desenvolvida para oferecer explicações básicas sobre Cloud. Quer entender mais sobre cloud, sobre segurança em nuvem, sobre investimentos, está tudo lá, pronto para ser consultado. Quer conhecer casos de sucesso, ver como outros clientes estão usando as soluções de nuvem da IBM, o site mostra vários casos de uso.

Vale a pena conhecer um pouco mais sobre este novo ambiente da IBM.

Trata-se de um projeto extremamente ambicioso e já é resultado do novo laboratório IBM Austin Design Studio, dedicado a criar experiências de usuário mais ricas e fáceis. Aproveite para conhecer um pouco mais sobre este novo laboratório, inaugurado em 6 de novembro do ano passado, vendo o vídeo abaixo:

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

IBM Connect 2014 - Opening General Session - Social Collaboration Demo


So this is it. IBM Connect 2014 is over now. With thousands of attendees from many countries this was by far one of the most intense and content full events ever. Check here the social snapshot and press coverage of the event. Important to mention, also, we had a record attendance from Latin America Customers and Business Partners with more than 100% growth year to year (click here for some of their presentations). But you were not able to make it... Well, let's try to fix it, at least part of it. If you didn't attend you missed a fantastic presentation on Social Collaboration delivered right at the Opening General Session. Here you can find it. Watch and listen to the demo and feel free to share your thaughts leaving a comment. 


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

IBM Connect 2014 - Social Snapshot and Press Coverage, Final

Here goes the final numbers about IBM Connect 2014. Really impressive.

Connect 2014: Social Snapshot

These metrics reflect Sunday, January 26 - Thursday, January 30

  • More than 42K Tweets mentioned #IBMConnect
  • 172 Million Impressions from 11,815 unique users during the event, a 55% increase from 2013
  • Overall engagement up 66% increase over 2013 
  • Engagement with key influencers up by more than 50% 
  • 95% of the top authoritative tweeters were Non-IBMers such as William Tincup, Jay Baer, Mark Fidelman, Pam Moore and Veronica Belmont 
  • More than 1,800 pictures uploaded in Instagram and Flickr with #IBMConnect

Connect 2014: Coverage Highlights

“An individual as a consumer is better served if you’re creating engaging moments for that consumer. Similarly, in SmarterCities, a lot of that is about engaging citizens in cities and municipalities. And now, I’m continuing the great work that [Rudy Karsan of IBM Kenexa] has been doing to create engaging moments with an employee, as you attract, retain, or develop them through the full life cycle of an employee. -- Craig Hayman. – Forbes

“It’s very difficult to train a front line concession worker to be intrinsically friendly and deliver exceptional customer service,” he said. So instead, AMC turned its focus away from training existing employees, and toward ensuring they were hiring the right general managers – the most crucial players in developing engagement –with the right skills, talent and cultural fit for the theaters...The results of AMC’s reduction in formal training were a corresponding reduction in staff turnover (from 200% to 90%) and increases in both guest satisfaction (from 43% to 53%) and front line employee engagement (from 58% to 70%). On top of all that, the general managers hired under the new system generated an extra $300,000 in yearly concession sales than did the control group. - Forbes

The external focus is on a new set of social sentiment data provided by customers that is infused with behavioral science and analytics that could give us the next level of loyalty programs or help identify 'at risk' customers for intervention. Scott Hebner, VP of Social Business Solutions at IBM said it best. "There is a gold mine of data that is brand new and businesses are just now starting to learn how to use it." . – Huffington Post

Employees are one of the ingredients that organizations require in order to succeed. But in every recipe, just one bad ingredient can ruin the end result, and the same is true in business, making it essential for companies to not only hire the right staff and train them well, but also give them the best tools to be able to excel at their jobs...At last week's IBM Connect, senior leaders from PepsiCo, Performance Bicycle, and Sika explained how partnering with IBM allows them to provide essential tools for knowledge-sharing, both among staff members and even with their customers. – 1to1 Media

Using this newTalent  suite, organizations can now streamline, modernize and add precision to hiring practices; increase workforce productivity; and connect employees in ways that impact business results - eWeek

sábado, 1 de fevereiro de 2014

IBM Connect 2014 - O segundo dia, parte 2


O segundo dia do IBM Connect 2014 trouxe ainda mais atrações. Além de apresentações de clientes como Danone, Bosch, TD Bank, TD Ameritrade, Basf, KFC, Nationwide e Continental, tivemos uma participação recorde de clientes do Brasil e da América Latina. Dentre os destaques, contamos com a Polícia Militar de São Paulo, Detran de SP, Sercomtel, BNDES, Schahin e BCP.

Veja, abaixo, algumas destas apresentações.

BNDES


Detran-SP


BCP - Banco de Crédito de Peru

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

IBM Connect 2014 - O segundo dia, Parte 1


O segundo dia do IBM Connect 2014 chegou recheado de novidades, apresentações de cases de clientes e muitas reuniões. Novamente lá estávamos, antes das 8 da manhã, acompanhando a Petrobras para gravar uma entrevista sobre o projeto Conecte. Em um estúdio especialmente montado para o evento, Consuelo Sanchez compartilhou sua visão e experiência sobre Social Business e sobre o projeto da empresa. Mais uma vez, um time de profissionais da IBM deu todo o suporte durante a produção do vídeo.

Mudança Cultural

Em seguida, assisti a apresentação "Enabling Culture Change to Transform into a Social Business". Com uma visão bastante clara e objetiva, Meredith Singer e Bethann Cregg mostraram que um dos grandes desafios de um projeto de Social Business está diretamente relacionado com as mudanças culturais. Segundo eles, "é fundamental criar uma cultura com foco em mudança constante". Para suportar esta visão, usou como exemplo a IBM, que chegou a vender, no início de sua existência, balanças, fatiadores, relógios e, ao longo de sua vida, sempre se transformou, vendendo ainda relógios, máquinas de escrever elétricas, computadores, serviços e software.

Um projeto de Social Business está muito mais ligado a "mudanças de comportamento" do que com tecnologia. E estas mudanças, em muitas empresas, trazem um grande desafio. Empresas que são estruturadas em hierarquias muito rígidas, usualmente enfrantam grande resistência a mudanças. Os diversos níveis gerenciais criam barreiras para a comunicação e a colaboração. Nestes casos, é necessário cuidar da flexibilização organizacional, para permitir a implementação com sucesso de um projeto deste porte.


Na IBM, as seguintes ações estão sendo implementadas, como parte de um grande projeto de Gestão de Mudança diretamente relacionado com Social Business:

1) Uma revisão profunda de nossa cultura e das crenças da empresa, para garantir que a empresa e seus funcionários sejam capazes de "desapegar", olhando para o futuro sem amarrações com crenças do passado.

Este é um ponto crítico, e complicado, uma vez que existem fatores visíveis e outros que não aparecem facilmente. A melhor comparação é com um iceberg. A parte visível corresponde aos comportamentos, hábitos e ações da força de trabalho. A parte que fica oculta é composta pelos valores, mindsets, assumptions e crenças. As duas partes precisam ser devidamente consideradas em um programa de Gestão de Mudanças para garantir o suporte do projeto.

2) Orientando determinados profissionais a dar o exemplo e efetivamente liderar a transformação, criando um clima positivo para a mudança.

Para isso, é importante entender o que realmente tem valor para cada profissional. Para alguns executivos, o crescimento do negócio é a principal métrica, para outros pode ser retenção de clientes, performance financeira, comprometimento dos funcionários, e muitos outros. A partir destas informações é possível preparar um plano de ações para cada área da empresa, oferecendo "valor" para cada um no ambiente Social.

3) Identificando, valorizando e compartilhando "momentos especiais" que representam quebras culturais e mudanças no comportamento.

Ao mostrar para todos que o comportamento de mudança é valorizado, o mesmo ganha escala e velocidade. Quando um benefício for identificado, valorize-o, compartilhe e mostra o que cada um ganhou. Desta forma, fica mais fácil ilustrar os benefícios de um determinado comportamento. Um excelente exemplo é a forma como o email é usado normalmente e como o mesmo deveria ser efetivamente usado. Veja, no vídeo abaixo, o que normalmente acontece com alguns comportamenteos que simplesmente se recusam a mudar.


4) Identificando e valorizado influenciadores

Eles podem ser membros de um projeto ou até mesmo estagiários. São pessoas que facilmente conquistam espaço na organização por sua facilidade de comunicação. Também conhecidos como "tippers", são um componente fundamental em um projeto de Social Business. Identifique-os e prepare-os para auxiliar na difusão do projeto.

5) Mudando de simples comunicação para conversação

Esta é uma mudança chave em qualquer projeto de Social Business pois faz com que as interações deixem de ser unidirecionais. A Comunicação tradicional é fundamentalmente algo que flui em uma direção, de um departamento para seus funcionário, do CEO para toda a empresa. Não existe "conversa". Quando implantamos um projeto de Social Business, a informação passa a fluir muito mais livremente na empresa e, mais importante ainda, é enriquecida com comentários e opiniões.
Afinal, para mudar é preciso, antes de mais nada, ter vontade e disposição para isso. O vídeo abaixo é ilustrativo. A mudança está em cada um de nós, que podemos, e devemos, atuar como agentes de mudança em nossas empresas. O princípio aqui é simples, quando falamos de Social Business, é esperado um maior comprometimento e participação de todos os funcionários em cada processo da empresa, em cada discussão, tanto interna quanto externa.